Super Bowl - melhores shows

RollingStone - seg, 05/02/2018 - 11:08

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Com beijão em Diplo, Vittar lança clipe de 'Então Vai'

Terra Música - sex, 02/02/2018 - 17:01
Saiu nesta sexta-feira (2) o clipe de "Então Vai", provavelmente o último single do álbum "Vai ...
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Originals is never finished: novo filme da adidas Originals é estrelado por Playboi Carti, A$AP Ferg e Dua Lipa

RollingStone - sex, 02/02/2018 - 16:58

No último dia 25, a adidas Originals lançou um filme divulgando a mais nova campanha da marca, Originals is never finished. Este novo trabalho visa uma reconstrução da cultura, em parceria com mentes criativas do mundo da música, arte, moda e esporte.

Na extensa lista de personalidades que assinam o projeto estão os rappers Playboi Carti e A$AP Ferg, o produtor musical Kaytranada, a cantora inglesa Dua Lipa e o cantor chinês Lu Han, os jogadores de futebol Marcelo Vieira (da seleção brasileira e atual titular do Real Madrid) e Florencia Galarza, o skatista revelação de 2017, Miles Silvas, e o prodígio do basquete norte-americano, Nick Young.

Com o filme e com a iniciativa, a marca busca no passado material para criar o futuro. A quebra de um ciclo, de rotinas e de paradigmas, a evolução feita através da revolução, serve como ponto de partida para inspirar a nova geração de criadores que estão se formando, levando-os a encarar todo e qualquer momento como uma porta aberta para a criação.

Assista ao filme abaixo.

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Em Man of the Woods, Justin Timberlake oscila entre o funk, o pop e o country

RollingStone - sex, 02/02/2018 - 15:52

Neste quinto álbum solo, Justin Timberlake segue dedicado às batidas funk criadas por Timbaland/Neptunes e ao som familiar que o transformou no maior astro pop de sua geração. Mas como o título deixa implícito, Man of the Woods (algo como “homem da floresta”) também tem algumas incursões pelo country, blues e folk. Todos poderiam esperar uma viagem sonora tranquila de Timberlake pela música da região que vai da Flórida a Georgia, mas, em vez disso, ele tem algo diferente em mente para estes tempos mais sombrios. Neste clima de final de mundo que vivemos agora, Timberlake nos quer ver nus para encarar o apocalipse.

Para o astro pop, “rústico” significa “sobrevivência” e não “caseiro”. Por todo o disco, ele soa como estivesse passando por um caloroso dia do juízo final em um bunker no meio do campo. “Alguma coisa vai explodir, mas eu vou permanecer com a cabeça fria”, ele canta em "Supplies", uma música onde ele compara o amor a luzes, incêndios e geradores de emergência. “O mundo poderia terminar agora, baby, nós estaremos vivendo em The Walking Dead.", ele canta.

Dono de um casamento feliz e, desde 2015, um orgulhoso papai, Timberlake aqui passa de galanteador a cavaleiro branco, tira o terno e coloca um macacão. Ele canta sobre temas como proteção, orgulho e também sobre dar duro. "Livin' Off the Land", que começa com um sampler de um comercial do programa sobre sobrevivência no mato chamado Mountain Men, exibido pelo History Channel, mistura batidas hesitantes com acompanhamento básico de guitarra para falar de um homem que precisa pagar os débitos do cartão de crédito para salvar um relacionamento. A chorosa steel guitar da faixa título oferece um sussurro que fica entre o rap e o country, sugerindo algo entre Sturgill Simpson e Ying Yang Twinz. "The Hard Stuff" seria uma típica balada country se não fosse a batida eletrônica que sugere o andamento de um trem.

A esposa Jessica Biel aparece para um interlúdio romântico, falando sobre a sensação de usar a camisa do marido em “Flannel”: “Me faz sentir como uma mulher, faz com que eu me sinta que pertenço a ele”. Timberlake então responde: “Esta camisa está comigo há muitos invernos, vai mantê-la aquecida”. A faixa lembra “White Winter Hymnal", do Fleet Foxes, mas com uma bateria eletrônica. Logo depois que Timberlake começou a sair com a atriz em 2007, a banda de barbudos se separou por um tempo. Não é difícil notar as que o cantor enxerga o amor como o mesmo jeito calmo, paternal e até retrógrado jeito do Fleet Foxes, que uma vez cantou: “O seu protetor está voltando para casa”.

Leva um tempo até Man of the Woods se estabelecer em um clima rural. A maior parte da primeira metade do álbum é o funk futurista cosmopolita de alto calibre. É difícil chamar a abertura “Filthy” de pop já que a produção se mostra tão vanguardista. Timbaland e Danja conjuram o impacto de uma serra elétrica eletrônica cheia de testosterona que se choca com o baixo no estilo do pioneiro Larry Graham. O fato destes elementos musicais não baterem cria um efeito belo, tenso e desorientador, algo que não se ouve hoje no rádio. "Midnight Summer Jam" é uma atualização de "Shining Star", do Earth, Wind and Fire, mas o gancho se mostra mais embriagado do que açucarado. “Sauce” parece o Primus tocando "Slippin' Into Darkness" do War – o Red Hot Chili Peppers deveria incluir esta no set list de sua próxima turnê.

O que está faltando nesta parte do álbum é Justin Timberlake, o ídolo pop. Em vez disso, ele como coprodutor, se torna um coadjuvante das batidas, acrescentando algumas frases improvisadas que não acrescentam nada, com voz mixada no fundo, sem ganchos interessantes. Alguns podem achar que isto é um desperdício por parte do maior showman do pop. Mas liberte sua mente e deixe seu traseiro seguir as batidas destes improvisos funk.

“Mornin Light”, dueto com Alicia Keys é agradável, mas inconsequente. “Montana" e "Breeze Off the Pond” são pop retrô típicos destes tempos pós-The Weeknd. Claro que ao fazer tantos experimentos, Timberlake não distingue as árvores da floresta. Man of the Woods é facilmente o menos coeso trabalho dele. Afinal, estamos falando do homem que nos deu Justified (2012), o Thriller deste milênio; que nos ofereceu a obrigatória coleção de EDM com art pop Futuresex/Lovesounds (2006) e que veio com os grooves repletos de confiança de 20/20 Experience (2013). Em Man of the Woods ele oscila entre autoestrada e os caminhos de terra. Assim, é difícil segui-lo a cada desvio de rota. Mesmo assim, Man of the Woods tem a música mais diversificada que ele faz em anos, seja incursionando pelo funk de vanguarda ou então pelo country urbano moderno. O resultado não é perfeito, mas você não pode construir um celeiro sem sujar as mãos.

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Fã de HQs, Emicida lança “Pantera Negra” em homenagem a personagem da Marvel

RollingStone - sex, 02/02/2018 - 14:05

Emicida é declaradamente um grande fã de histórias em quadrinho, desde criança. O personagem favorito dele, o Pantera Negra, finalmente ganhou um filme próprio e, para celebrar o feito, o rapper lançou nesta sexta, 2, uma música – apropriadamente chamada “Pantera Negra” – que é uma homenagem ao herói.

“Sou vingador, vingando a dor dos esmagados pela engrenagem”, Emicida canta, em uma espécie de comparação da trajetória dele como rapper com a do super-herói da Marvel. No refrão, ele diz: “Com a garra, razão e frieza, mano/ Se a barra é pesada, a certeza é voltar/ Tipo Pantera Negra (eu voltei)/ Tipo Pantera Negra.”

Pantera Negra, o filme, tem estreia nos cinemas brasileiros programada para a próxima quinta-feira, 8. “Estava empolgado com a possibilidade de o Pantera se tornar um filme e, com a concretização disso, me juntei ao produtor Felipe Vassão, meu parceiro desde ‘Triunfo’, para misturar nosso universo com o dos super-heróis que a gente curte”, diz Emicida em comunicado à imprensa.

“Pantera Negra” foi lançada com um vídeo, em que Emicida interpreta os versos enquanto animações surgem em torno do corpo dele. O clipe tem direção de Fred Ouro Preto e o trabalho de ilustração é da produtora Fat Dog Animations.

Conheça “Pantera Negra”, do Emicida, abaixo.

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Ludmilla e Thiaguinho lançam clipe de 'Só Vem' em remix!

Terra Música - qui, 01/02/2018 - 20:04
A amizade de anos entre Ludmilla e Thiaguinho finalmente rendeu um clipe! Nesta quinta-feira ...
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Elton John, Slayer, Ozzy Osbourne: como lidar com ficar órfão dos grandes do rock, que estão se aposentando

RollingStone - qui, 01/02/2018 - 17:54

Dois mil e dezoito mal começou e, com ele, mais uma leva de grandes roqueiros se despedem de seus públicos. Ozzy Osbourne já havia indicado que faria uma última turnê mundial – depois de encerrar as atividades do Black Sabbath –, mas Elton John e Slayer decidiram seguir o mesmo caminho, assim como o Lynyrd Skynyrd. Até o Rush, que não havia “confirmado” a aposentadoria, agora, de fato, o fez.

A idade está chegando para muitos dos heróis da história do rock and roll, o que está deixando fãs órfãos ao redor do mundo, seja pela saúde degenerada (caso de Eric Clapton, que recente afirmou estar “ficando surdo”), pelo cansaço gerado pelas extensas turnês (maioria das justificativas) ou até mesmo as situações mais trágicas (recentemente perdemos David Bowie, Tom Petty, Lemmy e muitos outros nomes que estavam em plena atividade quando morreram).

Os mais recentes anúncios foram os de Elton John e de Slayer. O cantor avisou que fará uma imensa turnê mundial de despedida e, depois disso, deve continuar gravando álbuns e se apresentando em ocasiões esporádicas. Já a banda ícone do thrash metal vai de fato “pendurar as guitarras”: uma turnê de despedida e depois o Slayer vai acabar de vez. Até o Lynyrd Skynyrd anunciou nos últimos dias uma última excursão, em datas com participações de nomes como Kid Rock, Hank Williams Jr. e Bad Company, quase 45 anos após o lançamento do primeiro álbum, (Pronounced 'L?h-'nérd 'Skin-'nérd).

O Rush, um dos gigantes do rock progressivo, já está longe da estrada há dois anos e o futuro da banda era incerto. Também neste mês de janeiro, o guitarrista do grupo, Alex Lifeson, confirmou a aposentadoria definitiva do Rush, tanto em relação aos palcos quanto à gravação de novos discos ou músicas em estúdio. “Não temos planos de excursionar ou gravar mais discos. Basicamente acabou. Depois de 41 anos, sentimos que é o suficiente.”

Já no caso de Eric Clapton, a questão menos a ver com uma decisão consciente do artista e mais com as limitações que a idade está impondo ao guitarrista de 73 anos. Ele disse há algumas semanas que pretende continuar fazendo shows, mas “a única coisa que me preocupa agora é ter chegado aos 70 e continuar capacitado. Estou ficando surdo, estou com zumbido nos ouvidos e minhas mãos funcionam o mínimo necessário. Espero que as pessoas venham me ver mais que apenas por curiosidade. Acho incrível que ainda esteja aqui.”

Vale também lembrar que o Brasil já presenciou algumas "prováveis" despedidas. O The Who, que frequentemente anuncia turnês derradeiras (e depois volta aos palcos), finalmente fez o primeiro e possivelmente último show por aqui (no Rock in Rio e em São Paulo). Também no último Rock in Rio, o Aerosmith promoveu uma apresentação com "cara" de despedida e até o Deep Purple, que está na turnê final da carreira (sem fim anunciado, no entanto) também passou por aqui para dizer o provável adeus.

Entre tantas despedidas, uma delas pelo menos é certeza para os brasileiros. Depois de trazer a turnê derradeira do Black Sabbath ao país, Ozzy Osbourne vai retornar com outro show de despedida: desta vez, em carreira solo. O cantor passa vem em maio, passando por São Paulo (Allianz Parque) no dia 13, Curitiba (Pedreira Paulo Leminski) no dia 16, Belo Horizonte (Esplanada Mineirão) no dia 18 e Rio de Janeiro (Praça da Apoteose) no dia 20 (ingressos estão à venda).

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Eddie Vedder confirma terceiro show solo em São Paulo, em março

RollingStone - qui, 01/02/2018 - 17:20

Uma notícia muito especulada nos últimos dias foi confirmada na tarde desta quinta, 1º. Eddie Vedder anunciou mais um show solo extra – o terceiro – em São Paulo, no próximo mês de março, depois de os outros dois terem os ingressos esgotados. A informação foi dada pelo site oficial do Pearl Jam, banda da qual Vedder é vocalista.

As apresentações solo de Vedder acontecem, portanto, em 28, 29 e 30 de março, no Citibank Hall, na capital paulista. Assim como em 2014, última vez que o vocalista do Pearl Jam se apresentou sem a banda no Brasil, ele divide a noite com a atração de abertura, Glen Hansard, o músico irlandês que ficou conhecido após o trabalho no filme Apenas uma Vez (2006).

Quer mais shows imperdíveis em 2018? Olha só essa lista com as apresentações mais aguardadas.

Os ingressos para os shows de Vedder custam entre R$ 180 e R$ 880, com opções de meia-entrada. As vendas das entradas do terceiro show (o extra recém-anunciado) para o público geral têm início às 10h do próximo dia 7 de fevereiro, sendo que há uma pré-venda para integrantes do fã clube do Pearl Jam, a partir do dia 5. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site do Tickets For Fun.

Além dos três shows solo, Vedder tem outras duas apresentações programadas para esta passagem pelo Brasil, só que com Pearl Jam. A banda toca uma vez como headliner da edição nacional de 2018 do megafestival Lollapalooza, em São Paulo, e outra no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, também entre o fim de março e o começo de abril.

Eddie Vedder em São Paulo
28, 29 e 30 de março (quarta, quinta e sexta-feira), às 21h30 (show de abertura às 20h30)
Citibank Hall SP | Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro – São Paulo (SP)
Ingressos: entre R$ 180 e R$ 880, com opções de meia-entrada, pelo Tickets For Fun

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David Byrne revela por que não vai reunir o Talking Heads

RollingStone - qui, 01/02/2018 - 15:30

David Byrne é conhecido principalmente por ter fundado o Talking Heads nos anos 1970, estabelecendo-se como um dos ícones da new wave e do punk emergente nos Estados Unidos. Há anos, contudo, ele segue em carreira solo e com outros projetos e, ao que tudo indica, não deve reunir a antiga banda tão cedo.

Byrne, hoje com 65 anos, comentou o assunto em entrevista à Rolling Stone EUA. “Vejo o que acontece com outras pessoas quando fazem uma turnê de reunião – que logo vira uma segunda reunião e depois uma terceira”, o vocalista escocês comentou, depois de concordar que também evita a reunião do Talking Heads porque ela “ofuscaria” os trabalhos solo dele.

“Com bandas como o Pixies é diferente, [porque] eles estão tendo hoje em dia as plateias e o público que eles deveriam ter tido anos atrás”, acrescentou Byrne. “Mas, com muitas das outras, só parece que elas não têm nada de novo a dizer, e então você pensa: ‘Beleza, este é só um tipo de exercício de nostalgia’. Bom, então não estou interessado nisso.”

David Byrne está prestes a lançar um novo disco solo, American Utopia, que foi gravado em estúdios de Nova York e Londres e sai em 9 de março pela gravadora Nonesuch Records. Trata-se do primeiro álbum solo do músico desde Grown Backwards, lançado em 2004. Durante esse período, o ex-Talking Heads colaborou com artistas como o amigo Brian Eno, a cantora St. Vincent e o Fatboy Slim.

O novo disco vai levá-lo novamente à estrada e ele tem, inclusive, um show marcado no Brasil também no próximo mês de março, como uma das atrações da edição nacional deste ano do megafestival Lollapalooza. O evento acontece novamente no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e conta com shows de The Killers, Pearl Jam, Red Hot Chili Peppers, Chance the Rapper, Mac DeMarco, LCD Soundsystem e Tyler the Creator, entre outros (veja mais informações).

Abaixo, ouça o single “Everybody’s Coming To My House”.

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Megadeth divulga clipe gravado no Brasil para a música “Lying in State”

RollingStone - qua, 31/01/2018 - 16:53

O caveira mascote do Megadeth, Vic Rattlehead, com uma espada katana na mão, passeia por um cemitério em busca de um garoto aprisionado no novo vídeo do Megadeth, para a faixa “Lying in State”, lançada no disco Dystopia, de 2016. Para os brasileiros, contudo, o clipe é ainda mais curioso: ele foi rodado em São Paulo, durante última passagem da banda pela cidade.

“Quando estávamos em turnê em São Paulo, em 2016, gravamos o vídeo de ‘Conquer or Die’”, diz o vocalista, Dave Mustaine, à Rolling Stone EUA, falando de outro vídeo do mesmo álbum. “Ficamos tão impressionados com o diretor brasileiro, vencedor de prêmios, Leo Liberti, que tivemos que chamá-lo novamente para o clipe de ‘Lying in State’.”

Mustaine continuou falando da ligação do diretor do vídeo com o brasileiro Kiko Loureiro, que há alguns anos é guitarrista solo do Megadeth. “Tivemos diversos amigos e fãs da banda, assim como integrantes da produção, com algum papel no clipe. Grande agradecimento a Kiko Loureiro por nos apresentar a Leo. Eu especialmente gosto do quão fodão Vic ficou com a espada. Quem imaginava?”.

A letra da música, por sua vez, parece ter alguma conotação política, uma vez que Mustaine canta: “What we are witnessing is the decline of Western civilization”, mas o clipe, em si, é fantasia pura. A banda aparece tocando nas ruínas no que parece – segundo o blog Os Garotos de Liverpool – ser as ruínas de uma escola abandonada, na Vila Maria Zélia, Zona Norte da cidade. O clipe, contudo, também parece incluir imagens do Cemitério da Consolação, também na capital paulista.

Entre imagens da banda tocando e de cenas de terror, Vic Rattlehead, em determinado momento, mostra a espada com os dizeres “Rust in Peace” gravados nela (uma referência ao clássico disco homônimo do Megadeth de 1990). Depois, o vídeo acaba com um lado surreal no que parece ser um final feliz.

Assista ao clipe de “Lying in State” abaixo.



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Frejat- Mais que Perfeito

RollingStone - qua, 31/01/2018 - 16:51

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Frejat- Eu Não Sei Dizer Te Amo

RollingStone - qua, 31/01/2018 - 16:48

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Frejat- Pro dia nascer feliz

RollingStone - qua, 31/01/2018 - 16:46

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Frejat- Por você

RollingStone - qua, 31/01/2018 - 16:43

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Frejat- Malandragem

RollingStone - qua, 31/01/2018 - 16:42

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Frejat- Bete Balanço

RollingStone - qua, 31/01/2018 - 16:41

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Frejat - Maior Abandonado

RollingStone - qua, 31/01/2018 - 16:37

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Boogarins abre para o Primal Scream em SP antes de ir ao Coachella: “Coisa fina”

RollingStone - qua, 31/01/2018 - 14:10

Por Redação

Os goianos do Boogarins, que encerram (por enquanto) sua temporada de shows em território nacional no mês que vem, sendo a atração de abertura para a banda escocesa Primal Scream, que se apresenta no Brasil em evento promovido pelo selo paulistano Balaclava Records.

"Já fizemos coisas juntos, mas ser a dama de honra dessa festa é outro tipo de mistura, coisa fina, bom pra todo mundo", conta Dinho Almeida, vocalista da banda brasileira, sobre o convite para abrir o show do Primal Scream. Ele também lembra que o Boogarins chegou a "dividir palco com muitas bandas que gostamos muito, fora do país, como Dungen, Of Montreal, Temples, Neutral Milk Hotel e outras, mas aqui tudo tem um 'quente derretido diferente'."

O Boogarins está na nossa lista de melhores de 2017

O Primal Scream, formado nos anos 1980, foi uma das bandas de rock alternativo do lendário selo Creation Records, comandado por Alan McGee e que lançou nomes como Oasis e My Bloody Valentine. Screamadelica, de 1991, foi é o disco mais importante do grupo liderado por Bobby Gillespie, aproximando a música eletrônica (techno) do rock alternativo. "Deve ter muita gente maluca pra ver esse show, e imagino que quem for fã deles e nunca tiver visto nosso show, tem grandes chances de ter uma dose surpresa de boas ondas", complementa Almeida.

As bandas tocam no dia 18 de fevereiro, em São Paulo, marcando a última apresentação do Boogarins por aqui antes de viajar novamente para os Estados Unidos, onde os brasileiros fazem turnês com frequência e, desta vez, vão representar o país no megafestival Coachella, um dos mais visados do mundo. Depois, o Boogarins (que fora do Brasil já tocou em festivais como o Primavera Sound, South by Southwest e Levitation) segue para uma turnê internacional.

Primal Scream (abertura do Boogarins)
28 de fevereiro (quarta), às 19h
Tropical Butantã | Av. Valdemar Ferreira, 93 (próximo ao metrô Butantã)
Ingressos: entre R$80 e R$240 (há meia-entrada) neste endereço

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