Queen, Michael Jackson e Beyoncé: canal Bis libera shows e documentários na Internet durante outubro

RollingStone - sex, 06/10/2017 - 14:00

Para comemorar o aniversário de oito anos do canal, o Bis liberou a transmissão de diversos shows e documentários no plataforma Bis Play durante todo o mês de outubro. Entre os artistas selecionados, estão nomes como Beyoncé, Adele, Madonna, Alicia Keys, Shakira, Queen, Metallica, U2, Nirvana, Michael Jackson e Pharrell Williams.

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Entre os marcantes shows disponibilizados estão a apresentação do Queen no Rock in Rio em 1985 e a performance de Adele no clássico Royal Albert Hall, em Londres, na Inglaterra. Classic Albums: Nirvana – Nevermind (2005), que conta a história do icônico segundo disco da banda, lançado em 1991, e Some Kind of Monster (2004), que explora alguns dos momentos mais turbulentos da carreira do Metallica, são alguns dos destaques dos documentários.

Para ver a programação completa, acesse o site do Bis.

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Rolling Stones reúne performances em programas de rádio dos anos 1960 em coletânea

RollingStone - sex, 06/10/2017 - 11:34

Os Rolling Stones irão reunir 18 gravações da banda apresentadas na rádio BBC entre 1963 e 1965 para uma nova compilação, intitulada On Air. A coleção, prevista para 1º de dezembro, inclui performances do grupo em programas como Saturday Club, The Joe Loss Pop Show, Blues in Rhythm, Top Gear e Yeah Yeah.

Oito das performances em On Air são de músicas que os Rolling Stones nunca gravaram em estúdio ou lançou comercialmente. Todas as aparições aconteceram entre o período de outubro de 1963 – em que apresentaram o single de estreia “Come On” – e setembro de 1965.

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Além das inéditas, On Air também traz sucessos como “(I Can’t Get No) Satisfaction”, “The Last Time” e “The Spider and the Fly”. A compilação também conta com covers de Chuck Berry (“Memphis, Tennessee," "Roll Over Beethoven," "Around and Around," "Beautiful Delilah"), Bo Diddley ("Cops and Robbers"), entre outros.

On Air já está disponível para pré-venda em diferentes formatos no site oficial da banda, sendo um deles uma edição de luxo que tem 14 gravações adicionais que os Rolling Stones fizeram para a BBC. Também é possível adquirir um box com o recente livro The Rolling Stone – On Air.

O lançamento chega após Blue & Lonesome (2016), elogiado LP de covers da banda.

Track List de On Air

1- "Come On" Saturday Club, 26 de outubro de 1963
2- "(I Can't Get No) Satisfaction" Saturday Club, 18 de setembro de 1965
3- "Roll Over Beethoven" Saturday Club, 26 de outubro de 1963
4- "The Spider And The Fly" Yeah Yeah, 30 de agosto de 1965
5- "Cops And Robbers" Blues in Rhythm, 9 de maio de 1964
6- "It’s All Over Now" The Joe Loss Pop Show, 17 de julho de 1964
7- "Route 66" Blues in Rhythm, 9 de maio de 1964
8- "Memphis, Tennessee" Saturday Club, 26 de outubro de 1963
9- "Down The Road Apiece" Top Gear, 6 de março de 1965
10- "The Last Time" Top Gear, 6 de março de 1965
11- "Cry To Me" Saturday Club, 18 de setembro de 1965
12- "Mercy, Mercy" Yeah Yeah, 30 de agosto de 1965
13- "Oh! Baby (We Got A Good Thing Goin')" Saturday Club, 18 de setembro de 1965
14- "Around And Around" Top Gear, 23 de julho de 1964
15- "Hi Heel Sneakers" Saturday Club, 18 de abril de 1964
16- "Fannie Mae" Saturday Club, 18 de setembro de 1965
17- "You Better Move On" Blues in Rhythm, 9 de maio de 1964
18- "Mona" Blues In Rhythm, 9 de maio de 1964

Faixas bônus (Edição de Luxo)

19- "I Wanna Be Your Man" Saturday Club, 8 de fevereiro de 1964
20- "Carol" Saturday Club, 18 de abril de 1964
21- "I'm Moving On" The Joe Loss Pop Show, 10 de abril de 1964
22- "If You Need Me" The Joe Loss Pop Show, 17 de julho de 1964
23- "Walking The Dog" Saturday Club, 8 de fevereiro de 1964
24- "Confessin' The Blues" The Joe Loss Pop Show, 17 de julho de 1964
25- "Everybody Needs Somebody To Love" Top Gear, 6 de março de 1965
26- "Little By Little" The Joe Loss Pop Show, 10 de abril de 1964
27- "Ain't That Loving You Baby" Rhythm And Blues, 31 de outubro de 1964
28- "Beautiful Delilah" Saturday Club, 18 de abril de 1964
29- "Crackin’ Up" Top Gear, 23 de julho de 1964
30- "I Can’t Be Satisfied" Top Gear, 23 de julho de 1964
31- "I Just Want to Make Love To You" Saturday Club, 18 de abril de 1964
32- "2120 South Michigan Avenue" Rhythm and Blues, 31 de outubro de 1964

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Oasis Gallaghers - galeria - 2017

RollingStone - qui, 05/10/2017 - 20:59

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Oasis Gallaghers - galeria - 2011

RollingStone - qui, 05/10/2017 - 20:56

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Oasis Gallaghers - galeria - 2009

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Oasis Gallaghers - galeria - 2005

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Oasis Gallaghers - galeria - 2000

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Oasis Gallaghers - galeria - 1970

RollingStone - qui, 05/10/2017 - 20:19

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Liam contra Noel Gallagher: uma breve história da eterna briga entre os irmãos do Oasis

RollingStone - qui, 05/10/2017 - 18:59

Quando se trata de brigas do rock, poucas são tão divertidas como a dos irmãos Liam e Noel Gallagher, do Oasis. As discussões, sempre carregadas de arrogância, fazem parte da mitologia da banda, assim como a devoção ao Beatles ou o vício no álcool.



Ainda que o Oasis tenha terminado em 2009, o embate continua. Os xingamentos vêm de ambas as partes, principalmente pela mídia e pelas redes sociais (em 2011, por exemplo, Liam disse que preferia “comer a própria bosta a estar em uma banda com ele [Noel] novamente” durante uma entrevista ao LA Weekly) .



A seguir, leia uma recapitulação da história dos irmãos, que rende frutos mesmo após oito anos do fim do Oasis.


Por: Amy Plitt

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Anitta confirma clipe na Amazônia em parceria com DJ Alesso

Terra Música - qui, 05/10/2017 - 18:26
Depois de passar um tempo viajando e curtindo nos Estados Unidos, Anitta já está de volta ao ...
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Blade Runner 2049 eleva e atualiza os temas de Blade Runner – O Caçador de Andróides

RollingStone - qui, 05/10/2017 - 16:13

Blade Runner – O Caçador de Andróides (1982) foi um divisor de águas. O visual do filme dirigido por Ridley Scott poderia ser classificado como "futurismo decadente", inserindo uma tecnologia high end em ambientes sórdidos e sinistros. A direção de arte da produção foi imitada e copiada em outros longas, em videoclipes musicais, peças publicitárias e em vários outros campos das artes visuais. Depois do fenômeno Star Wars (1977) e do grande êxito de Alien - O Oitavo Passageiro (1979, também de Scott), a ficção científica havia entrado em uma fase adulta e Blade Runner coroou esta maturidade.

A produção foi revisitada por Scott duas vezes: em uma edição do diretor (1992) e uma versão chamada definitiva (2007), em que a essência do personagem central Rick Deckard (Harrison Ford) era alterada. Já que o diretor parecia ter dado a palavra final, uma sequência ao Blade Runner original era algo que ninguém poderia esperar. Mas quando Blade Runner 2049 foi anunciado, Scott logo avisou que ficaria com as funções de produtor e de supervisor. Ele entregou a missão de conduzir o filme ao inventivo canadense Denis Villeneuve, diretor de Os Suspeitos (2013) e A Chegada (2016). A escolha foi acertada: nas mãos de Villeneuve, a sequência se tornou algo orgânico, sem nostalgia por qualquer coisa da década de 1980.

No universo de Blade Runner existem os replicantes, androides criados para servir aos seres humanos. Se eles cessam de funcionar ou se rebelam, são convocados para a ação os blade runner, agentes encarregados de “aposentar” – um eufemismo para exterminar – as máquinas. No futuro de 2049, os androides foram aperfeiçoados, mas alguns deles teimam em agir de forma inconveniente para os humanos. O agente K (Ryan Gosling), que trabalha junto à polícia de Los Angeles, trabalha para acabar com elas. Assim como todos os androides, ele sofreu um processo de implantação de memórias para que se sinta mais “humano”. K é taciturno, monossilábico e tem como companheira Joi (Ana de Armas). Ela, na verdade, é um aplicativo, o que torna a relação ainda mais bizarra.

Depois de um caso sangrento, mas aparentemente rotineiro, K faz uma descoberta no quintal da casa de Sapper Morton (Dave Bautista), o replicante que ele eliminou. O agente relata para a chefe, a tenente Joshi (Robin Wright), que existe uma caveira enterrada no local. A investigação sobre a identidade da pessoa morta irá levar K aos meandros da Wallace, a corporação que fabrica os androides. Quem está interessado neste processo todo é Niander Wallace (Jared Leto), o magnata dono da empresa que leva seu sobrenome. Megalomaníaco e com intenção de bancar o Deus, ele tem ideias próprias sobre como os androides acabarão se sobrepujando aos humanos. K agora é caçado pelos capangas de Wallace e paralelamente sofre uma grave crise de identidade. Para resolver as questões que o atormentam ele terá que ficar cara a cara com Deckard, desaparecido há 30 anos. Com isso, são ligadas as pontas entre a versão de 1982 e esta sequência, feita 35 anos depois.

O roteiro criado por Hampton Fancher e Michael Green une habilmente temas relevantes, como a dependência da tecnologia, a presença da realidade virtual e da inteligência artificial, mudanças climáticas e as alterações do código genético dos alimentos. Tudo é exposto com sutileza, sem sermões óbvios. Assim como em A Vigilante do Amanhã: Ghost in The Shell, Blade Runner 2049 coloca em discussão o que torna as pessoas "humanas": uma alma, um corpo físico e/ou memórias. O filme é longo (2h45), desolador, austero, sem humor, mas nada disso atrapalha a visão de Villeneuve.

A cinematografia criada por Roger Deakins para Blade Runner 2049 é impressionante. Na visão aérea, Los Angeles é repleta de hologramas e telas de encher os olhos. Mas no chão, as ruas são perigosas, sujas, encharcadas pela chuva e iluminadas pelo neon barato. Dentro dos recintos, como delegacias e escritórios, as telas de computadores são ainda os monitores arcaicos que eram usados nas décadas de 1970 e 1980.

Em boa atuação, Ryan Gosling torna viva toda a perplexidade de K, que não sabe se é humano, máquina ou uma junção de ambos – e, se neste caso, também tem alguma missão para cumprir no grande esquema do universo. Quando Harrison Ford aparece, o filme cresce ainda mais. Neste retorno como o icônico Deckard, a interpretação dele é vital e vigorosa, trazendo tragédia e um pouco de esperança ao amargo blade runner. Com todas essas qualidades, Blade Runner 2049 já é um dos principais filmes de 2017.

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Maroon 5 divulga tracklist do novo CD, 'Red Pill Blues'

Terra Música - qui, 05/10/2017 - 13:55
Os fãs de Maroon 5 estão pedindo um novo CD há três anos. O último disco dos caras, chamado "V", ...
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V de Vingança deve virar série na TV britânica

RollingStone - qui, 05/10/2017 - 13:01

O site Bleeding Cool afirmou, na última quarta, 4, que a Channel 4 está desenvolvendo uma série baseada em V de Vingança, graphic novel criada por Alan Moore e David Lloyd publicada no início dos anos 1980. A rede britânica é responsável pela criação de projetos inovadores, como a aclamada Black Mirror, Humans, Misfits e a recente Phillip K Dick’s Electric Dreams.

[Galeria] Dez casos de vingança no cinema

Em 2005, a HQ foi adaptada para os cinemas, em um filme que tem no elenco Hugo Weavinge Natalie Portman. O roteiro é das irmãs Lana e Lilly Wachowski (Matrix, Sense 8), enquanto James McTeigue (Matrix, O Corvo) comanda a direção.

V de Vingança conta a história de uma Inglaterra controlada por um governo totalitário. No poder, um homem busca vingança contra os indivíduos que o torturaram. Assista ao trailer abaixo.

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Hall da Fama do Rock 2018: Radiohead, Bon Jovi, Depeche Mode e Rage Against The Machine estão entre indicados

RollingStone - qui, 05/10/2017 - 11:54

Foram divulgados nesta quinta-feira, 5, os indicados para entrar no Hall da Fama do Rock and Roll em 2018. Radiohead, Rage Against The Machine, Bon Jovi, Depeche Mode, Judas Priest, Kate Bush, The Cars, Dire Straits, Eurythmics, J. Geils Band, LL Cool J, MC5, The Meters, The Moody Blues, Rufus featuring Chaka Khan, Nina Simone, Sister Rosetta Tharpe, Link Wray e The Zombies estão entre os selecionados.

Os mais votados serão anunciados em dezembro e entrarão no Hall da Fama em 14 de abril do ano que vem, com uma cerimônia no Public Hall, em Cleveland, em Ohio, nos Estados Unidos. A HBO norte-americana transmitirá a festividade.

Pearl Jam, Joan Baez e Tupac são escolhidos para o Hall da Fama do Rock em 2017

Pela sexta vez consecutiva, o público geral poderá votar – desde já, no site do Rock Hall – até 5 de dezembro em cinco atrações que irão compor um grupo final junto aos escolhidos por um júri de cerca de 800 pessoas formado por artistas, historiadores e profissionais da música.

Para concorrer ao Hall da Fama do Rock é preciso ter lançado o primeiro single ou o primeiro álbum há pelo menos 25 anos (em 1992 ou antes). Alguns dos indicados já apareceram anteriormente na lista, mas esta é a primeira vez de Kate Bush, Dire Straits, Eurythmics, Judas Priest, the Moody Blues, Radiohead, Rage Against The Machine, Nina Simone e Sister Rosetta Tharpe.

Dave Abbruzzese, ex-baterista do Pearl Jam, critica banda após ficar de fora da indicação para o Hall da Fama do Rock and Roll

Apesar de ser o primeiro ano de elegibilidade para nomes como Radiohead e Rage Against the Machine, é a quinta aparição de J. Geils Band, a quarta de LL Cool J e The Meters, a terceira do The Cars, MC5 e The Zombies e a segunda de Bon Jovi, Depeche Mode, Rufus ft. Chaka Khan e Link Wray.

Este ano, Pearl Jam, Yes, Journey, Tupac Shakur, Joan Baez e Electric Light Orchestra entraram para o seleto grupo de integrantes do Hall da Fama do Rock and Roll.

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Anitta é cobiçada por Fifth Harmony para parceria musical

Terra Música - qui, 05/10/2017 - 10:09
Já no Brasil para se apresentarem em três capitais brasileiras, as integrantes do Fifth Harmony ...
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Selos independentes se reúnem em SP para a terceira edição da feira Sacola Alternativa

RollingStone - qua, 04/10/2017 - 19:54

O atuante selo e produtora paulistana Balaclava Records prepara mais uma edição da feira Sacola Alternativa. Novamente em São Paulo, o evento acontece na Praça das Artes, no centro da cidade, reunindo selos independentes e, nesta terceira edição, com shows do trio Ventre e da cantora Tiê.

Parte da programação do Mês da Cultura Independente, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, a feira acontece no próximo dia 14 de outubro um sábado, a partir das 14h, com entrada gratuita. O line-up de shows também traz o math rock do Odradek, o pop de André Whoong, o indie rock de Walfredo em Busca de Simbiose e o rap da MC revelação Drik Barbosa.

Além da Balaclava – selo idealizador e que desde 2015 organiza os eventos da Sacola Alternativa, primeiro no Museus de Imagem e Som e depois na Galeria Olido, em São Paulo – estão confirmadas as participações dos selos Lab Fantasma (de Emicida e Fióti), PWR Records, Sinewave, Submarine, Outprint, Rosa Flamingo e Freak. Estão programadas ainda duas mesas de debate, uma sobre empreendedorismo representativo e outra sobre como fazer dinheiro no mercado fonográfico.

Sacola Alternativa (3ª edição)
14 de outubro (sábado), a partir das 14h
Praça das Artes | Av. São João, 281 – Centro
Entrada gratuita

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