Tom Hardy encarna anti-herói problemático no primeiro trailer de Venom

RollingStone - qui, 08/02/2018 - 14:18

Um evento turbulento do passado acaba transformando o personagem Eddie Brock no anti-herói que dá título ao novo filme da Marvel, Venom, no primeiro teaser revelado da produção. Tom Hardy (Mad Max, A Origem) estrela o vídeo, dando vida ao personagem dos quadrinhos.

“Todo mundo enfrenta alguma coisa”, diz Brock no trailer, enquanto uma música sombria e minimalista dita o clima ao fundo. “Pode ser uma morte, uma separação, um acidente. Em qualquer um dos casos, você costumava ser uma coisa. Agora, é outra”. O personagem de Hardy então aparece gritando no que pode ser uma cama de hospital: “Todos nós temos nossos problemas, nossas próprias questões, nossos próprios demônios.”

No enredo, Eddie Brock é um jornalista que se “funde” com um alienígena simbionte e acaba se tornando o Venom. O teaser dá poucas amostras das origens do personagem, mas ele parece passar pela transformação depois de sofrer um acidente trágico, uma vez que imagens de destroços e chamas são mostrados logo no começo do vídeo.

Venom é o primeiro filme solo do anti-herói muito conhecido como vilão do Homem-Aranha nos quadrinhos e até no cinema. A direção do longa é assinada por Ruben Fleischer (Zumbilândia) e o elenco ainda conta com Michelle Williams e Riz Ahmed, além de Hardy. A estreia de Venom está prevista para o começo de outubro.

Assista ao trailer abaixo.

Categorias: Notícias

AlphaBeatCancer, aplicativo brasileiro sobre tratamento de câncer, ganha prêmio em evento internacional

RollingStone - qui, 08/02/2018 - 12:36

Aconteceu no última dia 19 a mais recente edição do Indie Prize USA, evento anual que elege os melhores games e apps independentes. Este ano, o aplicativo brasileiro AlphaBeatCancer foi eleito pela audiência como o melhor da apresentação, ganhando de outros 60 finalistas.

O app emula, através de mini-games, a jornada que um paciente com câncer enfrenta. O jogador executa tarefas como eliminar células malignas, fazer biópsias e ajudar plaquetas. Através de uma arte simples, fofa e cativante, um assunto sério é abordado de forma divertida e educativa.

Totalmente gratuito e disponível para iOS e Android, o AlphaBeatCancer, que já foi baixado mais de 13 mil vezes no Brasil, foi desenvolvido pela empresa Makutu Interatividade, em parceria com a ONG Beaba (entidade que completou quatro anos e já impactou 500 mil pessoas) com o objetivo de conscientizar e informar de forma otimista sobre o tratamento de câncer.

O download do game pode ser feito através da Apple Appstore e no GooglePlay. Veja abaixo um vídeo do jogo.

Categorias: Notícias

Ícone da geração de 50, James Dean morreu como viveu: de forma rápida e destemida

RollingStone - qua, 07/02/2018 - 17:55

Jaqueta, camiseta branca, calça jeans, pose de bad boy e um cigarro entre os lábios. É assim que nos lembramos de vários ícones dos anos 50/60, mas somente um deles teve uma carreira tão intensa quanto meteórica, que começou e terminou nesse período. James Dean nasceu em 8 de fevereiro de 1931, no entanto, sua vida terminou aos 24 anos, em uma estrada da Califórnia. O ator sofreu um acidente de carro em 30 de setembro de 1955.

Esse quase um quarto de século foi suficiente para transformar James Byron Dean em estrela. O ator fez quatro pequenas pontas em filmes no início da década de 1950 e algumas participações em séries de TV. Mas foi com seu primeiro grande papel no cinema, como Cal Trask em Vidas Amargas (1955) que ele realmente ganhou os olhos o público, principalmente o feminino, e seduziu Hollywood. No longa de Elia Kazan, baseado livremente no livro A Leste Do Éden, de John Steinbeck, o galã interpretou um jovem em busca da aprovação e afeto de seu pai, que demonstra favoritismo por seu irmão. A interpretação lhe rendeu indicações a dois grandes prêmios: o Oscar de melhor ator e o Bafta de melhor ator estrangeiro.

No mesmo ano - mas já após a morte de Dean - chegou aos cinemas o personagem que fez com que ele realmente passasse a ser reconhecido no mundo todo e pelo qual é lembrado até hoje: Jim Stark, no cult Juventude Transviada, pelo qual foi indicado novamente ao Bafta. Ao lado de Natalie Wood (Judy) e Sal Mineo (John "Plato" Crawford), mostrou um retrato de sua geração em uma espécie de comentário social a respeito dos adolescentes "rebeldes sem causa" - que por sinal, é o título original do longa (Rebel Without a Cause). O filme, indicado a três Oscar, foi dirigido por Nicholas Ray.

Seu papel derradeiro no cinema foi em Assim Caminha a Humanidade (1956), que foi finalizado e lançado em 1956, pouco mais de um após a morte de Dean. O épico de mais de três horas de duração e com um estrelado elenco, que trazia ainda Elizabeth Taylor, Rock Hudson, Dennis Hopper e, mais uma vez, Sal Mineo, conta a história de um rancheiro do Texas (Hudson) e sua família ao longo dos anos e aponta como a indústria do petróleo enriqueceu os fazendeiros do estado norte-americano. A obra destacou-se por tratar do preconceito de maneira bastante escancarada para a época. James Dean viveu o papel do ambicioso Jett Rink, funcionário da família que se apaixona por Leslie (Taylor), a esposa do patriarca.

Fora das telas, o artista ainda teve alguns papeis no teatro. Participou de duas peças da Broadway e quatro off-Broadway, a maioria delas antes do sucesso na sétima arte. Após sua morte, a figura de James Dean pôde ser vista na pele de alguns atores nas cinebiografias que foram feitas retratando a curta vida desse ídolo dos anos 50 (a mais recente delas, de 2001, contou com James Franco no papel do biografado). Assuntos não faltaram para relatar: a suspeita de que fosse homossexual, mas que os estúdios escondiam isso; a paixão por corridas de carro, que acabou sendo, de certa forma, o que interrompeu sua vida antes da hora, além de sua morte no auge da carreira e as consequências disso.

"Viva depressa, morra jovem e deixe um cadáver bonito"
A máxima acima foi proferida pelo personagem Nick Romano (vivido por John Derek), no filme de 1949 O Crime Não Compensa. A produção foi dirigida pelo mesmo Nicholas Ray que alguns anos mais tarde comandaria Juventude Transviada. Curiosamente, a frase passou a ser intimamente associada a James Dean após sua morte - ele, literalmente, vivia rápido, correndo em competições de carros, sua paixão. Seu acidente ocorreu na rodovia que, naquela época, tinha o nome de U.S. Route 466, enquanto o ator testava seu Porsche 550 Spyder, possivelmente acima do limite de velocidade (há controvérsias a respeito do assunto até hoje). Ele estava se familiarizando com o veículo antes de usá-lo em uma corrida, que foi realizada no mesmo dia.

Categorias: Notícias

Metallica anuncia o “Dia de Cliff Burton” na cidade natal do finado baixista

RollingStone - qua, 07/02/2018 - 15:45

O finado baixista do Metallica, Cliff Burton, vai ser homenageado naquele que seria o 56º aniversário dele. Isto porque o Condado de Alameda, na Califórnia, Estados Unidos, está proclamando o dia 10 de fevereiro como o “Cliff Burton Day”. O anúncio vem depois de fãs do Metallica darem início a uma petição no Change.org para o reconhcimento de Burton na cidade natal dele, Castro Valley.

O Metallica anunciou a novidade no Twitter, escrevendo: “É oficial! O Condado de Alameda acaba de proclamar o dia 10 de fevereiro de 2018, que seria o 56º aniversário de Cliff Burton, como o ‘Dia de Cliff Burton’. Obrigado a todos os fãs que estiveram por trás desta iniciativa. Nós amamos que ele continua sendo venerado.”

Integrantes do Metallica falaram de Cliff Burton em vídeo do livro de Master of Puppets

Burton nasceu e foi criado na região do Castro Valley, que fica a sul de Oakland. Conforme a proclamação do Condado de Alameda afirma, Burton começou a tocar música aos seis anos de idade, indo do piano para o baixo depois da morte do irmão, Scott. No ensino médio e depois, Burton formou e tocou em diversas bandas, gradativamente construindo uma reputação para ele na área da baía de São Francisco.

Eventualmente, Burton angariou a atenção dos cofundadores do Metallica, James Hetfield e Lars Ulrich e, em 1983, o grupo de heavy metal lançou o disco de estreia, Kill ‘Em All. O álbum, de maneira notável, traz a faixa “(Anesthesia) – Pulling Teeth”, um solo de baixo instrumental com apenas Burton e Ulrich o acompanhando na bateria. O Metallica veio a lançar mais dois discos com Burton, Ride the Lightening, de 1984, e Master of Puppets, de 1986, antes de o baixista morrer tragicamente em um acidente de ônibus enquanto a banda estava em turnê pela Suécia.

Categorias: Notícias

“Não estou me aposentando”, diz Ozzy Osbourne sobre última turnê, que vem ao Brasil em maio

RollingStone - qua, 07/02/2018 - 13:21

Meio século após iniciar a carreira com o Black Sabbath, e quatro décadas após decidir seguir seu próprio caminho, Ozzy Osbourne embarca em sua última turnê mundial.

O músico se questiona em voz alta: “Vai mesmo fazer 40 anos desde que iniciei minha carreira solo? É, acho que sim. O tempo passou muito rápido.” Batizada de No More Tours 2 – uma menção cômica à turnê que também seria a última, chamada “No More Tours”, do começo dos anos 1990 – as apresentações se estenderão ao longo de dois anos, passando por cidades dos Estados Unidos, México, América do Sul e Europa. Durante os shows em território norte-americano (que começam em agosto, no estado da Pensilvânia, e encerram em outubro, em Las Vegas) a abertura do evento ficará por conta da banda Stone Sour.

Ozzy Osbourne está na nossa lista de shows mais aguardados de 2018

Apesar de ter todos os indícios de um turnê de despedida, Osbourne disse à Rolling Stone EUA que esse não será o fim da sua carreira. “Eu não estou me aposentando”, ele conta através de uma ligação feita da sua casa em Los Angeles. “É apenas ‘sem mais turnês’, então só não farei mais turnês mundiais. Continuarei fazendo shows, mas não vou mais viajar por seis meses para me apresentar. Quero passar mais tempo em casa.”

Da forma como vê, ele está simplesmente alcançando um equilíbrio na vida. “Já tive experiências maravilhosas, minha jornada tem sido incrível. Preciso só diminuir o ritmo”, ele continua, acrescentando que, após anos perdendo momentos importantes da vida dos filhos, ele quer estar mais presente para o resto da família. O músico, que se tornou avô recentemente, diz que gosta “de ser avô. Não quero perder o crescimento de mais uma geração de Osbournes.”

Mesmo com tudo isso, ele garante que não perdeu a paixão por se apresentar. “Se você já foi a um show do Ozzy Osbourne, sabe que eu não fico lá parado com o dedo na bunda. Eu sou rock & roll. Quanto mais os fãs se divertirem, mais eu mesmo me divirto”.

A banda que o acompanhará durante a turnê será composta por seu companheiro de longa data, Zakk Wylde, na guitarra, o baixista Blasko, o baterista Tommy Clufetos e o tecladista Adam Wakeman. “Acredite se quiser, mas o Zakk é o guitarrista com quem toquei por mais tempo desde o Sabbath. Não sei o que ele tem que funciona tão bem entre nós, mas fico muito feliz que funcione”, Osbourne comenta.

Ele conta que já está pensando nas músicas que farão parte dos setlists. “Ainda não cheguei a sentar para decidir e escrever quais músicas serão tocadas, mas claro que ‘Paranoid’ e ‘Crazy Train’ estão entre elas. Quero tocar também ‘Mama, I’m Coming Home’ e ‘No More Tears’. Tenho muitas opções. Pensei também em colocar na lista ‘Waiting for Darkness’ [do disco Bark at the Moon], que nunca toquei ao vivo.”

Quando questionado sobre a última turnê do Black Sabbath, e se aprendeu alguma coisa com ela, ele responde que “Não. O Black Sabbath é algo completamente diferente. Nele eu era apenas um vocalista com uma banda chamada Black Sabbath. A turnê de agora é Ozzy Osbourne, e eu tenho mais controle das coisas que estão acontecendo.”

Ao encerrar a turnê, ele diz que voltará sua atenção para possivelmente fazer um novo álbum. Segundo ele, “tenho oito ou nove ideias para músicas”, e pretende fazer shows nesse meio tempo. “É o que eu faço. É meu emprego. E quando digo isso, quer dizer que é minha paixão. Fazer parte de uma banda de rock e tocar para fãs que vão ao show é a maior relação de amor que já tive.”

Veja abaixo as datas em que a turnê passa pelo Brasil. Os ingressos já podem ser comprados através do site da Tickets for fun

Ozzy Osbourne - No More Tours 2 no Brasil
São Paulo
13 de maio (domingo), às 21h30
Allianz Park | Av. Francisco Matarazzo, 1705 - Água Branca (próximo ao metrô Barra Funda)
Ingressos: entre R$ 130 e R$ 680, com opções de meia-entrada

Curitiba
16 de maio (quarta), às 21h
Parque das Pedreiras | R. João Gava, 970 - Abranches
Ingressos: entre R$ 160 e R$ 650, com opções de meia-entrada

Belo Horizonte
18 de maio (sexta), às 21h
Esplanada Do Mineirão | Av. Presidente Carlos Luz - São Luiz
Ingressos: entre R$ 150 e R$ 600, com opções de meia-entrada

Rio de Janeiro
20 de maio (domingo), às 21h
Praça da Apoteose | R. Marquês de Sapucaí, 36 - Santo Cristo
Ingressos: entre R$ 175 e R$ 680, com opções de meia-entrada

Categorias: Notícias

Natalie Portman: tenho “100 histórias” de assédio sexual em Hollywood

RollingStone - qua, 07/02/2018 - 11:20

Natalie Portman vem sendo abertamente uma apoiadora da iniciativa “Time's Up” e, em nova entrevista para a revista Porter, ela explicou que tem, cada vez mais, pensado sobre as experiências dela no passado, como um resultado disso tudo.

“Eu fui de pensar: ‘Não tenho nenhuma história’ a Ah, espere, eu tenho 100 histórias’”, ela disse. “E eu acho que muitas das pessoas estão tendo esses momentos de reconhecer isso com elas mesmas, de coisas que nós tínhamos como garantidas como, tipo, parte do processo.”

Assédio em Hollywood: tudo o que você precisa saber sobre o caso Harvey Weinstein

Um incidente em particular do qual ela lembrou envolve um voo em um avião privado com um produtor que ela não quis dar nome e que tentou iniciar um beijo com Natalie .

“Estávamos apenas nós dois e apenas uma cama estava preparada”, ela disso sobre o produtor. “Nada aconteceu, eu não fui assediada. Eu tomei minha posição e disse: ‘Isso não está me deixando confortável’, e ela foi respeitada. Mas aquilo não foi nada legal, sabe? Aquilo foi realmente inaceitável e manipulativo. Eu fiquei com medo.”

No mês passado, Natalie fez um discurso poderoso na Marcha das Mulheres de Los Angeles, nos Estados Unidos, chamado o que ela e muitas outras atrizes tiveram que aturar na indústria de “terrorismo sexual”.

Categorias: Notícias

Na era da música digital, artistas encaram merchandising como um negócio em ascensão

RollingStone - ter, 06/02/2018 - 19:54

Três anos atrás, o Fall Out Boy abriu uma lojinha em Nova York, vendendo camisetas em um espaço que parecia uma clube de punk rock. Quando a banda revisitou a ideia de lojas em Nova York e Los Angeles, há poucos meses, a atmosfera e a decoração estavam notadamente melhoradas (imagem abaixo). Janelas púrpura fizeram com que os fãs se sentissem na capa do novo álbum da banda, Mania e, entre os ítens à venda, estava uma jaqueta jeans pintada à mão de US$ 150. “Está maior e mais dinheiro está circulando agora”, diz Chris Cornell, cuja companhia de merchan, Manhead, trabalha com o Fall Out Boy, Shania Twain e outros artistas. “É incrível o quão longe isso chegou.”

A comercialização de produtos relacionados à música (camisetas, pôsteres etc), que já foi uma parte minúscula da arrecadação de um artista, tornou-se um mercado em ascensão. Em 2016, as vendas de merchan relacionado à música chegou a US$ 3,1 bilhões nos Estados Unidos, representando um crescimento de 10% em relação ao ano anterior, segundo a Licensing Industry Merchandisers' Association. O grupo de análise de dados Edited clama que o número absoluto de ítens relacionados à música no mercado triplicou nos dois últimos anos. “A música migrou para ser mais digital”, diz Mat Vlasic, que comanda a companhia de merchan Bravado. “Então, os fãs estão atrás de algo físico.”

Em lojas online de artistas, lojas de varejo, lojinhas montadas e em shows, os fãs e admiradores agora dão de cara com uma variedade crescente de opções para consumo: jaqueta de couro de US$ 240 (the Weeknd), sapatos de US$ 1.050 (Kanye West) e jaquetas canadenses do tipo bomber com gola feita de pele de coiote US$ 1,095 (a linha OVO do Drake).

Conforme esta nova maneira de lucrar vai crescendo, os próprios artistas estão ficando mais envolvidos com as operações do dia-a-dia. Taylor Swift e Morrissey abriram lojinhas recentemente, e Iggy Pop fez sugestões de cores a nova linha de bermudas dele feita pela Billabong (imagem de reprodução abaixo). Também recentemente, Beyoncé e Jared Leto investiram no Sidestep, um aplicativo que permite a fãs comprarem pela internet os produtos que serão comercializados em um show e depois apenas retirá-los no local da apresentação. “Algumas pessoas gostam de ficar na fila”, diz Jesper Pulsen, da empresa de licenciamento Epic Rights. “Para mim, pessoalmente, isso tira o interesse.”

Ainda que pessoas da indústria questionem a afirmação de West – de que ele teria vendido US$ 1 milhão em merchandising durante dois dias de eventos com lojinhas montadas em 2016 –, não há dúvidas de que os lucros podem ser bastante altos. Os eventos com lojinhas montadas de Drake renderam números de venda com seis dígitos. Segundo o empresário do Panic! At the Disco, Bob McLynn, 30% dos lucros obtidos pela banda na mais recente turnê vieram de produtos. “Desde que os CDs começaram a ficar de lado, todo mundo estava tipo: ‘Como nós vamos fazer mais dinheiro?’”, diz Cornell.

Em um sinal de que o mundo do merchandising está com sucesso florescente, um mercado secundário emergiu nas margens: fãs estão colecionando ítens em lojinhas temporárias e revendendo-os na internet com preços mais elevados. “Eles estão algumas centenas de dólares por uma camiseta que custaria US$ 25”, diz Frances Wong, da agência de merch da Sony, a Thread Shop. “Depois que montamos as lojinhas do A Tribe Called Quest, as pessoas começaram a vender até as sacolinhas online por US$ 25. Foi hilário.”

Categorias: Notícias

Homem invade palco durante abertura do Festival de Sanremo

Terra Música - ter, 06/02/2018 - 19:35
A 68ª edição do Festival de Sanremo, competição mais tradicional da música italiana, começou ...
Categorias: Notícias

Rec-Beat 2018 reúne Erasmo Carlos, Otto e Don L em festival “alternativo” no carnaval de Recife

RollingStone - ter, 06/02/2018 - 17:22

O festival Rec-Beat, que acontece durante o Carnaval (entre os próximos dias 10 e 13 de fevereiro), no Recife, chega à sua 23ª edição em 2018. O line-up, agora disponibilizado por completo, conta com a ampla diversidade musical de artistas de diversas nacionalidades, origens e abordagens sonoras.

Entre os principais nomes da programação estão veteranos da música nacional, como Erasmo Carlos e Otto (este com o show mais do álbum mais recente, Ottomatopéia), além de nomes mais novos, como Johnny Hooker, Carne Doce e o maior expoente do brega funk, MC Tocha. O rapper cearense Don L e o pernambucano Diomedes Chinaski também têm shows marcados no evento.

As atrações internacionais incluem o artista espanhol Javier Díez-Ena, que apresentará o show Theremonial, o músico francês Bernard Fevre, com o projeto Black Devil Disco Club, e as argentinas do grupo Fémina, com um hip-hop resultado da mistura de ritmos, instrumentos e energia de um som único.

Com entrada gratuita, o Rec-Beat é realizado no Cais da Alfândega, e as atrações nacionais e internacionais serão divididas entre os quatro dias de festival, sendo organizados das 19h30 às 0h30, e com sets de DJs entre os shows. O encerramento de cada um dos dias fica por conta de MC Tocha, Larissa Luz, Johnny Hooker e Erasmo Carlos, respectivamente.

Veja abaixo a programação completa do festival.

Festival Rec-Beat 2018 - 23ª edição
10 a 13 de fevereiro de 2018 (sábado até a terça-feira de Carnaval)
Cais da Alfândega, Bairro do Recife
Entrada gratuita

Sábado - 10/02/18
DJ Rafoso Seletor (PE) nos intervalos entre as bandas
19h30 – DJ Ipek (Alemanha/Turquia)
21h00 – Ana Mulller (ES)
22h00 – Daniel Peixoto (CE)
23H10 - Diomedes Chinaski & Luiz Lins (PE)
00H30 – MC Tocha (PE)

Domingo - 11/02/18
19h30 – DJ Flavya (Estados Unidos)
20h00 – Arrete (PE)
21h00 – Lucas Estrela (PA)
22h00 – Javier Diez-Ena (Espanha)
23h10 – Don L (CE)
00h30 – Larissa Luz (BA)

Segunda - 12/02/18
19h30 – DJ Grace Kelly (Brasil/Alemanha)
20h00 – João do Pife e Banda Dois Irmãos (PE)
21h00 – Carne Doce (GO)
22h00 – Fémina (Argentina)
23h10 – Xenia França (BA)
00h30 – Johnny Hooker (PE)

Terça - 13/02/18
19h30 – Worm Disco Club (Inglaterra)
20h00 – Frevália (PE)
21h00 – Rimas & Melodias (SP)
22h00 – Black Devil Disco Club (Live) (França)
23h10 – Otto (PE)
00h30 – Erasmo Carlos (RJ)

Categorias: Notícias

AC/DC pode continuar fazendo shows e até gravar disco com Axl Rose como vocalista

RollingStone - ter, 06/02/2018 - 14:24

Axl Rose pode continuar aliando os trabalhos como vocalista do Guns N’ Roses e também do AC/DC. O cantor norte-americano já fez diversos shows à frente da banda australiana, mas agora, além de seguir se apresentando ao vivo, ele pode até gravar um álbum de inéditas com Angus Young e companhia.

A informação foi ventilada pelo biógrafo do AC/DC, Murray Engleheart, respeitado jornalista de música há mais de 20 anos e autor do livro AC/DC Maximum Rock and Roll: The Ultimate Story of the World’s Greatest Rock and Roll Band, de 2006. Ele, que já entrevistou diversas vezes o AC/DC, fez uma publicação no Facebook comentando a situação.

Discreto e Confiável: Malcolm Young fugia dos holofotes enquanto cuidava do legado do AC/DC

“Falem o que quiserem, mas já disse isso antes e direi novamente: o AC/DC vai continuar com Axl nos vocais – novo álbum, turnês, todo o ciclo”, escreveu Engleheart. “O que foi uma grande aposta de Angus [Young, guitarrista] acabou se tornando um grande trunfo que abriu possibilidades para o futuro.”

Axl Rose segue com o Guns N’ Roses na imensa e milionária turnê de reunião Not in This Lifetime, que traz Slash na guitarra e Duff McKagan no baixo e já passou duas vezes pelo Brasil. A excursão segue até o próximo mês de julho – e não há informações sobre a gravação de um novo disco de inéditas ou o anúncio de mais datas pelo Guns N’ Roses.

Malcolm Young, guitarrista cofundador do AC/DC, que estava afastado da banda desde 2014 devido à demência, morreu no ano passado. Antes disso, o grupo perdeu o baixista Cliff Williams, que se aposentou; o baterista Phil Rudd, preso com acusações de ameaças de morte e posse de drogas; e, claro, o ex-vocalista Brian Johnson, que teve de parar devido ao risco de perda da audição, dando lugar a Rose.

Veja a postagem no Facebook abaixo.

Categorias: Notícias

Quentin Tarantino fala sobre Harvey Weinstein e explica acidente envolvendo Uma Thurman nas gravações de Kill Bill

RollingStone - ter, 06/02/2018 - 13:31

Em uma entrevista publicada pelo site Deadline na última segunda, 5, Quentin Tarantino finalmente se esclareceu sobre o acidente de carro envolvendo a atriz Uma Thurman, durante as gravações de Kill Bill. No depoimento, o diretor também aborda questões como as acusações de abuso sexual contra Harvey Weinstein, as consequências do acidente, e acusações de crueldade feitas por Uma Thurman em artigo publicado pelo New York Times no último sábado, 3.

No artigo, Uma revela que sofreu diversos ferimentos na batida, após ser pressionada a dirigir o carro para a cena. A atriz diz ter deixado claro que não se sentia confortável em pilotar o veículo. Para piorar a situação, o estúdio responsável pelas filmagens, com medo de um processo, supostamente negou o pedido do advogado da atriz para ter acesso às imagens do acidente.

Conversando com o Deadline, Tarantino conta que Uma, 15 anos depois do ocorrido, pediu para ele as filmagens. “Tivemos que procurar em depósitos, mexer em caixas… Nem acreditei. Não achei que conseguiríamos encontrar. Era claro, e mostrava a batida e os momentos seguintes. Fiquei muito feliz de finalmente entregar à Uma”, conta o diretor. Ele diz também que sabia que o New York Times publicaria o vídeo, mas não imaginava que seria visto como o vilão da história.

Após a divulgação do vídeo, Tarantino foi imediata e energeticamente criticado por seu envolvimento no acidente. Contudo, ele diz ao site hollywoodiano que a forma como o artigo do New York Times foi escrito, faz parecer que a atriz o culpa pela batida, enquanto na realidade ela esperava que a gravação acusasse os produtores do filme. Uma publicou o vídeo em seu Instagram, na última segunda, 5, e na legenda deixa claro que o diretor não deve ser culpado pelo fato, mas que “Lawrence Bender, E. Bennet Walsh e o evidente Harvey Weinstein são exclusivamente responsáveis.”

No post ela continua dizendo que “Quentin Tarantino se mostra ainda hoje extremamente arrependido, e me entregou o material anos depois para que eu pudesse expor essa história, apesar de ser um ocorrido ao qual a justiça nunca será feita”. Ela completa afirmando que Tarantino “entregou a gravação com o total conhecimento de que isso poderia lhe prejudicar, e estou orgulhosa dele, por fazer a coisa certa e pela coragem que teve.”

O diretor explicou ao site Deadline toda a situação por trás do acidente de carro. “Comecei a ouvir do gerente de produção, Bennet Walsh, que a Uma estava apreensiva em relação à cena no volante. Nenhum de nós considerava a cena como uma manobra que necessitava de dublê. Era apenas dirigir. Tenho certeza que fiquei irritado quando fiquei sabendo da situação, mas também tenho certeza que não fiquei com raiva ou furioso. Não entrei explodindo no trailer dela, gritando para ela entrar no carro”.

Ele ainda acrescenta que, na cena, Uma precisava apenas dirigir reto em uma estrada no México. “Não tinha nenhuma descida estranha, nenhum barranco. Uma tinha carteira de motorista. Eu sabia que ela era uma motorista insegura, mas tinha a carteira”. Ele continua dizendo que ele e a atriz tiveram problemas após a batida, e que “ela me culpou por isso, e teve todo o direito de me culpar. Não era o que eu queria. Eu convenci ela a entrar no carro, garantindo que a estrada era segura. E não era. Até o carro possivelmente era duvidoso, mesmo que eu não soubesse disso na época. Tivemos nossos problemas em relação a isso”. O diretor ainda afirmou que este é "o maior arrependimento da minha vida".

Mais à frente na entrevista, Tarantino conta que, antes das filmagens de Kill Bill, a atriz havia contado para ele sobre o abuso que sofreu de Weinstein, e que o produtor já havia agido de forma similar com Mira Sorvino, namorada do diretor na época. “Enquanto nos preparávamos para começar a rodar Kill Bill, ela me contou sobre o assédio. Foi aí que percebi que havia um padrão nos ataques de Harvey, então fiz ele pedir desculpas à Uma. Ele deveria pedir desculpas e ela precisava aceitar, se quiséssemos fazer Kill Bill juntos.”

Quanto às acusações de que Tarantino cuspiu e enforcou Uma durante certas do filme, o diretor explica que “Naturalmente, eu fiz. Quem mais deveria fazer isso? Primeiro, eu não confiava no Michael Madsen para fazer isso. Se ele cuspisse, eu não teria como saber aonde o cuspe iria. Eu amo Madsen, ele é um ótimo ator, mas eu não confiava nele para esse detalhe. Então a ideia foi: eu faço. Eu assumo a responsabilidade.”

Veja abaixo o post de Uma Thurman no Instagram.

i post this clip to memorialize it’s full exposure in the nyt by Maureen Dowd. the circumstances of this event were negligent to the point of criminality. i do not believe though with malicious intent. Quentin Tarantino, was deeply regretful and remains remorseful about this sorry event, and gave me the footage years later so i could expose it and let it see the light of day, regardless of it most likely being an event for which justice will never be possible. he also did so with full knowledge it could cause him personal harm, and i am proud of him for doing the right thing and for his courage. THE COVER UP after the fact is UNFORGIVABLE. for this i hold Lawrence Bender, E. Bennett Walsh, and the notorious Harvey Weinstein solely responsible. they lied, destroyed evidence, and continue to lie about the permanent harm they caused and then chose to suppress. the cover up did have malicious intent, and shame on these three for all eternity. CAA never sent anyone to Mexico. i hope they look after other clients more respectfully if they in fact want to do the job for which they take money with any decency.

Uma publicação compartilhada por Uma Thurman (@ithurman) em 5 de Fev, 2018 às 10:15

Categorias: Notícias

Exclusivo: Youtubers reinterpretam músicas do Jota Quest em versões de rap, folk, indie rock e reggae

RollingStone - seg, 05/02/2018 - 16:26

O projeto Jota Quest Collab, produzido pela marca de instrumentos eletrônicos Roland, em colaboração com o YouTube, ganhou seu primeiro vídeo. A iniciativa busca homenagear os mais de 20 anos de sucessos da banda, gravando releituras dos clássicos “Na Moral”, “Só Hoje”, “O Vento” e “Amor Maior”. As novas versões contam com a participação dos YouTubers brasileiros Mussa, Mari Nolasco, Gabriel Elias e Jão. As música serão interpretadas por eles a partir do estilo característico de cada um: folk, reggae, indie rock e rap.

Em depoimento sobre a experiência, o vocalista e compositor do Jota Quest, Rogério Flausino, disse que o grupo “se sentiu extremamente prestigiado ao ser convidado para este desafio. Somos de uma geração que sequer poderíamos sonhar em compartilhar digitalmente nossas canções. Está sendo muito enriquecedor poder conviver e aprender mais sobre as mudanças no modo de consumo de música com esses novíssimos artistas, supertalentosos, criativos e ativos em sua base de fãs. Sem contar que ganhamos de presente lindas regravações em interpretações inimagináveis de quatro de nossas mais queridas canções. Foi muito prazeroso trabalhar com eles. E a sonoridade ficou realmente incrível”.

As releituras serão apresentadas em um show do Jota Quest com a participação dos influenciadores digitais, que acontecerá na próxima terça, 6, no YouTube Space Rio, um espaço colaborativo gratuito para o uso de criadores de conteúdo. Os clipes das músicas serão disponibilizados nos canais dos respectivos Youtubers e também nas plataformas de streaming digital.

Veja o vídeo abaixo.

Categorias: Notícias

Rouge vibra com apresentação no 'Domingão do Faustão'

Terra Música - seg, 05/02/2018 - 15:26
O grupo Rouge, formado por Karin Hils, Aline Wirley, Fantine Thó, Luciana Andrade e Li Martins, ...
Categorias: Notícias

“Vou me tornar piloto. O melhor da galáxia”: trailer de Solo oferece aos fãs tudo que eles buscam

RollingStone - seg, 05/02/2018 - 13:58

Nesta segunda, 5, o primeiro trailer completo do filme Han Solo: Uma História Star Wars foi divulgado, após uma prévia exibida durante o Super Bowl, na noite do último domingo, 4. O spinoff acompanha Han Solo em aventuras que precedem Uma Nova Esperança, o primeiro filme da saga Star Wars, lançado em 1977.

Interpretado (e imortalizado) exclusivamente por Harrison Ford desde o início da saga, desta vez o protagonista será vivido pelo ator Alden Ehrenreich, representando um Han Solo ainda jovem, ambicioso e irresponsável. Essa natureza do personagem fica evidente logo no início do trailer, quando Solo diz: “Me envolvo com fraudes e trapaças nas ruas desde os 10 anos. Fui expulso da academia de voo por pensar por mim mesmo. Vou me tornar um piloto. O melhor da galáxia.”

Apesar de não oferecer muitos detalhes sobre o enredo, o trailer indica que Solo se juntará a personagens como seu inseparável companheiro Chewbacca, Qi’Ra (interpretada por Emilia Clarke, a Daenerys de Game of Thrones) e o contrabandista Lando Calrissian, personagem que já apareceu nos filmes Star Wars: O Retorno de Jedi e Star Wars: O Império Contra-ataca, e que dessa vez será interpretado pelo ator e rapper Donald Glover. Esses personagens se unirão para uma missão proposta por Tobias Beckett (interpretado por Woody Harrelson), suposto mentor do jovem Han Solo.

A amostra oferece aos fãs tudo que eles buscam: disparos de laser, robôs, criaturas de outros planetas, Han Solo pilotando a icônica Millennium Falcon, desviando no último instante dos tentáculos de um polvo espacial enquanto diz, com a ironia e o charme habituais do personagem: “Por um segundo achei que tivéssemos um problema, mas está tudo bem. Estamos bem”.

Han Solo: Uma História Star Wars é o segundo spinoff da saga, depois de Rogue One, lançado em 2016. O filme tem data de estreia prevista para 25 de maio.

Veja o trailer abaixo.

Categorias: Notícias

Polícia de Orlando impede sequestro de Lana Del Rey; entenda o caso

RollingStone - seg, 05/02/2018 - 12:36

Na noite do último sábado, 3, a polícia de Orlando, nos Estados Unidos, prendeu Michael Hunt, de 43 anos, antes que ele conseguisse entrar em um show da cantora Lana Del Rey. Hunt era suspeito de planejar o sequestro de Lana, e foi preso perto do Orlando’s Amway Center, local onde seria a apresentação.

Ele foi acusado de perseguição e tentativa de sequestro, após publicar em suas redes sociais posts e vídeos de ameaça à cantora. Segundo o jornal Orlando Sentinel, Hunt frequentemente usava o Facebook para declarar sua obsessão à cantora. Na terça, dia 30, ele publicou “Quero ver minha rainha na sexta, e a partir desse dia, nossas decisões serão uma só”, e no dia seguinte, 31, postou um vídeo de 17 minutos em que dizia “Provavelmente vou terminar a turnê com ela, e dançar, conversar e decidir o que faremos depois.”

Hunt está detido na prisão de Orange County, e de acordo com a polícia, que conseguiu interceptar o acusado antes que ele chegasse perto da cantora, no momento da prisão ele levava consigo o ingresso do show e uma faca, mas “em momento algum ele entrou em contato” com ela.

O Orlando Sentinel também acrescentou que Hunt já havia sido preso cinco vezes, por acusações de assalto à mão armada, roubo de carros e falsificação.

No domingo, 4, Lana Del Rey tuitou uma mensagem aos fãs: “Oi pessoal. Estou bem, obrigado pelas mensagens. Amanhã estaremos em Hotlanta e mal posso esperar para ver todo mundo. Incluindo você, Yachty”.

Categorias: Notícias

O mamilo e o estrago que foi feito: o declínio de Janet Jackson pós-Super Bowl

RollingStone - seg, 05/02/2018 - 12:36

Em 2004, eu fui uma das milhões de pessoas sortudas que viram em tempo real quando o seio de Janet Jackson saiu para fora da blusa dela pelas mãos de Justin Timberlake. A imagem que mostrou o mamilo dela coberto por uma jóia foi visível apenas por um segundo, mas esse “nip slip” [como eles chamam quando uma mulher deixa o mamilo escapar para fora da roupa] teve um impacto extremo no show do intervalo do Super Bowl por anos. Com exceção de Prince tocando “Purple Rain” na chuva, os produtores estavam seguindo o caminho seguro com as lendas do rock (Paul McCartney em 2005, Rolling Stones no ano seguinte, Bruce Springsteen e The Who logo depois). A diversão contemporânea havia acabado ali e tivemos que aturar a lenta morte pública de Janet Jackson, superstar negra do pop. E por que? Por um duvidoso “acidente de figurino”? [O termo original, que ficou conhecido no mundo todo, é “wardrobe malfunction”, que seria um mau funcionamento do figurino].

Desde a chegada de seu primeiro estouro, em 1986, o single e álbum Control, Jackson reinou como uma força da natureza da indústria musical. Ela desafiou os limites da música com vídeos complexos, como "Rhythm Nation" (1989), e desafiou normas sexuais com o picante "Any Time Any Place". Janet até mesmo foi capa da Rolling Stone EUA, sem blusa, usando apenas as mãos do então-marido Renee Elizondo para se cobrir.

(Lista) As apresentações mais memoráveis do intervalo do Super Bowl

O poder dela como celebridade começou a decair com o lançamento de All for You (2001), época quando deixou de trabalhar com sua coreógrafa de longa data, Tina Landon. Mas aquilo que já tinha estabelecido com discos e músicas de sucesso ajudou a cantora a manter sua marca. Madonna, Mariah e Janet dominaram a música pop no início da década passada enquanto iniciantes como Britney, Ashanti e Beyoncé ficaram nas periferias, fazendo o que podiam.

Em casa, Janet era a segunda maior estrela da família real do pop, os Jackson, logo depois de seu irmão mais velho, Michael. Mas depois que seu seio deu um alô a quase 89 milhões de telespectadores e, possivelmente, se tornou uma inspiração para a criação do YouTube, a estrela do pop foi injustamente crucificada. Timberlake, um artista solo relativamente novato tentando se livrar das raízes de integrante de boy band — e o cara que de fato expôs o seio de Janet – pediu desculpa publicamente e cortou laços com Janet, mesmo depois de ela ter ajudado a carreira dele, aparecendo em seu primeiro disco, Justified. Talvez o fato de ter pedido desculpa logo tenha salvado Timberlake de se queimar. Ou talvez a sociedade já tivesse começado uma caça às bruxas com Janet porque ela é uma mulher negra nos EUA, e por mais que a gente tente excluir a questão das raças da nossa vida, estereótipos e as conseqüências prejudiciais deles nos atormentam.

No livro Sister Citizen, a Dra. Melissa Harris-Perry escreve que mulheres negras estão o tempo todo tentando ficar em pé e retas em uma sala entortada por estereótipos e fatores sócio-econômicos que podem colocá-las em desvantagem. Janet pode ter pensado que o escândalo todo [apelidado de Nipplegate, uma referência a Watergate] tenha sido apenas um “acidente de figurino”, mas o flash de nudez foi além disso: ela tinha, sem querer, começado um clichê sinistro a respeito da sexualidade de mulheres negras — a ideia de que mulheres negras são seres sexuais irracionais que precisam ser controlados e detidos. Janet aceitou a culpa do Nipplegate sozinha — todo mundo associado com a produção afirmou que não sabia de nada e, após um pedido de desculpa vago, Timberlake nunca mais falou sobre o assunto.

O álbum seguinte de Janet, Damita Jo, quase não tocou nas rádios e teve seus vídeos exibidos tão pouco na MTV que muita gente presumiu que ela tivesse sido banida da empresa que tinha produzido o infame show do Super Bowl. A CBS tomou uma multa de US$ 550 mil e cortou laços com a MTV. Enquanto Jackson queimava profissionalmente na fogueira, o disco de 2012 de Timberlake chegou ao topo das paradas e ganhou o Grammy - apesar de muitos na comunidade afro-americana terem ficado chateados com o cantor por ele até mesmo ter ido à premiação, depois que Jackson foi basicamente desconvidada dela por ter se recusado a pedir desculpa durante a cerimônia.

Anos depois, Timberlake admitiu que estava errado de ter desertado Jackson – e ela própria chegou a entregar que não era essa a atitude que esperava de um amigo. Mas àquela altura já não importava mais. Janet, a estrela global, adorada por causa de “If” e Poetic Justice, agora era odiada por causa do Nipplegate de 2004.

Hoje em dia, Jackson provavelmente é mais conhecida por fãs do ator Tyler Perry graças a seus papeis na cinessérie Por Que eu Me Casei?. Em 2013 ela anunciou – ou talvez tenha sido quando a mídia descobriu – que ela estava casada com o bilionário do Qatar Wissam Al Mana. Tenho certeza de que está vivendo uma vida boa. Fico feliz por ela, mas como uma fã olhando para o passado, fico triste e brava. A mulher que ajudou a construir o mesmo trono onde está Beyoncé é lembrada não por sua glória, mas por sua tragédia. E isso não está nem perto de ser justo.

Em 2018, Justin Timberlake voltou ao palco do Super Bowl, praticamente sem sentir nenhum tipo de impacto devido à polêmica de 14 anos atrás. Janet Jackson até voltou a lançar músicas, mas recentemente enfrentou problemas de saúde.

***Texto assinado por Hillary Crosley (do site o site Jezebel), publicado originalmente em 2014

Categorias: Notícias

Após retorno, Rouge lança clipe do 1º single "Bailando"

Terra Música - seg, 05/02/2018 - 11:34
No último domingo, 4, Rouge lançou o clipe de " Bailando ", faixa inédita e primeiro single após ...
Categorias: Notícias

Super Bowl - melhores shows - Prince

RollingStone - seg, 05/02/2018 - 11:27

Categorias: Notícias

Páginas