Jimi Hendrix: novo disco póstumo traz dez gravações inéditas e colaboração com Stephen Stills

RollingStone - qui, 07/12/2017 - 12:41

Dez gravações inéditas de Jimi Hendrix são os destaques de Both Sides of the Sky, o novo disco póstumo do lendário guitarrista. O álbum tem lançamento marcado para 9 de março de 2018, pela Sony Legacy Recordings , em diversos formatos, incluindo CD, digital e uma edição limitada de vinil duplo de 180g.

O disco de 13 faixas compila material gravado entre janeiro de 1968 e fevereiro de 1970. Trata-se do terceiro e último volume de uma trilogia de lançamentos inéditos de arquivo, dando sequência a Valleys of Neptune (2010) e People, Hell and Angels (2013). O engenheiro Eddie Kramer – que trabalhou em todos os projetos de Hendrix antes da morte dele – coproduziu o álbum com John McDermott e a irmã de Hendrix, Janie.

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Muitas das 13 faixas – incluindo uma anima cover de “Mannish Boy”, de Muddy Waters – trazem a formação de trio que tornou conhecida como Band of Gypsys: Hendrix na guitarra e voz, Billy Cox no baixo e Buddy Miles na bateria. “Hear My Train A Comin'” conta com a formação Jimi Hendrix Experience: Hendrix, o baixista Noel Redding e o baterista Mitch Mitchell.

Alguns notáveis colaboradores aparecem no set, incluindo Stephen Stills, Johnny Winter e o vocalista/saxofonista Lonnie Youngblood (companheiro de Hendrix antes da fama na banda Curtis Knight & the Squires). Stills aparece em duas faixas gravadas em setembro de 1969: uma cover de “Woodstock”, de Joni Mitchell (meses antes da famosa regravação do Crosby, Stills, Nash & Young), e uma original, “$20 Fine”. Winter surge em uma versão completa e remixada de “Things I Used to Do”, do Guitar Slim.

“A verdadeira casa de Jimi era o estúdio – era lá que a música e a mágica aconteciam”, Kramer disse em comunicado sobre o projeto. “Ele amava tudo relacionado a gravações e tem sido um imenso prazer e uma imensa honra fazer parte destes processos – tanto naquela época quanto agora.”

Capa e tracklist de Jimi Hendrix – Both Sides of the Sky Track

1. "Mannish Boy" (inédita)
2. "Lover Man" (inédita)
3. "Hear My Train A Comin'" (inédita)
4. "Stepping Stone" (inédita)
5. "$20 Fine" (inédita, com Stephen Stills)
6. "Power Of Soul" (versão estendida inédita)
7. "Jungle" (inédita)
8. "Things I Used to Do" (com Johnny Winter)
9. "Georgia Blues" (com Lonnie Youngblood)
10. "Sweet Angel" (inédita)
11. "Woodstock" (inédita, com Stephen Stills)
12. "Send My Love To Linda" (inédita)
13. "Cherokee Mist" (inédita)

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“Não queria mensagem oposta à sororidade”, diz Claudia Leitte sobre música com Maiara e Maraísa

RollingStone - qui, 07/12/2017 - 07:02

Claudia Leitte soltou a letra do mais novo single dela na última segunda, 4. Fruto da colaboração com a dupla Maiara e Maraísa, “Lacradora” chega nas plataformas digitais apenas na sexta-feira, 8, mas já causou tanta polêmica que ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter. Foi uma disputa acirrada entre críticas e elogios, que a cantora afirmou acompanhar com certa distância. “Em entrevistas, quando me perguntam sobre isso, faço uma reflexão. Quando é divertido eu compartilho, posto. Mas quando não é construtivo eu só ignoro.”

A maior parte dos comentários negativos se direcionava aos inúmeros versos da música que contam com gírias do universo virtual — como “pisão”, “chuva de lacre” e “recalcadas” — e a um possível apoio à rivalidade feminina. “Eu não queria passar nenhuma mensagem oposta à sororidade. As mulheres não são inimigas umas das outras. As ‘inimigas’ [do verso ‘copo na mão/e as inimigas no chão’] são os ‘sentimentos femininos’, como a inveja, a mentira e a arrogância. Inimigos de toda mulher”, explicou.

Tierry, também compositor dos dois mais recentes singles de Claudia, “Baldin de Gelo” e “Taquitá”, escreveu “Lacradora” em parceria com Topera. “Ele é meu parceiro de muitos anos. Em 2014 ele já tinha colaborado comigo em ‘Cartório’ e ‘Foragido’. Sempre golaços.”

Há uma característica que une as três músicas de 2017 da cantora: a proximidade ao reggaeton, gênero latino derivado do reggae que carrega influências do hip-hop, da salsa e da música eletrônica. O ritmo ganhou proporções mundiais neste ano com o fenômeno de “Despacito”, música de Luis Fonsi e Daddy Yankee que estourou após um remix de Justin Bieber. Porém Claudia afirmou que a aposta dela na latinidade veio antes da “moda”. “Eu faço reggaeton desde 2007, com ‘Bola de Sabão’. Em 2015 eu gravei ‘Corazón’, com o Daddy Yankee, mas antes de ‘Despacito’ era muito difícil colocar uma música em espanhol na rádio.”

Em gravadora de Beyoncé e Rihanna, Claudia Leitte grava com Daddy Yankee e mira carreira internacional

“Não vou dizer que foi uma grande estratégia minha, porque não foi. Na verdade foi tudo muito natural”, continuou. “Eu queria cantar em espanhol principalmente pelas influências que sofri morando nos Estados Unidos. Afinal, o México é colado na Califórnia.”

Há dois anos a cantora se mudou para Los Angeles, e desde 2016 está trabalhando com a Roc Nation, gravadora e agência de entretenimento de Jay-Z, que tem no catálogo artistas como Rihanna, Beyoncé, Shakira e DJ Khaled. “O ‘pistolão’, a carreira consolidada [no Brasil]... não adiantam nada. Aprendi que construir uma carreira internacional significa, na verdade, completa desconstrução. Tive que focar em uma nova identidade para me encaixar no mercado.”

Leia a letra completa de “Lacradora” abaixo.

“Lacradora”

“Make ok, salto ok
Cabelo também
Tamo na luta!
Sorriso e amor próprio já ajudam
Tudo bem
Hoje tem
Look bafo
Autoestima lá no alto
Eu não sou fácil
Eu nunca prestei
Eu dou trabalho mesmo
Quem disse que eu sou santa?
Tá procurando paz
Namore a pomba branca
Não provoca, não
E viva a curtição!
Copo na mão
E as inimigas no chão
Copo na mão
E as inimigas no chão
Claudinha lacradora
Dando nas recalcadas
Enquanto a gente brinda
Elas tomam pisão
Provoco o seu desejo
O meu jeito maluca
Lá vem chuva de lacre
Prepara o guarda-chuva!
Muita fechação
E viva a curtição
Brinda, lacradora, brinda aê!
Ninguém vai me parar, eu vou continuar
Brinda, lacradora, brinda aê!
Eu vou viver aquilo que eu sempre quis
Brinda, lacradora, brinda aê!
Espere a contagem pra fazer o brinde
Brinda, lacradora, brinda aê!
Saúde às lacradoras do país
Cheers!
Copo na mão
E as inimigas no chão
Copo na mão
E as inimigas no chão
Maiara e Maraisa
Dando nas recalcadas
Enquanto a gente brinda
Elas tomam pisão”

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Netflix lidera indicações do Critics’ Choice Awards 2018; veja a lista completa

RollingStone - qua, 06/12/2017 - 16:54

O Critics’ Choice Awards, que tem prêmios dados por críticos de cinema e televisão norte-americanos, anunciou nesta quarta, 6, a lista de indicações para a próxima edição, que acontece em 11 de janeiro de 2018. Feud, da FX, lidera as nomeações concorrendo em seis categorias, incluindo Melhor Minissérie e Melhor Atriz em Filme Televisivo ou Minissérie (Jessica Lange). Big Little Lies, da HBO, aparece em seguida com cinco menções.

Entre os canais e serviços de streaming, a líder é a Netflix, que acumula 20 indicações por diferentes séries, como The Crown, Stranger Things, American Vandal, GLOW, Godless e BoJack Horseman. A HBO ficou um pouco atrás, com 15 menções na lista.

Na categoria mais importante de drama, concorrem pelo posto de Melhor Série American Gods, The Crown, Game of Thrones, The Handmaid’s Tale, Stranger Things e This Is Us. Já na realeza da comédia estão The Big Bang Theory, Black-ish, GLOW, The Marvelous Mrs. Maisel, Modern Family e Patriot. Além de Feud e Big Little Lies, American Vandal, Fargo, Godless e The Long Road Home disputam por Melhor Minissérie.

Em 2017, os maiores vencedores do Critics’ Choice foram Game of Thrones, Silicon Valley e The People v. O.J. Simpson: American Crime Story. Veja a lista completa de indicados abaixo.

Critics’ Choice Awards 2018

Melhor Série de Drama
American Gods (Starz)
The Crown (Netflix)
Game of Thrones (HBO)
The Handmaid’s Tale (Hulu)
Stranger Things (Netflix)
This Is Us (NBC)

Melhor Ator em Série de Drama
Sterling K. Brown – This Is Us (NBC)
Paul Giamatti – Billions (Showtime)
Freddie Highmore – Bates Motel (A&E)
Ian McShane – American Gods (Starz)
Bob Odenkirk – Better Call Saul (AMC)
Liev Schreiber – Ray Donovan (Showtime)

Melhor Atriz em Série de Drama
Caitriona Balfe – Outlander (Starz)
Christine Baranski – The Good Fight (CBS All Access)
Claire Foy – The Crown (Netflix)
Tatiana Maslany – Orphan Black (BBC America)
Elisabeth Moss – The Handmaid’s Tale (Hulu)
Robin Wright – House of Cards (Netflix)

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama
Bobby Cannavale – Mr. Robot (USA)
Asia Kate Dillon – Billions (Showtime)
Peter Dinklage – Game of Thrones (HBO)
David Harbour – Stranger Things (Netflix)
Delroy Lindo – The Good Fight (CBS All Access)
Michael McKean – Better Call Saul (AMC)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama
Gillian Anderson – American Gods (Starz)
Emilia Clarke – Game of Thrones (HBO)
Ann Dowd – The Handmaid’s Tale (Hulu)
Cush Jumbo – The Good Fight (CBS All Access)
Margo Martindale – Sneaky Pete (Amazon)
Chrissy Metz – This Is Us (NBC)

Melhor Série de Comédia
The Big Bang Theory (CBS)
Black-ish (ABC)
GLOW (Netflix)
The Marvelous Mrs. Maisel (Amazon)
Modern Family (ABC)
Patriot (Amazon)

Melhor Ator em Série de Comédia
Anthony Anderson – Black-ish (ABC)
Aziz Ansari – Master of None (Netflix)
Hank Azaria – Brockmire (IFC)
Ted Danson – The Good Place (NBC)
Thomas Middleditch – Silicon Valley (HBO)
Randall Park – Fresh Off the Boat (ABC)

Melhor Atriz em Série de Comédia
Kristen Bell – The Good Place (NBC)
Alison Brie – GLOW (Netflix)
Rachel Brosnahan – The Marvelous Mrs. Maisel (Amazon)
Sutton Foster – Younger (TV Land)
Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt (Netflix)
Constance Wu – Fresh Off the Boat (ABC)

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia
Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt (Netflix)
Walton Goggins – Vice Principals (HBO)
Sean Hayes – Will & Grace (NBC)
Marc Maron – GLOW (Netflix)
Kumail Nanjiani – Silicon Valley (HBO)
Ed O’Neill – Modern Family (ABC)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia
Mayim Bialik – The Big Bang Theory (CBS)
Alex Borstein – The Marvelous Mrs. Maisel (Amazon)
Betty Gilpin – GLOW (Netflix)
Jenifer Lewis – Black-ish (ABC)
Alessandra Mastronardi – Master of None (Netflix)
Rita Moreno – One Day at a Time (Netflix)

Melhor Minissérie
American Vandal (Netflix)
Big Little Lies (HBO)
Fargo (FX)
FEUD: Bette and Joan (FX)
Godless (Netflix)
The Long Road Home (National Geographic)

Melhor Filme Feito para TV
Flint (Lifetime)
I Am Elizabeth Smart (Lifetime)
The Immortal Life of Henrietta Lacks (HBO)
Sherlock: The Lying Detective (PBS)
The Wizard of Lies (HBO)

Melhor Ator em Filme Televisivo ou Minissérie
Jeff Daniels – Godless (Netflix)
Robert De Niro – The Wizard of Lies (HBO)
Ewan McGregor – Fargo (FX)
Jack O’Connell – Godless (Netflix)
Evan Peters – American Horror Story: Cult (FX)
Bill Pullman – The Sinner (USA)
Jimmy Tatro – American Vandal (Netflix)

Melhor Atriz em Filme Televisivo ou Minissérie
Jessica Biel – The Sinner (USA)
Alana Boden – I Am Elizabeth Smart (Lifetime)
Carrie Coon – Fargo (FX)
Nicole Kidman – Big Little Lies (HBO)
Jessica Lange – FEUD: Bette and Joan (FX)
Reese Witherspoon – Big Little Lies (HBO)

Melhor Ator Coadjuvante em Filme Televisivo ou Minissérie
Johnny Flynn – Genius (National Geographic)
Benito Martinez – American Crime (ABC)
Alfred Molina – FEUD: Bette and Joan (FX)
Alexander Skarsgård – Big Little Lies (HBO)
David Thewlis – Fargo (FX)
Stanley Tucci – Feud: Bette and Joan (FX)

Melhor Atriz Coadjuvante em Filme Televisivo ou Minissérie
Judy Davis – FEUD: Bette and Joan (FX)
Laura Dern – Big Little Lies (HBO)
Jackie Hoffman – FEUD: Bette and Joan (FX)
Regina King – American Crime (ABC)
Michelle Pfeiffer – The Wizard of Lies (HBO)
Mary Elizabeth Winstead – Fargo (FX)

Melhor Talk Show
Ellen (NBC)
Harry (Syndicated)
Jimmy Kimmel Live! (ABC)
The Late Late Show with James Corden (CBS)
The Tonight Show Starring Jimmy Fallon (NBC)
Watch What Happens Live with Andy Cohen (BRAVO)

Melhor Série Animada
Archer (FX)
Bob’s Burgers (FOX)
BoJack Horseman (Netflix)
Danger & Eggs (Amazon)
Rick and Morty (Adult Swim)
The Simpsons (FOX)

Melhor Reality Show
Born This Way (A&E)
Ice Road Truckers (History)
Intervention (A&E)
Live PD (A&E)
Ride with Norman Reedus (AMC)
Teen Mom (MTV)

Melhor Reality Show Estruturado
The Carbonaro Effect (truTV)
Fixer Upper (HGTV)
The Profit (CNBC)
Shark Tank (ABC)
Undercover Boss (CBS)
Who Do You Think You Are? (TLC)

Melhor Reality Show de Competição
America’s Got Talent (NBC)
Chopped (Food Network)
Dancing with the Stars (ABC)
Project Runway (Lifetime)
RuPaul’s Drag Race (Logo)
The Voice (NBC)

Melhor Apresentador de Reality Show
Ted Allen – Chopped (Food Network)
Tyra Banks – America’s Got Talent (NBC)
Tom Bergeron – Dancing with the Stars (ABC)
Cat Deeley – So You Think You Can Dance (FOX)
Joanna and Chip Gaines – Fixer Upper (HGTV)
RuPaul – RuPaul’s Drag Race (Logo)

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Roger Waters no Brasil: ingressos custam entre R$ 180 e R$ 810

RollingStone - qua, 06/12/2017 - 13:55

Em 2018, Roger Waters retorna ao Brasil com sete shows da turnê US + Them. O giro começa em 9 de outubro, em São Paulo (Allianz Parque), e termina no dia 30 do mesmo mês, em Porto Alegre (Beira Rio).

As outras capitais que também recebem as apresentações do ex-Pink Floyd são Brasília (Mané Garrincha), no dia 13, Salvador (Arena Fonte Nova), no dia 17, Belo Horizonte (Mineirão), no dia 21, Rio de Janeiro (Maracanã), no dia 24, e Curitiba (Couto Pereira), no dia 27. Os ingressos serão vendidos pela Tickets For Fun, a partir do dia 14 de dezembro para São Paulo, Rio e Belo Horizonte, e 15 de dezembro para Brasília, Salvador, Curitiba e Porto Alegre. Haverá pré-venda exclusiva para clientes Elo entre 11 e 13 de dezembro.

Luta no Palco: Roger Waters usa canções solo e clássicos do Pink Floyd para criticar Donald Trump

Os valores variam dependendo da localidade. Os mais caros são da performance na capital paulistana, entre R$ 330 e R$ 810 — com opções de meia-entrada. A média das demais datas fica entre R$ 180 (cadeira superior na Arena Fonte Nova, em Salvador) e R$ 765 (pista premium em Porto Alegre).

O show da turnê Us + Them foi desenvolvido a partir da produção de Waters em outubro do ano passado no festival Desert Trip, em Indio, na Califórnia. O visual grandioso da turnê inclui um complexo sistema de lasers que reproduz a capa do LP The Dark Side of the Moon.

A última passagem do ex-baixista e vocalista do Pink Floyd pelo Brasil aconteceu em 2012, com shows temáticos do disco The Wall. Neste ano, Waters lançou o mais recente álbum solo, o político Is This the Life We Really Want?.

Roger Waters no Brasil em 2018

São Paulo
9 de outubro de 2018, terça-feira, às 21h
Allianz Parque | Rua Turiassú, 1840, Perdizes, São Paulo
Entre R$ 330 e R$ 810, com opções de meia-entrada, pelo site da Tickets For Fun, com vendas gerais abertas no dia 14 de dezembro

Brasília
13 de outubro de 2018, sábado, às 21h30
Estádio Nacional Mané Garrincha | Asa Norte, Brasília
Entre R$ 240 e R$ 720, com opções de meia-entrada, pelo site da Tickets For Fun, com vendas gerais abertas no dia 15 de dezembro

Salvador
17 de outubro de 2018, quarta-feira, às 21h
Itaipava Arena Fonte Nova | Ladeira da Fonte das Pedras, s/n, Nazaré, Salvador
Entre R$ 180 e R$ 710, com opções de meia-entrada, pelo site da Tickets For Fun, com vendas gerais abertas no dia 15 de dezembro

Belo Horizonte
21 de outubro de 2018, domingo, às 21h
Estádio do Mineirão | Av. Antônio Abrahão Caram, 1001, Pampulha, Belo Horizonte
Entre R$ 300 e R$ 720, com opções de meia-entrada, pelo site da Tickets For Fun, com vendas gerais abertas no dia 14 de dezembro

Rio de Janeiro
24 de outubro de 2018, quarta-feira, às 21h
Estádio do Maracanã | Rua Professor Eurico Rabelo, Maracanã, Rio de Janeiro
Entre R$ 220 e R$ 720, com opções de meia-entrada, pelo site da Tickets For Fun, com vendas gerais abertas no dia 14 de dezembro

Curitiba
27 de outubro de 2018, sábado, às 21h30
Estádio Couto Pereira | R. Ubaldino do Amaral, 37, Alto da Glória, Curitiba
Entre R$ 220 e R$ 720, com opções de meia-entrada, pelo site da Tickets For Fun, com vendas gerais abertas no dia 15 de dezembro

Porto Alegre
30 de outubro de 2018, terça-feira, às 21h
Estádio Beira Rio | Av. Padre Cacique, 891, Praia de Belas, Porto Alegre
Entre R$ 250 e R$ 765, com opções de meia-entrada, pelo site da Tickets For Fun, com vendas gerais abertas no dia 15 de dezembro

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Funkeiro Mr. Catra é internado em hospital de São Paulo

Terra Música - qua, 06/12/2017 - 12:26
O funkeiro Mr. Catra foi internado na UTI nesta terça-feira (05), em São Paulo. A assessoria de ...
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Johnny Hallyday, maior astro do rock francês, morre aos 74

Terra Música - qua, 06/12/2017 - 09:57
Morreu nesta quarta-feira (6), aos 74 anos, Johnny Hallyday, considerado o maior astro do rock ...
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Rolling Stone Brasil 2017: todas as capas que publicamos no ano (até agora)

RollingStone - ter, 05/12/2017 - 19:37

Dois mil e dezessete foi um ano de fortes emoções para nós da Rolling Stone Brasil. Tivemos capas que mostram a perda de grandes músicos como Chris Cornell e Chuck Berry, ascensão de Karol Conka e a consolidação do Criolo no rap, o empoderamento feminino de Gal Gadot como Mulher Maravilha, lançamento do albúm solo de Noel Gallangher e os 40 anos do punk, o fenômeno Stranger Things, entre outros...

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Demitido da cinebio do Queen, Bryan Singer alega que Fox não o deixou cuidar de “parente gravemente doente”

RollingStone - ter, 05/12/2017 - 15:19

O cineasta Bryan Singer não está mais à frente da cinebiografia do Queen, Bohemian Rhapsody, há anos sendo trabalhada. A 20th Century Fox confirmou que demitiu o diretor depois de sua presença se tornar “incerta”, segundo informações do Hollywood Reporter.

Três dias atrás, o estúdio informou que tinha ‘temporariamente interrompido” a produção do filme devido à “inesperada falta de disponibilidade” de Singer. As tensões no set cresceram quando Rami Malek (Mr. Robot), que interpreta Freddie Mercury, começou a reclamar da falta do diretor. Depois, a 20th Century Fox confirmou que a ausência de Singer foi determinante para a demissão.

Agora, ao Hollywood Reporter, Singer responde as acusações de falta de profissionalismo em Bohemian Rhapsody. Ele afirma que a Fox não o permitiu cuidar de um parente com uma “doença grave”. “Queria nada mais que poder terminar este projeto e ajudar a honrar o legado de Freddie Mercury e do Queen, mas a Fox não me deixou fazer isso, pois precisei colocar, temporariamente, a minha saúde e a saúdes dos meus amados em primeiro lugar.”

Singer faltou diversas vezes ao set de filmagens do longa, também irritando o ator Tom Hollander, que dava vida ao empresário do Queen e também deixou do filme. O cineasta Thomas Newton Sigel, inclusive, teve de assumir o posto de diretor por alguns dias. Além disso, Malek e Singer tiveram pelo menos uma discussão mais acalorada, em que o diretor teria atirado um objeto no ator.

Em comunicado ao Hollywood Reporter, Singer ainda disse: “Bohemian Rhapsody é uma paixão para mim. Faltando pouco menos de três semanas de filmagens, pedi a Fox que me desse um tempo para que eu pudesse retornar aos Estados Unidos e lidar com questões ligadas à saúde de um parente. Foi uma experiência tão penosa que acabou afetando até a minha própria saúde. Infelizmente, o estúdio não pôde atender ao pedido e me desligou do projeto. Não foi uma decisão minha e estava fora do meu controle.”

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BTS é o grupo musical mais mencionado no Twitter em 2017

Terra Música - ter, 05/12/2017 - 14:24
Não é mais novidade para ninguém que o BTS é a banda de K-pop mais famosa do mundo, né? E ...
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Ed Sheeran se torna o mais ouvido no Spotify; confira lista!

Terra Música - ter, 05/12/2017 - 13:15
Todo mundo aí sabe que "Despacito" foi uma das músicas que mais ficou na cabeça da galera em ...
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Quentin Tarantino se junta a J.J. Abrams para próximo filme da saga Star Trek

RollingStone - ter, 05/12/2017 - 12:38

Parece que Quentin Tarantino está pronto para explorar universos desconhecidos. De acordo com informações do The Hollywood Reporter, o cineasta está em negociações para trabalhar em um novo filme da saga Star Trek, juntamente com o diretor J.J. Abrams. A dupla está com planos de tocar o projeto junto ao Paramount. O estúdio ainda não se posicionou sobre a parceria.

Abrams foi o responsável por reviver a franquia com Star Trek (2009) e Além da Escuridão: Star Trek (2013), antes de entrar para o time da Lucasfilm e dirigir Star Wars: O Despertar da Força, de 2015. Atualmente, o cineasta continua a trabalhar nas duas sagas, como produtor de Star Trek e diretor do Episódio IX de Star Wars, que deve estrear em 2019.

Os dez maiores vilões de Star Trek

Anteriormente, a Paramount já havia revelado a produção de um quarto filme Star Trek, com Chris Hemsworth (Thor) como o pai do Capitão Kirk (Chris Pine), mas nenhum nome havia sido citado para o posto de diretor. O último lançamento da franquia, Star Trek: Sem Fronteiras (2016), dirigido por Justin Lin, foi bem aceito pela crítica mas faturou US$ 343,4 milhões, o valor mais baixo desde o revival da saga.

Em uma entrevista de 2015 ao podcast Nerdist, Tarantino afirmou que era mais provável que ele dirigisse um filme Star Trek do que um Star Wars, enfatizando que é um grande fã da série original. “A única coisa que os limitava era o dinheiro e o pouco tempo para as gravações”, disse. “Seria muito fácil pegar alguns episódios clássicos de Star Trek e transformá-los em obras de 90 minutos ou mais, fazendo coisas bem incríveis.”

O próximo trabalho de Tarantino será um filme baseado na história do assassino Charles Manson, ainda intitulado. O lançamento está previsto para 2019.

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Demi Lovato vai fazer shows no Brasil em 2018, diz jornal

Terra Música - ter, 05/12/2017 - 10:05
O Brasil é um dos países que mais apoiam a carreira de Demi Lovato . Por isso, nada mais justo ...
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Robert Plant sobre possível biografia: “O que guardo na minha cabeça não tem preço”

RollingStone - seg, 04/12/2017 - 19:28

‘‘Espera um pouco, o cachorro está quase fugindo”, Robert Plant diz enquanto deixa o telefone de lado em sua casa na Inglaterra, na fronteira com o País de Gales. Depois de férias no Marrocos, Plant parece inquieto enquanto se prepara para lançar um novo álbum, Carry Fire. Ele o gravou com um grupo de músicos que atuava sob o nome Sensational Space Shifters, depois de trabalhar com muitos deles em 2002 e em 2014. “É um pouco selvagem, um pouco maluco conceitualmente”, afirma o cantor e compositor de 69 anos, que planeja fazer uma turnê mundial com o Space Shifters em 2018. “Temos uma espécie de devaneio comunal que tem permanecido conosco independentemente de outros projetos nossos. É como uma irmandade, mesmo.”

Muitos contemporâneos seus ainda estão na estrada, mas a maioria não lança músicas novas frequentemente.
Qualquer um que se envolva em música e em performance quer continuar fazendo isso, mas de que jeito? Enfiando as coisas na mala novamente e tocando ao vivo? Ou com criatividade, outra aventura e tentando impressionar pessoas que frequentemente querem ouvir sobre como foi e não sobre como é? É o que tenho tentado fazer. Depois de perdermos John [Bonham], em 1980, esperei dois álbuns antes de sair em turnê e, quando saí, não toquei nada do Zeppelin.

Qual foi a sensação de excursionar sem o Zeppelin pela primeira vez?
Foi como se meu mundo tivesse desabado, mas o que acontece, para começo de conversa, quando você não tem algo? Você precisa sair e inventar. Então, mudei algumas coisas ao longo dos anos. Assim, continuei interessado e empolgado com o que faço.

Você morou em Austin, nos Estados Unidos, antes de voltar para o Reino Unido há três anos. Como foi esse período?
Maravilhoso. Fui adotado pela comunidade dali e exposto a muitos grandes músicos. Fiz muitos shows ótimos. Patty Griffin e eu começamos uma banda chamada Crown Vic. Comprei uma antiga viatura de polícia e dirigimos para tocar em um festival em Marfa, no Texas, ouvindo todas as músicas adequadas. Mas acho que estava um pouco velho demais para me mudar. Precisei voltar a Gales com o coração despedaçado. A sensação foi a de uma grande derrota.

Então, por que você foi embora?
Senti saudade da família e queria um pouco de paz. Sem querer parecer piegas, senti falta das montanhas com névoa, da umidade galesa. Gosto do clima do qual as pessoas fogem.

Como é a vida em Gales?
Tenho ótimos amigos e um cachorro muito bom. Jogo tênis. Jogo futebol toda quarta, às 19h. Jogo até alguém falar “vá para o gol – você parece que vai morrer”. Então, alguém traz o desfibrilador.

No ano passado, você passou duas semanas com seus antigos companheiros de banda em uma disputa com um compositor pelos créditos de “Stairway to Heaven”. Foi como nos velhos tempos?
[Risos] Ahn, bom, o que um dia foi algo sólido se tornou uma xícara de café. O resultado foi este, uma xícara de café de vez em quando, mas nada mais.

Está chegando o 10º aniversário de Celebration Day, que marcou a reunião do Zeppelin. Como vê aquela noite?
Foi magnífica. Acertamos em cheio, e todos tínhamos medo de não dar certo. Provavelmente houve mais ansiedade quanto àquilo do que queríamos acreditar. Pudemos reproduzir sons de uma forma mais confiável, então soamos incríveis. Alguns shows do passado eram horríveis.

Recentemente, Gene Simmons afirmou que o rock morreu. Você concorda?
Não tenho ideia de onde o rock começa e termina. Começou com [o guitarrista] Link Wray? Começou com “Rocket 88”, de Jackie Brenston? Começou com o Black Flag? Acho que ainda está vivo, mas se metamorfoseando. E vai se metamorfosear por muito tempo.

Praticamente todos os astros de rock escreveram uma autobiografia, menos você. Escreveria?
Nunca. O que guardo na minha cabeça não tem preço. É magnífico, às vezes triste, mas na maior parte do tempo animado. Houve altos e baixos e mantenho tudo em segredo.

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BR 135: Com BaianaSystem, Pinduca e Banda Eddie, festival explora pluralidade musical e se destaca no circuito independente

RollingStone - seg, 04/12/2017 - 16:59

Há seis anos o Festival BR 135 ocupa espaços da capital maranhense de São Luís com uma programação gratuita de shows e outras atividades ligadas à música, como oficinas, painéis, rodas de conversa e de negócio. Na edição de 2017, o evento destinou três dias (de 23 a 25 de novembro) à música instrumental, antes de abrir a tradicional temporada de shows populares, que aconteceu entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro. No final de semana, o centro histórico recebeu um line-up plural com representantes de diferentes regiões do país, sendo os headliners BaianaSystem, Pinduca e Banda Eddie.

O BR 135, organizado pela dupla Criolina (também uma atração da programação) integra uma temporada de festivais que ocorre entre outubro e dezembro no Nordeste e no Norte. Além do maranhense, também estão nesta lista o Coquetel Molotov, em Recife, o Ponto.Ce, em Fortaleza, o DoSol, em Natal, e o Se Rasgum, em Belém. São eventos que ao mesmo tempo em que dão espaço para artistas locais, fomentam a circulação dos shows fora do eixo concentrado no Sudeste do país, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Em uma conversa com a Rolling Stone Brasil nos bastidores do BR 135, Roberto Barreto, guitarrista do BaianaSystem, opinou sobre o assunto. “Esses festivais são muito importantes. Eles têm sido responsáveis por segurar e transformar a música [brasileira] nos últimos anos. E a circulação se deve muito a eles. Acredito que vir a São Luís, por exemplo, não seria viável sem o festival.”

Carnaval sem fim

Um destaque entre as apresentações do palco principal, montado na praça Nauro Machado, foi a energia marcada pela percussão, principalmente das bandas do Norte e Nordeste. Na quinta, 30, o BaianaSystem trouxe poder e política em uma apresentação baseada no elogiado Duas Cidades, de 2016, mas não perdeu força quando tocados os igualmente afiados singles “Capim Guiné” (gravado originalmente com Titica e Margareth Menezes) e “Invisível”, de 2017.

A Orquestra Greiosa, do Rio Grande do Norte, deixou o público em ritmo de carnaval na sexta, 31. O show antecedeu uma morna apresentação de Lucas Santtana seguida pela festa comandada por Pinduca, o consagrado “rei do Carimbó”. O veterano de 80 anos tocou, sem pausa, por mais de duas horas, em uma performance quase messiânica que, além dos grandes hits — “Carimbó do Soco”, “O Rico e o Pobre”, “Sinhá Pureza” —, teve até mesmo um momento de “benção” do público, realizado com uma infusão de ervas trazida pelo músico.

Na última noite, o Muntchako foi de Brasília ao Maranhão para mostrar como também sabe animar uma plateia. Com poucos nuances vocais, a banda de música instrumental experimental tem apenas três integrantes — Samuel Mota (guitarra, banjo, synths, programações e samples), Rodrigo Barata (bateria e samples) e Macaxeira Acioli (percussão e samples) —, mas soa como um supergrupo. O resultado é uma mistura de forró, ska, ritmos latinos, funk, rock e até tango que transpirou frescor e brasilidade no palco maranhense.

Descentralização

A Nauro Machado recebeu 15 shows ao longo dos três dias de festival, mas não foi o único ponto onde o público pôde desfrutar de boa música. Na quinta e na sexta, o Beco dos Catraeiros, separado por uma caminhada de dois minutos da praça, teve uma “kombi musical” na qual bandas locais se alternaram apresentando covers variados (desde “Você Ainda Pensa?”, de Johnny Hooker, até “Olhos Coloridos”, de Sandra de Sá) e produções autorais. No sábado, a atração foi substituída por uma discotecagem de reggae no Beco Catarina Mina, que honrou o apelido de “Jamaica do Brasil” de São Luís.

Na Praça do Reggae foi montado o Palco Spotify, aberto por uma apresentação de Craca e Dani Nega que representou um necessário discurso político na sexta, 1. Ao som das batidas comandadas pelo DJ paulistano, a cantora fez provocações à apropriação cultural, ao machismo e ao racismo da sociedade. “Quem não dança é golpista!” repetiu entre as faixas, antes de terminar o show com um medley que trazia versões dos funks “Baile de Favela” e “Malandramente”, com críticas ao governo do presidente Michel Temer.

BR 135: BaianaSystem reforça potência em noite de performances políticas no festival maranhense

No sábado, o discurso do palco continuou afiado com as rimas do Feminine Hi Fi, dupla que criou instantânea conexão com o público pelas raízes no reggae. Mas a explosão da noite aconteceu durante a entrada do DJ maranhense Alladin e sua “crew”, formada pelas travestis Butantan, Onlye Fuego, Frimes e Enme. Em um estilo que remetia às Spice Girls, o grupo começou a fulminante apresentação de costas para o público, sendo ovacionado quando começou a recitar “para ser tão viado assim/precisa ter muito, mas muito talento”, de “Talento”, de Linn da Quebrada. O show ainda teve covers de Iza (“Pesadão”) e Karol Conka (“Tombei”), além de músicas autorais que já estavam na ponta da língua dos presentes. Uma ode à diversidade que mostrou a força local e a coesão nacional do BR 135.

*A jornalista viajou a São Luís a convite do BR 135

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Star Wars: Os Últimos Jedi: Eletrizante trailer chinês mostra cenas inéditas do filme

RollingStone - seg, 04/12/2017 - 12:28

Star Wars: Os Últimos Jedi chega aos cinemas brasileiros em 14 de dezembro, e a ansiedade dos fãs da clássica saga não para de crescer. A curiosidade aumenta ainda mais com um novo trailer publicado no YouTube, inicialmente voltado para o público chinês.

O vídeo traz novas imagens da trama protagonizada por Daisy Ridley no papel de Rey, mostrando momentos de personagens importantes como Luke Skywalker (Mark Hamill) e a General Leia Organa (interpretada pela finada Carrie Fisher). Assista ao teaser abaixo.

Star Wars: Os Últimos Jedi - veja cenas inéditas e imagens dos bastidores

Os Últimos Jedi é o terceiro filme de Star Wars do recente revival da saga. O primeiro foi Star Wars: O Despertar da Força (2015) de J.J. Abrams, e continuou em 2016 com o spin-off Rogue One: Uma História Star Wars, que conta a trama que se passa antes do terceiro episódio e primeiro filme da série, Star Wars: Uma Nova Esperança, lançado em 1977.

E a série de lançamentos continua em produção. Para 24 de maio de 2018, está previsto Han Solo: Uma História Star Wars, spin-off focado na história do personagem imortalizado por Harrison Ford. Já 2019 é o ano em que se espera a chegada do Episódio IX, filme que marca o retorno do diretor J.J. Abrams e conclui a nova trilogia Star Wars.

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Retratos #1 | Ayrton Montarroyos

RollingStone - sex, 01/12/2017 - 19:52

A fotógrafa Carolina Vianna clica um artista por mês na coluna Retratos. A primeira delas é com o cantor e compositor Ayrton Montarroyos, pernambucano que lançou em 2017 o disco de estreia, autointitulado. Radicado em São Paulo, ele ganhou projeção nacional ao participar da edição de 2015 do programa de talentos The Voice, da TV Globo.

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Resenha: U2 fala de mortalidade e esperança em Songs of Experience

RollingStone - sex, 01/12/2017 - 19:07

“Nada pode evitar que este seja o melhor dia de todos”, Bono declara em “Love Is All We Have Left”, logo no começo de Songs of Experience, que dá sequência ao elogiado Songs of Innocence (2014). Mas a interpretação do cantor nos intriga por se mostrar “com o pé no freio”: parece uma prece cautelosa ou um desejo frágil, suspenso sob um toque da guitarra de The Edge e pela grave tensão do baixo de Adam Clayton.

O cantor usa a bravata em “Lights of Home”: “Mais um empurrão eu nasço novamente”, ele canta, com o verso reforçado pela guitarra de blues executada por The Edge e pela batida rock/hip-hop de Larry Mullen Jr. Na canção, o cantor também reconhece a mortalidade: “Eu não deveria estar aqui. Deveria estar morto”, ele admite logo na primeira frase. Trata-se de uma alusão a um acontecimento recente, que não foi divulgado em detalhes, mas que o guitarrista The Edge falou ter sido “muito sério”.

Lembre como foi a passagem da turnê de 30 anos de The Joshua Tree por São Paulo

Se em Songs of Innocence a banda mais esperançosa do rock olhava vigorosamente para o passado, especificamente para a época em que eles eram sonhadores vivendo sob as raízes punk na Dublin dos anos 1980, Songs of Experience retrata outra realidade destes músicos que já chegaram a meia-idade. Eles já não têm mais todo o tempo do mundo.

Esta urgência amarra e propulsiona o mosaico de Songs of Experience; o começo sinistro e hesitante em “Love Is All We Have Left”; o nascer do sol em “You’re the Best Thing About Me” e a súplica psicodélica em “Summer of Love”, com alusões a uma Síria devastada. Da mesma forma que aconteceu em Songs of Innocence, a banda usa diversos produtores para dar mais cor ao trabalho. Dentre eles está o sempre confiável Steve Lillywhite. Assim, o álbum também tem reflexos de coisas do passado. “The Blackout” abriga as contradições de Pop (1997), com noites de embalo trombando com o apocalipse; “The Little Things That Give You Away” resgata ecos de The Joshua Tree (1987).

As mudanças de dinâmicas sonoras e de atmosferas emocionais causam um efeito cumulativo em “Get Out of Your Own Way” e “Red Flag Day”. São faixas que detalham ganhos, perdas e também falam de coisas que ficaram para trás sem serem realizadas. Repleta de guitarras metálicas, “American Soul” é uma carta de gratidão às raízes musicais norte-americanas que impulsionaram o U2 a seguir em frente. A gravação ainda traz a participação de Kendrick Lamar, em uma espécie de sermão cauteloso. Outras canções também falam de lar e da dívida que a banda tem com suas famílias e da fidelidade que todos devotam a banda.

Songs of Experience termina como começa: com um sussurro. “13 (There Is a Light)” também marca uma volta à inocência, repetindo o refrão já apresentado em “Song for Someone”, do álbum anterior. Mas se esta última era uma carta aberta de amor a Ali, esposa do cantor, “13”, na verdade, é uma renovação dos propósitos que Bono ainda tem na música, na arte de escrever canções e de depois tocá-las no palco. A experiência do U2 nos ensinou que cada nova canção da banda irlandesa ainda pode soar como o primeiro dia do resto de nossas vidas. Songs of Experience é o som deste tipo de inocência renovada.

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“Os festivais são responsáveis pela transformação da música nos últimos anos”, diz Roberto Barreto, guitarrista do BaianaSystem

RollingStone - sex, 01/12/2017 - 17:49

O povo de São Luís, no Maranhão, teve o esperado primeiro encontro com o BaianaSystem na noite da última quinta, 30. E não podia ter sido melhor. “Quando começou, parecia que estávamos tocando no Pelourinho. A gente se sentiu muito em casa”, comentou o guitarrista Roberto Barreto, em uma conversa com a Rolling Stone Brasil nos bastidores do festival BR 135, que tem programação gratuita que segue até este sábado, 2, no centro histórico da capital nordestina.

Desde o lançamento do aclamado Duas Cidades, o grupo baiano tem sido convocado para integrar inúmeros festivais — tanto do circuito independente como do comercial —, passando só em 2017 pelo Lollapalooza, em São Paulo, Rock in Rio, no Rio de Janeiro, Bananada, em Goiânia, e Se Rasgum, em Belém. “Esses festivais são muito importantes. Eles têm sido responsáveis por segurar e transformar a música [brasileira] nos últimos anos. São eventos com 15, 16, 17 anos, que se formaram com artistas e com o público”, opina. “E a circulação [da música] se deve muito a eles. Acredito que vir a São Luís, por exemplo, não seria viável sem o festival.”

BR 135: BaianaSystem reforça potência em noite de performances políticas no festival maranhense

A apresentação do BaianaSystem no BR 135 foi antecedida por uma performance da atriz Áurea Maranhão, baseada na música “Todo Mundo Nasce Artista”, que teve como tema “a arte contra a censura”, segundo ela. Para Barreto, tal discurso não só é pertinente como é o único resistente no Brasil atual. “Estamos vivendo um momento em que todos estão estáticos, atônitos, assistindo o que está acontecendo [na política]. Não há mecanismo de reação nem força de mobilização, então os artistas acabam representado a única voz existente.”

E o trabalho político da banda continua em produção. “Estamos fazendo música. Mas não fazemos muito planos”, brinca. “Não sabemos ainda se vamos lançar disco, ou lançar faixas separadamente. Estamos trabalhando, e nosso próximo foco é o carnaval, algo sempre muito importante para nós.”

*A jornalista viajou a São Luís a convite do festival BR 135

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