BR 135: BaianaSystem reforça potência em noite de performances políticas no festival maranhense

RollingStone - sex, 01/12/2017 - 16:17

“Sempre vale a pena esperar pelo BR, né?”. A frase foi dita por uma menina em meio ao numeroso público do BR 135, mas condensa o sentimento que tomou o centro histórico de São Luís, no Maranhão, na noite da última quinta, 30. Após uma semana focada em programação instrumental, a data marcou o início da segunda etapa do festival, que traz cinco shows por noite ao palco principal da praça Nauro Machado, até este sábado, 2.

A sequência de grandes apresentações começou às 19h30, com os maranhenses do Bloco Afro Akomabu. Mas a configuração gratuita fez com que horários e line-ups fossem meras formalidades, com atividades ocupando todas as esquinas do arquitetonicamente belo centro da cidade — um patrimônio cultural da humanidade, tombado pela UNESCO desde 1997.

Duas Cidades, do BaianaSystem, entrou na nossa lista de Melhores Discos Nacionais de 2016

A sexta edição teve a descentralização como característica. No Beco dos Catraeiros, separado por uma caminhada de dois minutos da praça, foi montada uma “kombi musical” onde, desde às 19h, bandas locais selecionadas pela curadoria do festival se alternaram apresentando covers variados (desde “Você Ainda Pensa?”, de Johnny Hooker, até “Olhos Coloridos”, de Sandra de Sá) e produções autorais. A outros poucos metros, a Praça do Reggae também atraía centenas de pessoas para um set de DJs que honraram o apelido de “Jamaica do Brasil” da capital com faixas que colocaram todos para dançar — juntos, no maior estilo de reggae lento maranhense.

Na Lauro Machado, a paulista LaBaq subiu ao palco às 20h15 para uma suave apresentação guiada pelos nuances da guitarra elétrica, e das delicadas músicas do disco de estreia dela, voa (2016). O contraste do show veio às 21h, com a forte performance da atriz Áurea Maranhão, inspirada na política “Todo Mundo Nasce Artista”, do debute da paraense Aíla, Trelelê (2012).



Áurea apresenta o festival há quatro anos, e sempre prepara performances exclusivas para o evento, que dependem do line-up e do contexto político de cada edição. “Hoje o tema foi arte contra censura. Nós temos vivenciado muita repressão em relação à arte contemporânea, aos artistas, então foi um pedido para que nos unamos. Afinal, nós somos os construtores desse país, não pedintes, não vagabundos e nem pedófilos. Apenas artistas”, explica.

Lurdez da Luz continuou a predominância e o poder feminino da noite. No palco, a paulistana teve a companhia do músico Craca (que se apresenta novamente no festival nesta sexta, 1, com Dani Nega) e passeou por hits da carreira calcada no hip-hop, que começou com o elogiado disco autointitulado, fruto da colaboração com Jorge Du Peixe, do Nação Zumbi, e do norte-americano Rob Mazurek.

A noite terminou com o esperado show do BaianaSystem, que se mostrou mais uma vez um dos melhores da música contemporânea nacional. Acompanhado do guitarrista Roberto Barreto, do baixista Marcelo Seko, dos percussionistas Ícaro Sá e Japa System e do DJ João Meirelles, Russo Passapusso fez uma performance completamente entregue ao público.

A estreia da banda no Maranhão foi política (repleta de gritos que clamavam “fora, Temer!” e “cala a boca da mídia suja”), forte e completa, não deixando que o público sentisse falta de nenhum sucesso do aclamado Duas Cidades (2016), com “Lucro: Descomprimido” e “Dia de Caça” sendo extremamente celebradas. Uma apresentação que não é reggae, não é rock, não é samba, mas sim uma “terapia”, como diz a música homônima da banda. Uma mistura de energias que representou muito bem a pluralidade celebrada em cada canto do BR 135.


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Stranger Things é oficialmente renovada e terá terceira temporada na Netflix

RollingStone - sex, 01/12/2017 - 14:12

A série hit da Netflix Stranger Things ganhará novos episódios nos próximos meses. A plataforma de streaming anunciou nesta sexta, 1º, a terceira temporada da produção.

A confirmação foi feita com uma enquete no Twitter. O perfil da Netflix perguntou aos seguidores: “Devemos fazer uma terceira temporada de Stranger Things?”, dando as opções de “SIM!” e “Não”. Depois de pouquíssimos minutos, a página encerrou a brincadeira e deu a tão esperada notícia em um tuíte: “Pelo amor de Steve, duh! Apertem os cintos – a terceira temporada vai oficialmente acontecer!”.

Stranger Things foi tema de matéria de capa da Rolling Stone Brasil, leia o texto na íntegra

Veja abaixo a publicação.

FOR THE LOVE OF STEVE, DUH! So hold tight baby darts — season 3 is officially happening.

— Netflix US (@netflix) December 1, 2017

Depois de estrear e estourar em 2016, Stranger Things ganhou no último mês de outubro uma segunda temporada. Os novos episódios contaram com o retorno dos amados personagens do primeiro ano, incluindo Eleven (Millie Bobby Brown), Mike Wheeler (Finn Wolfhard), Dustin Henderson (Gaten Matarazzo), Lucas Sinclair (Caleb McLaughlin) e Will Byers (Noah Schnapps), além de Joyce Byers (Winona Ryder) e Jim Hopper (David Harbour). Eles devem retornar para o terceiro ano.

Os criadores da série original da Netflix, Matt e Ross Duffer, já haviam comentado sobre a possibilidade de uma terceira temporada. Em entrevista recente ao Vulture, Ross disse: “Estamos pensando que vai ser uma coisa de quatro temporadas e depois acabar”. “Só temos que continuar ajustando a história”, acrescentou Matt. “Mesmo eu não sabendo se vamos conseguir justificar algo ruim acontecendo com eles uma vez por ano”. Ross ainda disse: “Eles vão ter que sair da merda dessa cidade! É ridículo!”.

Este ano, Stranger Things recebeu impressionantes 18 indicações ao Emmy, entre elas Melhor Série Dramática, Melhor Ator Coadjuvante (para David Harbour) e Melhor Atriz Coadjuvante (para Millie Bobby Brown). As duas primeiras temporadas da série estão disponíveis na Netflix.

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Jules une guitarras com batidas eletrônicas e vocais de soul no EP de estreia, City Lies

RollingStone - sex, 01/12/2017 - 13:24

Nesta sexta-feira, 1º, o trio paulistano Jules lança primeiro EP da carreira, com o título City Lies. O lançamento conta com faixas originais, entre elas “What Did I Say”, “Clouds”, “Do What You Gotta Do” e "Marginal", além de “Numb”, que é uma releitura da música composta por Gary Clark Jr.

O grupo formado em 2015 é composto por Mariana Castello (voz), Daniel Chalfon (synths, baixo e bateria eletrônica) e Matheus Zigano (guitarra e voz). O grupo é caracterizado por misturar rock and roll, soul music e electro, criando uma música pop que une solos de guitarra com batidas de música eletrônica e vocais de soul.

O EP foi produzido pela banda junto a Ceah Pagotto, produtor musical paulista e integrante da banda Lumencraft, tendo sido gravado no estúdio AudioArena.

Ouça o EP abaixo.

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Reputation, novo disco de Taylor Swift, chega aos maiores serviços de streaming

RollingStone - sex, 01/12/2017 - 13:08

O novo disco de Taylor Swift, Reputation, chegou aos maiores serviços de streaming nesta sexta, 1º. A cantora inicialmente lançou o álbum apenas em formato físico e para download pago, deixando fora das plataformas pelas três semanas iniciais, desde 10 de novembro.

Apesar da decisão temporária de manter Reputation fora dos serviços de streaming, apenas na semana de estreia, o LP vendeu mais de 1,2 milhão de cópia só nos Estados Unidos, dando ao álbum a melhor semana de vendas de 2017. E, ainda que não estivesse disponível para streaming, o disco poderia ser comprado digitalmente, inclusive pelo iTunes, da Apple.

Leia também: Taylor Swift abandona dramas da mídia em Reputation, disco mais íntimo da carreira

Taylor teve uma relação tumultuada com os serviços de streaming no passado. Ela tirou o catálogo dela de todas as plataformas em 2014. Na mesma época, chamou os serviços de “um grande experimento” e disse que estava apreensiva sobre como as plataformas pagariam os artistas. No entanto, em 2015, ela tornou 1989 disponível na Apple Music, após as políticas da empresa mudarem na maneira como pagam artistas, ainda que ela não tenha feito nenhum acordo exclusivo com a Apple.

Apesar de inicialmente não liberar Reputation para streaming, no começo deste ano, ela decidiu colocar todo o catálogo dela de volta nas plataformas. “Em celebração a 1989 ter vendido mais de 10 milhões de cópias ao redor do mundo, Taylor quer agradecer aos fãs colocando todo o catálogo dela de volta nos serviços de streaming”, a equipe dela tuitou na época.

É incerto qual foi a lógica por trás do tempo que Reputation ficou fora das plataformas, mas o disco agora está em Spotify, Apple Music e outros serviços a partir desta sexta, 1º.

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Demi Lovato divulga novas prévias de 'Tell Me You Love Me'

Terra Música - qui, 30/11/2017 - 19:28
A data está marcada e Demi Lovato não para de soltar spoilers do clipe de "Tell Me You Love Me". ...
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Billboard Women in Music Awards 2017 rola nesta quinta (30)

Terra Música - qui, 30/11/2017 - 15:41
Chegou o grande dia! Acontece, nesta quinta-feira (3), a edição de 2017 do Billboard Women in ...
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Sigur Rós inflama dinâmicas em show para “fãs silenciosos” em São Paulo

RollingStone - qui, 30/11/2017 - 15:41

É uma cena difícil de imaginar: um artista islandês lotando praticamente todos os 7 mil lugares de uma casa como o Espaço das Américas, em São Paulo (que vai receber em breve, por exemplo, o astro britânico Harry Styles), em plena quarta-feira, 29, um dia de semana. E não se trata da consagrada Björk e nem dos “queridinhos” do Lollapalooza Of Monsters and Men, que já esteve no Brasil duas vezes recentemente.

O grupo em questão é o Sigur Rós, um (agora) trio de post rock/post punk cultuado mundialmente e que retornou ao Brasil após 16 anos da passagem anterior. O show, uma “edição de luxo” do Popload Gig, foi uma espécie de encontro ritualístico, que pouco teve de interação e agitação, mas no qual os presentes puderam compartilhar da atmosfera reflexiva criada pelas sonoridades estendidas e os cenários iluminados dos europeus.

As estruturas foram fundamentais para o show. Havia diversos bastões e construções que mudaram de brilho e entonação conforme a canção apresentada e o telão foi uma atração complementar, exibindo tanto gravações de cenários filmados quanto animações baseadas em formas geométricas, variando cores e dimensões de profundidade. Até por isso (a impossibilidade de trazer a estrutura completa de show), a banda demorou a vir ao Brasil, segundo os integrantes revelaram em entrevista ao Estado de S. Paulo.

Com os estímulos visuais, o show do Sigur Rós foi praticamente “silencioso” por parte do público. Ninguém cantou junto – até porque praticamente ninguém entende islandês – e os gritos vinham normalmente quando as canções acabavam ou quando mudavam drasticamente de direção para um momento de maior agitação. O próprio vocalista e guitarrista, Jónsi Birgisson, até interpretou as poesias, mas o jeito que ele abordou os vocais acabou fazendo do microfone praticamente um instrumento adicional na sonoridade dos islandeses (pelo menos na visão da maioria dos brasileiros).

Birgisson, aliás, é o mais fundamental dos integrantes. Os vocais dele podem soar melancólicos e tranquilos e atingir o ápice de potência em questão de segundos (como na performance de “Dauðalagið”) e todo o instrumental do trio cresce junto aos gritos extensos e embebidos de eco. Apesar de sempre soturno e contemplativo, em cima do palco, o Sigur Rós deu combustível às dinâmicas e até os ruídos e barulhos – como os gerados pela guitarra tocada com arco de violino, não com o deboche de Jimmy Page no Led Zeppelin, mas com uma sensibilidade capaz de extrair candura até da guitarra mais distorcida – soaram melódicos. O baterista, Orri Páll Dýrason, acabou a apresentação sem camiseta e exausto depois da catarticamente intensa “Popplagið”.

No atual estágio da carreira, o Sigur Rós vive um revisionismo da discografia. Depois que o tecladista Kjartan Sveinsson saiu, em 2013, a banda não lançou nenhum disco (o último é Kveikur, de 2013) e segue se apresentando com um setlist que abrange tudo o que foi feito (os próprios integrantes do Sigur Rós já revelaram a possibilidade de que esta seja a última turnê extensa do grupo). Bom para os fãs órfãos brasileiros, que puderam suprir a falta da banda com um show multifacetado.

Em São Paulo, o Sigur Rós foi ritualístico. Não exatamente porque demandou algum tipo de “elevação”, mas porque cumpriu os termos do ritual: transportou milhares para um universo raro de reflexão e contemplação, em que tudo era subjetivo e pessoal, ainda que o sentimento emanado do palco fosse o mesmo. Apesar de uma atividade coletiva, o show do Sigur Rós foi extremamente baseado na experiência individual – não houve momentos de “cantar junto” e nem a narrativa sonora foi tão enfaticamente compartilhada pelos presentes. Tudo tão inusitado quanto a devoção de milhares de brasileiros a uma banda que é cultural e sentimentalmente distante como a ilha fria e minúscula de onde vem.

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Mindhunter é renovada para a segunda temporada na Netflix

RollingStone - qui, 30/11/2017 - 14:26

Os agentes do FBI Holden Ford e Bill Tench vão continuar investigando criminosos em Mindhunter, série da Netflix que estreou a primeira temporada este ano e acaba de ser renovada para mais uma leva de episódios. O anúncio foi feito nas redes sociais do serviço de streaming e da própria produção nesta quinta, 30.

Viciado em Mindhunter? Dez outras séries sobre serial killers que vão te fazer dormir com a luz acesa

“Precisamos falar com mais criminosos”, diz a frase que acompanha o vídeo com o anúncio da segunda temporada, publicado no Twitter. Veja abaixo.

We need to talk to more subjects. pic.twitter.com/7pTnxAhM0G

— MINDHUNTER (@MINDHUNTER_) November 30, 2017

Mindhunter é baseada no livro Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit, de John Douglas e Mark Olshaker, lançado em 1996. Com nomes como David Fincher (Clube da Luta, Zodíaco), Asif Kapadia (Amy) e Charlize Theron (Mad Max) na equipe de produção e direção, a série é protagonizada por Jonathan Groff e relata a empreitada do agente do FBI que foi pioneiro em investigar a psicologia de assassinos em massa.

A primeira temporada, de dez episódios, está disponível na Netflix.

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Gregory Porter revive o repertório de Nat “King” Cole em novo disco

RollingStone - qua, 29/11/2017 - 18:13

Gregory Porter é um dos raros artistas de hoje em dia que ainda dominam com maestria os idiomas sonoros vintage da música negra norte-americana, como gospel, blues, work songs e jazz. Porter esteve no Brasil em outubro para realizar duas apresentações, uma em São Paulo, no Cine Joia, e outra no Rio de Janeiro, no Vivo Rio.

Na ocasião, ele aproveitou para falar sobre o trabalho que está lançando, chamado Nat “King” Cole & Me. Pelo título, já fica claro que se trata de um tributo ao lendário crooner, que morreu em 1965. “A voz de Nat sempre esteve presente em minha vida”, ele fala. “A música dele me inspirou de muitas formas, especialmente quando escrevo minhas próprias canções. Nat cantava com honestidade e emoção. Escolhia o que gravava com muito bom gosto. Pautou a minha conduta artística.”

No repertório do trabalho estão grandes hits, como “Mona Lisa” e “Smile”, mas Porter conta que decidiu ficar longe de uma coleção de sucessos óbvios. “Eu resgatei várias facetas da obra dele. Nat começou como cantor e pianista de jazz. Depois, enveredou pelas baladas orquestradas. Tem tudo isso no disco, além de eu também recordar um pouco a fase latina dele.”

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Jay-Z e Beyoncé: rapper revela que casal trabalhou em disco colaborativo

RollingStone - qua, 29/11/2017 - 15:59

Um disco colaborativo entre Jay-Z e Beyoncé quase se tornou realidade. O rapper deu uma nova entrevista ao principal jornal norte-americano, o New York Times, e confirmou que trabalhou em um álbum em conjunto com a cantora pop e esposa dele.

“Não acontece desse jeito. Estávamos usando nossa arte quase como uma forma de sessão de terapia. E daí começamos a fazer músicas juntos”, disse Jay-Z quando perguntado se ele discutiu com a parceira sobre lançar músicas tão íntimas. Ele e Beyoncé compuseram em parceria enquanto trabalhavam nos recentes lançamentos deles, 4:44 (2017) e Lemonade (2016).

4:44: Um guia faixa-a-faixa do 13º disco de Jay-Z

Jay-Z continuou falando de Lemonade, LP íntimo e pessoal que ficou conhecido como o disco em que Beyoncé expõe – e lida com – uma suposta traição do marido. “As músicas que ela estava fazendo na época estavam muito à frente. Então o disco dela meio que saiu como o oposto do álbum conjunto que estávamos fazendo”, revelou.

“Ah, ainda temos muitas daquelas músicas”, seguiu o rapper, deixando em aberto que a produção dele com Beyoncé ainda pode ver a luz do dia. “E aquilo meio que se tornou isso [os discos mais recentes deles]. Nunca houve um ponto em que estivemos pensando, tipo: ‘Estou fazendo este álbum’. Eu estava lá o tempo inteiro.”

Assim como Lemonade, o último LP de Jay-Z, 4:44, é altamente pessoal e trata da vida dele como empresário, rapper, pai e marido. Nas letras, ele comenta a tal traição revelada no álbum de Beyoncé, lançado um ano antes, e também fala sobre os traumas do passado, o entretenimento contemporâneo e outras questões – leia aqui a nossa resenha de 4:44.

Jay-Z é o artista com mai sindicações ao próximo prêmio Grammy, que acontece em 2018. Veja a lista completa.

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Dulce Maria e Sofia Oliveira lançam clipe de 'Me Beija'

Terra Música - qua, 29/11/2017 - 15:47
Depois de muita espera, finalmente saiu o clipe de "Me Beija", parceria entre Sofia Oliveira e a ...
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Confirmado: Radiohead e Flying Lotus vêm ao Brasil para shows em SP e RJ em 2018

RollingStone - qua, 29/11/2017 - 12:59

Agora está confirmado: o Radiohead vem sim ao Brasil em 2018. A banda de Thom Yorke se apresenta duas vezes no país, em São Paulo e no Rio de Janeiro, pelo Soundhearts Festival, que reúne também o músico e produtor norte-americano Flying Lotus, o projeto Junun e o grupo brasileiro Aldo the Band.

O Radiohead entrou na nossa lista de maneiras inusitadas de se lançar um disco

Os shows acontecem nos dias 20 e 22 de abril, respectivamente em Rio de Janeiro e São Paulo. A apresentação carioca foi marcada para o Parque Olímpico da cidade, enquanto o show paulista ocorre no Allianz Parque, o estádio do Palmeiras. Depois, o festival, que antes também passa por Buenos Aires (Argentina) e Lima (Peru), segue para Bogotá (Colômbia).

Os ingressos ainda não tiveram os preços e nem a data de venda divulgados.

A informação dos shows já vinha sendo divulgada por jornalistas e vastamente compartilhada na internet, mas ainda carecia de confirmação. Nesta quarta, 29, o perfil oficial do Radiohead no Twitter e a produtora Move Concerts Brasil tiraram qualquer dúvida dos fãs. Veja abaixo as postagens.

Radiohead will play some festival shows in South America in April 2018. For full details go here: https://t.co/ri8Ff5KEDy

— Radiohead (@radiohead) November 29, 2017

O Radiohead tem um dos shows mais aguardados no Brasil dos últimos anos. Isto porque a última vinda da banda ao país aconteceu em 2009, quando o grupo estava em turnê com o álbum In Rainbows (2007), em evento que teve também o Kraftwerk e o Los Hermanos, em São Paulo.

Desde então, o Radiohead já lançou mais dois discos de inéditas: The King of Limbs (2011) e o recente A Moon Shaped Pool (2016). Este ano, em junho, o grupo britânico celebrou os 20 anos do emblemático álbum OK Computer (1997) com uma reedição estendida do LP chamada OKNOTOK.

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Mallu comemora dez anos de “Tchubaruba” com vídeo e lembrança do Programa do Jô

RollingStone - ter, 28/11/2017 - 19:43

“Tchubaruba”, o primeiro grande sucesso de Mallu Magalhães, saiu há cerca de dez anos, época em que a cantora estourou na internet brasileira. Para comemorar a data, ela lançou nesta terça, 28, um novo vídeo para a canção, que traz imagens de participações dela em programas de TV, como o Programa do Jô, o Altas Horas e o Caldeirão do Huck.

O clima nostálgico do clipe é reforçado por uma nova performance da canção, na qual Mallu – agora ainda com apenas 25 anos – aparece reintrepretando a faixa, que originalmente é levada ao violão, em um teclado. O curto (pouco mais de 3 minutos) vídeo recém lançado é assinado pela equipe de Andre Tentugal, segundo comunicado à imprensa.

Mallu ainda marcou a data com um texto publicado no Facebook e direcionado aos fãs. Entre lembranças e declarações, ela acaba a publicação com uma curiosa lista de “dez momentos mais marcantes, mais ou menos cronologicamente, das coisas bonitas que já fiz”, segundo ela. Entre os momentos estão cantar “Janta” com o atual marido dela, o ex-Los Hermanos Marcelo Camelo e encontrar personalidades como Rita Lee e Jorge Ben.

Abaixo, assista ao vídeo e leia o texto de Mallu Magalhães.

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Grammy 2018: confira a lista de indicados

Terra Música - ter, 28/11/2017 - 18:09
Tá na hora de descobrir quem pode terminar 2018 com um Grammy na mão. Afinal, a lista de ...
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Jay-Z e Kendrick Lamar lideram indicações de Grammy

Terra Música - ter, 28/11/2017 - 17:38
O álbum confessional de Jay-Z sobre amor, vida e fraturas sociais liderou as indicações ao ...
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Grammy 2018: Jay-Z, Kendrick Lamar e Bruno Mars lideram indicações

RollingStone - ter, 28/11/2017 - 13:45

Jay-Z lidera as indicações à 60ª edição do Grammy, com um total de oito citações. Além do rapper — que já ganhou 21 títulos da premiação — Kendrick Lamar e Bruno Mars concorrem em sete e seis categorias, respectivamente. A cerimônia de entrega do mais prestigiado prêmio da música norte-americana acontece no Madison Square Garden, em Nova York, em 28 de janeiro de 2018, com apresentação de James Corden (que também comandou o evento em 2017).

As citações de Jay-Z e Mars incluem as três principais categorias da noite: Álbum do Ano (por 4:44 e 24K Magic, respectivamente), Gravação do Ano (“The Story of O.J.” e “24K Magic”) e Música do Ano (“4:44” e “That’s What I Like”). Lamar ficou de fora apenas da última, competindo com Damn. (Álbum do Ano) e “Humble.” (Gravação do Ano).

Relembre quem venceu Álbum do Ano no Grammy 2017

Os dois últimos indicados a Álbum do Ano são Lorde (com Melodrama) e Childish Gambino (com “Awaken, My Love!”). O músico, que recebeu cinco citações, também compete por Gravação do Ano, por “Redbone”. O hit “Despacito”, de Luis Fonsi e Daddy Yankee, com participação de Justin Bieber, batalha na categoria e é o único dos cinco indicados a Gravação a concorrer em Música do Ano (que tem “Issues”, de Julia Michaels, e “1-800-273-8255”, de Logic, com participação de Alessia Cara e Khalid, completando a concorrência).

Julia, Alessia e Khalid concorrem pelo posto de Melhor Artista Revelação, assim como SZA e Lil Uzi Vert. Os novatos Khalid e SZA mostraram força ao receber cinco indicações cada.

Grammy 2017: Veja como foram as apresentações da cerimônia

Nos títulos dedicados ao rock, os finados Chris Cornell e Leonard Cohen concorrem por Melhor Performance (com “The Promise” e “You Want It Darker”, respectivamente). Quanto ao Melhor Álbum do gênero, competem Queens of the Stone Age (Villains), Metallica (Hardwired… to Self-Destruct), War on Drugs (A Deeper Understanding), Mastodon (Emperor of Sand) e Nothing More (The Stories We Tell Ourselves).

Em Melhor Álbum de Música Alternativa, American Dream, do LCD Soundsystem, Humanz, do Gorillaz, Everything Now, do Arcade Fire, Sleep Well Beast, do The National, e Pure Comedy, de Father John Misty, batalham pelo Grammy.

Veja abaixo os principais indicados ao Grammy 2018.

Álbum do Ano
Awaken, My Love! — Childish Gambino
4:44 — Jay-Z
DAMN — Kendrick Lamar
Melodrama — Lorde
24K Magic — Bruno Mars

Gravação do Ano
"Redbone" — Childish Gambino
"Despacito" — Luis Fonsi & Daddy Yankee Featuring Justin Bieber
"The Story Of O.J" — Jay-Z
"HUMBLE" — Kendrick Lamar
"24K Magic" — Bruno Mars

Música do Ano
"Despacito" — Ramón Ayala, Justin Bieber, Jason "Poo Bear" Boyd, Erika Ender, Luis Fonsi & Marty James Garton (Luis Fonsi & Daddy Yankee Featuring Justin Bieber)
“4:44”— Shawn Carter & Dion Wilson (JAY-Z)
"Issues" — Benny Blanco, Mikkel Storleer Eriksen, Tor Erik Hermansen, Julia Michaels & Justin Drew Tranter (Julia Michaels)
"1-800-273-8255" — Alessia Caracciolo, Sir Robert Bryson Hall II, Arjun Ivatury, Khalid Robinson (Logic Featuring Alessia Cara & Khalid)
"That's What I Like" — Christopher Brody Brown, James Fauntleroy, Philip Lawrence, Bruno Mars, Ray Charles McCullough II, Jeremy Reeves, Ray Romulus & Jonathan Yip (Bruno Mars)

Artista Revelação
Alessia Cara
Khalid
Lil Uzi Vert
Julia Michaels
SZA

Melhor Álbum Alternativo
Everything Now — Arcade Fire
Humanz — Gorillaz
American Dream — LCD Soundsystem
Pure Comedy — Father John Misty
Sleep Well Beast — The National

Melhor Álbum Urbano Contemporâneo
Free 6lack — 6lack
Awaken, My Love! — Childish Gambino
American Teen — Khalid
Crtl — SZA
Starboy — The Weeknd

Melhor Álbum Dance/Eletrônica
Migration — Bonobo
3-D The Catalogue — Kraftwerk
Mura Masa — Mura Masa
A Moment Apart — Odesza
What Now — Sylvan Esso

POP

Melhor Álbum Vocal Pop
Kaliedoscope EP — Coldplay
Lust For Life — Lana Del Rey
Envolve — Imagine Dragons
Rainbow — Kesha
+ (Divide) — Ed Sheeran

Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional
Nobody But Me (Deluxe Version) - Michael Bublé
Triplicate - Bob Dylan
In Full Swing - Seth Macfarlane
Wonderland - Sarah McLachlan
Tony Bennett Celebrates 90 - (Various Artists) Dae Bennett, Producer

Melhor Performance Solo Pop
Love So Soft — Kelly Clarkson
Praying — Kesha
Million Reasons — Lady Gaga
What About Us — P!nk
Shape Of You — Ed Sheeran

Melhor Dupla Pop/Performance em Grupo
The Chainsmokers — "Something Just Like This" ft. Coldplay
Luis Fonsi & Daddy Yankee — "Despacito" ft. Justin Bieber
Imagine Dragons — "Thunder"
Portugal. The Man — "Feel It Still"
Zedd — "Stay" ft. Alessia Cara

ROCK

Melhor Performance de Rock
"You Want It Darker" — Leonard Cohen
"The Promisse" — Chris Cornell
“Run" — Foo Fighters
"No Good" — Kaleo
"Go To War" — Nothing More

Melhor Música de Rock
"Atlas, Rise!”— James Hetfield & Lars Ulrich, songwriters (Metallica)
"Blood In The Cut" — JT Daly & Kristine Flaherty, songwriters (K.Flay)
"Go To War" — Ben Anderson, Jonny Hawkins, Will Hoffman, Daniel Oliver, David Pramik & Mark Vollelunga, songwriters (Nothing More)
"Run" — Foo Fighters, songwriters (Foo Fighters)
"The Stage" — Zachary Baker, Brian Haner, Matthew Sanders, Jonathan Seward & Brooks Wackerman, songwriters (Avenged Sevenfold)

Melhor Álbum de Rock
Emperor Of Sand — Mastodon
Hardwired…To Self Destruct — Metallica
The Stories We Tell Ourselves — Nothing More
Villains — Queens Of The Stone Age
A Deeper Understanding — The War On Drugs

Melhor Performance de Metal
"Invisible Enemy" — August Burns Red
"Black Hoodie" — Body Count
"Forever" — Code Orange
"Sultan’s Curse" — Mastodon
"Clockworks" — Meshuggah

RAP

Melhor Álbum de Rap
4:44 — Jay-Z
DAMN — Kendrick Lamar
Culture — Migos
Laila’s Wisdom — Rapsody
Flower Boy — Tyler, The Creator

Melhor Performance de Rap
"Bounce Back" — Big Sean
"Bodak Yellow" — Cardi B
"4:44" — Jay-Z
"HUMBLE" — Kendrick Lamar
"Bad And Boujee" — Migos Featuring Lil Uzi Vert

Melhor Música de Rap
"Bodak Yellow" — Dieuson Octave, Klenord Raphael, Shaftizm, Jordan Thorpe, Washpoppin & J White, (Cardi B)
"Chase Me" — Judah Bauer, Brian Burton, Hector Delgado, Jaime Meline, Antwan Patton, Michael Render, Russell Simins & Jon Spencer (Danger Mouse Featuring Run The Jewels & Big Boi)
"HUMBLE" — Duckworth, Asheton Hogan & M. Williams II, (Kendrick Lamar)
"Sassy” — Gabouer & M. Evans,(Rapsody)
"The Story Of O.J" — Shawn Carter & Dion Wilson,(Jay-Z)

Melhor Performance de Rap/Cantada
"PRBLMS" — 6Lack
"Crew" — Goldlink Featuring Brent Faiyaz & Shy Glizzy
"Family Feud" — Jay-Z ft. Beyoncé
"LOYALTY" — Kendrick Lamar ft. Rihanna
"Love Galore" — SZA ft. Travis Scott.

R&B
Melhor Álbum de R&B
Daniel Caesar — Freudian
Ledisi — Let Love Rule
Bruno Mars — 24K Magic
Pj Morton — Gumbo
Musiq Soulchild — Feel The Real

Melhor Performance de R&B
Daniel Caesar ft Kali Uchis — "Get You"
Kehlani — "Distraction"
Ledisi — "High"
Bruno Mars — "That’s What I Like"
SZA — "The Weekend"

Melhor Performance de R&B Tradicional
The Baylor Project — "Laugh And Move On"
Childish Gambino — "Redbone"
Anthony Hamilton Featuring The Hamiltones— "What I’m Feelin"
Ledisi — "All The Way"
Mali Music — "Still"

Melhor Música de R&B
PJ Morton (PJ Morton) — "First Began"
Alfredo Gonzalez, Olatunji Ige, Samuel David Jiminez, Christopher McClenney, Khalid Robinson & Joshua Scruggs (Khalid)— "Location"
Donald Glover & Ludwig Goransson, songwriters (Childish Gambino)— "Redbone"
Tyran Donaldson, Terrence Henderson, Greg Landfair Jr., Solana Rowe & Pharrell Williams, (SZA)— "Supermodel"
Christopher Brody Brown, James Fauntleroy, Philip Lawrence, Bruno Mars, Ray Charles McCullough II, Jeremy Reeves, Ray Romulus & Jonathan Yip (Bruno Mars)— "That’s What I Like"

COUNTRY

Melhor Álbum de Country
Cosmic Hallelujah — Kenny Chesney
Heart Break — Lady Antebellum
Life Changes — Thomas Rhett
From a Room: Volume 1 — Chris Stapleton

Melhor Performance Solo de Country
"Body Like A Back Road" — Sam Hunt
"Losing You" — Alison Krauss
"Tin Man" — Miranda Lambert
"I Could Use A Love Song" — Maren Morris
"Either Way" — Chris Stapleton

Melhor Performance de Raízes Americanas
"Cumberland Gap" — David Rawlings
"I Wish You Well" — The Mavericks
"If We Were Vampires" — Jason Isbell And The 400 Unit
“It Ain’t Over Yet" — Rodney Crowell Featuring Rosanne Cash & John Paul White
"My Only True Friend" — Gregg Allaman

Melhor Álbum de Comédia
The Age Of Spin & Deep In The Heart Of Texas — Dave Chapelle
Cinco — Jim Gaffigan
Jerry Before Seinfeld — Jerry Seinfeld
A Speck Of Dust — Sarah Silverman
What Now? — Kevin Hart

Melhor Música Escrita Para Trilha Sonora
“City Of Stars" — Justin Hurwitz, Benj Pasek & Justin Paul, (Ryan Gosling & Emma Stone), trilha sonora de La La Land
"How Far I'll Go" — Lin-Manuel Miranda,(Auli'i Cravalho), trilha sonora de Moana: The Songs
"I Don't Wanna Live Forever (Fifty Shades Darker) — Jack Antonoff, Sam Dew & Taylor Swift, (ZAYN & Taylor Swift), trilha sonora de Fifty Shades Darker
"Never Give Up" — Sia Furler & Gregg Kurstin,(Sia), trilha sonora de “Lion"
"Stand Up For Something" — Common & Diane Warren,(Andra Day Featuring Common), trilha sonora de Marshall

Melhor Videoclipe
"Up All Night" — Beck
"Makeba" — Jain
"The Story Of O.J" — Jay-Z
"Humble" — Kendrick Lamar
"1-800-273-8255" — Logic Featuring Alessia Cara & Khalid

Melhor Filme Sobre Música
Nick Cave & The Bad Seeds— One More Time With Feeling
(The Grateful Dead)— Long Strange Trip
(Various Artists)— The Defiant Ones
(Various Artists)— Soundbreaking
(Various Artists) — Two Trains Runnin

Produtor do Ano, Não-clássico
Calvin Harris
No I.D
Greg Kurstin
Blake Mills
The Stereotypes

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Roger Waters deve se apresentar em SP no segundo semestre de 2018, diz jornal

RollingStone - ter, 28/11/2017 - 12:12

Segundo uma publicação desta terça, 28, no jornal Folha de S.Paulo, Roger Waters virá ao Brasil no início de outubro de 2018 para fazer shows da turnê US + Them. As informações são da colunista Mônica Bergamo.

O fundador do Pink Floyd lançou no semestre passado o primeiro disco solo de estúdio em 25 anos, chamado Is This the Life We Really Want? (2017), mas também carrega no repertório os clássicos de álbuns da antiga banda, entre eles The Dark Side of the Moon, Animals, Wish You Were Here e The Wall.

Luta no Palco: Roger Waters usa canções solo e clássicos do Pink Floyd para criticar Donald Trump

Caso seja confirmado, Waters deve fazer duas apresentações em São Paulo. De acordo com a jornalista, provavelmente nos dias 9 e 10 de outubro, mas ele também pode passar por Brasília e outras capitais do país. A última passagem do ex-baixista e vocalista do Pink Floyd pelo Brasil aconteceu em 2012, com shows temáticos do disco The Wall.

O show da turnê Us + Them foi desenvolvido a partir da produção de Waters em outubro do ano passado no festival Desert Trip, em Indio, na Califórnia. O visual grandioso da turnê inclui um complexo sistema de lasers que reproduz a capa do LP The Dark Side of the Moon, entre outras coisas.

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