Sem sal, Liga da Justiça é endereçado aos seguidores fiéis da DC Comics e a mais ninguém

RollingStone - qua, 15/11/2017 - 13:02

O novo capítulo cinematográfico saído do universo da DC Comics é eficiente e cumpre o papel destinado a este tipo de produção de alto orçamento, porém, Liga da Justiça não pode ser considerada uma grande obra. Nem mesmo dentro do nicho de filmes de super-heróis. Dito isso, também não é exatamente um filme horrendo ou algo do tipo. O mais honesto é afirmar que é previsível. Aliás, este é um mal que começa a pairar sobre todos os filmes de heróis. Embora a DC e a Warner, responsáveis pela Liga, tenham vindo recentemente com Mulher-Maravilha, um dos fenômenos do ano – um filme superior e afinado com o zeitgeist –, a concorrente Marvel ainda tem a superioridade neste campo, já que neste ano lançou Homem-Aranha: de Volta ao Lar e Thor: Ragnarock, produções divertidas, que deram uma refrescada na fórmula. Liga da Justiça é uma produção da qual pode-se dizer que poderíamos passar sem, mas que também não comete nenhum atentado à experiência de ir ao cinema.

No polêmico Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016), o Homem de Aço (Henry Cavill) morre em combate. Liga da Justiça começa em clima de luto pelo herói caído, mas logo o Lobo da Estepe, uma entidade maligna que se assemelha a uma mistura de demônio com guerreiro medieval, surge para aterrorizar Gotham City e as cidades ao redor. Ele quer recuperar três caixas que lhe dariam o poder absoluto no universo. O vilão já obteve uma delas no mar; outra no reino das Amazonas. A caixa que falta se encontra em algum lugar do planeta Terra.

A Mulher-Maravilha (Gal Gadot) e o Batman (Ben Affleck) logo detectam a ameaça, mas sabem que não vão conseguir resolver tudo sozinhos. Assim, formam a Liga da Justiça, um agrupamento informal de seres ultra capacitados, entre os quais estão Arthur Curry/Aquaman (Jason Momoa), Barry Allen/Flash (Ezra Miller) e Victor Stone/Cyborgue (Ray Fisher). Batman acaba percebendo que, mesmo com todos os poderes combinados, eles não são páreo para o Lobo da Estepe e seus capangas, seres alados que se assemelham a insetos humanoides. A única possibilidade para resolver a situação desesperadora seria tentar ressuscitar o Superman, mas existem inúmeros riscos no meio do caminho.

Liga da Justiça teve problemas de produção e atrasos. Zack Snyder e, posteriormente, Joss Whedon, assumem a rota sem inventar ou criar polêmica, mas não há muito brilho na direção. Mulher-Maravilha tinha frescor e desviava da atmosfera dos filmes anteriores da DC. Mas em Liga da Justiça a mão pesada retorna. Tudo é muito escuro, sombrio e sem agilidade. Os roteiristas colocam algumas piadas aqui e ali, mas elas aparecem mais como um tipo de desabafo dos personagens e não dão necessariamente um tom mais leve e cômico à trama.

Quem antes detestou Cavill como Superman e também não gostou de ver Affleck na pele do Batman não vai ter nenhum motivo para mudar de opinião aqui. Já Gal Gadot é sempre uma maravilha. A heroína que ela encarna é a figura mais sábia e equilibrada do longa. Mas o filme não é somente dela e às vezes a presença da brava Mulher-Maravilha se perde em meio a tanta gente bradando clichês sobre destruir/salvar o planeta. O Flash é alívio cômico, mas ele não funciona o tempo inteiro. Ray Fisher dá alguma dignidade a Cyborg, o brilhante rapaz afro-americano que é condenado a viver dentro do corpo de uma máquina. Já o Aquaman de Jason Momoa é só um bad boy resmungão. O problema é que esta trupe não tem muita química, no fim das contas.

O saldo é que é a rotina, e não o brilhantismo, que dá o tom. Os efeitos especiais se mostram eficientes e o filme tem ação em momentos pontuais, é preciso dizer. Liga da Justiça é mais um filme mediano sobre como a humanidade está novamente à beira do abismo e como um monte de figuras uniformizadas surgem do nada para salvar o dia e derrotar mais um vilão chavão e aparentemente invencível. Os Vingadores já fizeram tudo isso antes, e melhor. Mas quem é seguidor fiel das aventuras da DC Comic, é claro, não deve perder.

Categorias: Notícias

Com baterista fã de música brasileira, Daughter estreia no país com show no Popload Festival

RollingStone - ter, 14/11/2017 - 22:42

Foi necessário apenas um disco para o Daughter chamar a atenção de público e crítica. “Foi bem louco, porque não tínhamos muito tempo em estúdio e nem dinheiro, fizemos tudo muito rápido, cheguei a gravar todas as baterias em tipo uns três dias”, conta Remi Aguilella sobre o primeiro LP da banda, que é uma das atrações – ao lado de Phoenix, PJ Harvey e Neon Indian, entre outros – do Popload Festival, cuja edição de 2017 acontece na quarta, 15, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

If You Leave saiu em 2013, com uma sonoridade melancólica, calcada em guitarras limpas e ecoadas, baterias espaçadas e letras bastante emocionais. O álbum colocou o trio no radar dos grandes festivais, mas, em 2016, eles chegaram ao segundo trabalho, Not to Disappear, uma espécie de expansão dos temas da estreia. “No primeiro disco, eu tive a maioria das ideias no meu computador, nem sabia se conseguiria tocar o que estava criando”, lembra o baterista. “No segundo, tínhamos um espaço nosso, em Londres, dava para registrar todas as ideias e ensaiar muito.”

Para Not to Disappear, o Daughter pode ir ainda mais a fundo nas músicas, antes de encontrar o produtor Nicolas Vernhes (cujo currículo inclui trabalhos com Animal Collective, The War on Drugs, Deerhunter e Dirty Projectors) no Brooklyn (Nova York, EUA). “Quando fomos gravar, já tínhamos tudo – tínhamos um álbum finalizado”, explica Aguilella, que acredita que o trio conseguiu extrair o máximo de cada composição, às vezes até de maneira exagerada. “Pode ser desafiador, porque, tendo o seu próprio espaço, você pode trabalhar em uma música para sempre. Como não tem limite de tempo, você pode se deixar levar e aí não saber mais o que prefere: a música final ou a demo mais simples?”.

Na época de If You Leave, o Daughter era frequentemente referido como uma banda de “indie folk”, apesar de se distanciar da presença característica mais acústica do gênero – os violões do Mumford & Sons ou do Decemberists –, evocando muito mais a atmosfera reflexiva de artistas como o The National ou Fleet Foxes. Já Not to Disappear veio ainda mais recheado de sintetizadores e guitarras espaciais, uma abordagem mais sintética, incorporando elementos do pós-punk e uma agressividade pouco sentido no antecessor.

As músicas são todas criadas a partir dos sentimentos de Elena Tonra, vocalista e letrista no Daughter. “Em um projeto como o nosso, não posso ficar pensando: ‘Ah, quero que a música seja assim’. As pessoas – incluindo eu – se conectam com essas canções pela presença de Elena, seja nas melodias vocais ou nas letras ou em ambos”, analisa. “Minha opinião tem que circundar este elemento, e assim temos a sonoridade do Daughter”. Até por isso, para se encaixar nas músicas da líder, Aguilella admite que desenvolveu uma outra maneira de tocar bateria, muito mais variada e inconstante do que o comum.

Desde as primeiras músicas, a poesia e os vocais despedaçados de Elena deram o tom às criações, sendo que em Not to Disappear ela soa ainda mais direta do que em If You Leave (um disco de separação). A vocalista, aliás, tinha um relacionamento com o guitarrista da banda, Igor Haefeli, que possivelmente é inspiração (nem sempre positiva) para alguns versos das canções. “Tenho respeito por Elena e não quero nem saber do que se tratam as letras”, confessa o baterista. “Imagina se ela me contasse, tipo: ‘Ei, essa música é sobre um cachorro que morreu’, sabe? Perde a mágica, perde o mistério.”

Quando o Daughter subir ao palco do Memorial da América Latina, em São Paulo, será a primeira vez da banda no país. Aguilella, grande fã e admirador da música produzida no Brasil, está extremamente animado com o momento. “Estudei percussão, a música brasileira esteve muito presente na minha infância”, diz. “Até me preparando para a entrevista, eu fui tentar lembrar dos nomes”. Ele consegue balbuciar Tom Jobim, João Gilberto, Maria Bethânia (de quem ele “sabe cantarolar uma música inteira”), Gilberto Gil e cita até o baterista Iggor Cavalera, ex-Sepultura, e o grupo Cansei de Ser Sexy. “Vi um show do Seu Jorge esses dias e foi tipo: ‘Bum!’. Estou muito animado, até encontrei uma pessoa do Brasil que mora nos Estados Unidos e perguntei algumas frases em português. É um dos lugares que eu quero muito visitar.”

Popload Festival 2017
Phoenix, PJ Harvey, Daughter, Neon Indian, Carne Doce e Ventre
15 de novembro (quarta-feira)
Memorial da América Latina | Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda, São Paulo
Entre R$ 320 (pista) e R$ 500 (pista premium), com opções de meia-entrada. Vendas pelo site da Ticketload

Categorias: Notícias

Taylor Swift vende mais de 1 milhão de cópias de Reputation

Terra Música - ter, 14/11/2017 - 19:47
Parece que Taylor Swift está mesmo com a reputação muito boa, né? Seu último álbum, o ...
Categorias: Notícias

Ozzy Osbourne fará quatro shows no Brasil em 2018

Terra Música - ter, 14/11/2017 - 17:36
O icônico Ozzy Osbourne vem ao Brasil em maio de 2018 com uma turnê de despedida que celebra as ...
Categorias: Notícias

Billy Corgan defende o Nickelback e diz que Chad Kroeger é um “compositor incrível”

RollingStone - ter, 14/11/2017 - 12:14

Ainda tentando convencer as pessoas de que o nome dele é William Patrick Corgan, o vocalista do Smashing Pumpkins, Billy Corgan, apareceu no podcast The Joe Rogan Experience para promover o mais recente disco solo dele, Ogilala.

Na conversa de quase duas horas com o comediante e ex-comentarista de MMA, Corgan falou sobre assuntos inusitados: a experiência com luta livre, o relacionamento problemático com o pai, as ideias sobre a indústria digital da música e muitas outras coisas. Mas, como apontado pelo Exclaim!, o momento mais interessante da entrevista é quando o músico defende o Nickelback, banda conhecida por ser odiada por muita gente.

“Eu não entendo muito bem”, diz integrante do Nickelback sobre o ódio à banda

Quando Rogan começou a tirar sarro dos lendários roqueiros canadenses, Corgan ficou do lado do vocalista Chad Kroeger. “Ele é um compositor incrível”, disse. Depois, continuou descrevendo o Nickelback como um ótimo grupo de pop. “Eu não conheço o suficiente sobre o mundo deles, mas eu não acho que haja nada de errado se é aquilo que eles querem ser. O objetivo do pop é satisfazer [o ouvinte]. Eu já disse muitas vezes que, para mim, pop é como pornô. É feito para distrair. Eu só não estou muito preocupado com isso.”

Ogilala é o primeiro disco solo de Corgan em 12 anos, desde TheFutureEmbrace. O álbum chegou em 13 de outubro e foi produzido por Rick Rubin (que já colaborou com nomes como Beastie Boys, Slayer, Johnny Cash, Red Hot Chili Peppers, Metallica, Kanye West, Lady Gaga, entre outros). Abaixo, ouça o single principal do LP, “Aeronaut”.


Categorias: Notícias

Sam Smith conquista pela primeira vez topo da Billboard 200

Terra Música - seg, 13/11/2017 - 18:47
O álbum "The Thrill of it All", de Sam Smith, garantiu ao cantor britânico sua primeira ...
Categorias: Notícias

Spice Girls podem se reunir em 2018 e lançar coletânea!

Terra Música - seg, 13/11/2017 - 16:47
O jornal britânico The Sun publicou no último final de semana uma matéria contando que as Spice ...
Categorias: Notícias

Amazon anuncia oficialmente produção de série de O Senhor dos Anéis

RollingStone - seg, 13/11/2017 - 16:40

A Amazon fechou um contrato e obteve os direitos da amada saga O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien. A ação tem como objetivo a produção de uma série televisiva baseada na história criada pelo escritor britânico.

O serviço anunciou que a adaptação terá diversas temporadas, que irão “explorar novos núcleos que antecedem o primeiro filme, Sociedade do Anel [de 2001]”. Segundo o Consequences of Sound, o acordo também inclui um possível spin-off.

Um Anel para a música governar: canções inspiradas na obra de J. R. R. Tolkien

A série será produzida pelo Amazon Studios em parceria com o Tolkien Estate and Trust, a HarperCollins e a New Line Cinema, uma divisão da Warner Bros. Entertainment.

Categorias: Notícias

Taylor Swift anuncia shows da 'Reputation Stadiumr'

Terra Música - seg, 13/11/2017 - 16:15
Depois de ficar cerca de dois anos "parada", Taylor Swift está finalmente de volta. A dona do ...
Categorias: Notícias

Gal Gadot só fará Mulher-Maravilha 2 se Warner Bros. demitir Brett Ratner, diz site

RollingStone - seg, 13/11/2017 - 15:34

Gal Gadot, estrela de Mulher-Maravilha, se recusa a fazer outro filme com a Warner Bros. até que a empresa corte laços com Brett Ratner e a produtora dele, RatPac-Dune Entertainment. A notícia ainda não foi confirmada pela companhia, e as informações são do Page Six.

A decisão da atriz chega após diversas mulheres, como Olivia Munn (The Newsroom), Natasha Henstridge (As Espiãs) e Ellen Page (Juno), acusarem Ratner de assédio sexual. O produtor e diretor norte-americano negou envolvimento nos casos, e está processando Melanie Kohler, uma ex-funcionária, pela acusação de estupro.

Gal Gadot: “Toda pessoa deveria ser feminista, porque quem não é feminista é sexista”

De acordo com o Page Six, a RatPac-Dune Entertainment participou da produção de Mulher-Maravilha, como parte de um acordo financeiro com a Warner Bros. O filme arrecadou mais de US$ 400 milhões ao redor do mundo, lucro que beneficiou a empresa de Ratner.

Um funcionário da Warner Bros. afirmou ao veículo que a atriz não interpretará novamente a heroína se o caso continuar sem mudanças. “Gadot disse que não irá fazer outro filme da franquia, a não ser que a Warner Bros. tire Brett [do acordo financeiro] e se livre dele.”

No último mês de outubro, Gal postou no Instagram uma mensagem de apoio às mulheres que denunciaram casos de assédio em Hollywood. “Bullying e assédio sexual são inaceitáveis! Eu estou com todas as corajosas mulheres que enfrentaram seus medos e estão falando. Estamos juntas nesses tempos de mudança.”

Uma publicação compartilhada por Gal Gadot (@gal_gadot) em Out 13, 2017 às 7:17 PDT


Categorias: Notícias

Anitta se apresentará no Grammy Latino 2017

Terra Música - seg, 13/11/2017 - 13:52
O Grammy Latino 2017 acontecerá na próxima quinta-feira (16), mas a premiação começa mesmo a ...
Categorias: Notícias

EMA 2017: Anitta é coroada como Melhor Artista Brasileira e Shawn Mendes sai como maior vencedor da noite

RollingStone - seg, 13/11/2017 - 12:58

A edição do European Music Awards 2017 foi recheada de acontecimentos marcantes: Eminem retornou aos palcos, Shawn Mendes saiu como grande vencedor e Taylor Swift, que tinha recebido o maior número de indicações, não compareceu ao evento e não levou nenhum prêmio. A cerimônia da MTV, apresentada pela britânica Rita Ora, aconteceu pela primeira vez em 21 anos na capital britânica de Londres, na noite do último domingo, 12.

Com apenas 19 anos, Mendes levou os títulos de Melhor Artista, Melhores Fãs e Melhor Música (por “There’s Nothing Holding’ Me Back”). Ele deixou para trás artistas como Kendrick Lamar, Miley Cyrus, Justin Bieber e Katy Perry. Isso porque, assim como nas últimas edições do MTV Movie Awards e do VMA, o EMA aboliu categorias com gêneros específicos pela primeira vez na história.

Relembre os melhores momentos do VMA 2017

Outro nome forte da noite foi Eminem. Ele estreou o mais novo single dele, “Walk On Water”, ao vivo, em uma apresentação que contou com uma orquestra de instrumentos de corda e com a coautora da faixa, Skylar Grey, no piano. O rapper foi coroado como Melhor Artista de Hip-Hop, vencendo Lamar, Post Malone e Drake.

Camila Cabello levou o título de Melhor Artista de Pop. A ex-Fifth Harmony comandou a performance mais colorida da noite. Para cantar “Havana”, ela recrutou dezenas de dançarinos e um cenário que permitiu uma real festa na piscina.

Ed Sheeran e Kendrick Lamar não puderam comparecer ao EMA 2017, mas gravaram discursos em vídeo para receber os prêmios de Melhor Artista Ao Vivo e Melhor Videoclipe, respectivamente. Anitta também adotou a prática para agradecer o título de Melhor Artista Brasileira, no qual concorreu com Projota, Nego do Borel, Karol Conka e Alok.

O set de apresentações da noite ainda teve Rita (com um medley de “Your Song” e “Anywhere”), Travis Scott (com “Butterfly Effect”), The Killers (com “The Man”), Stormzy (com “Big For Your Boots”), Liam Payne (com “Strip That Down”), Demi Lovato (com um medley de “Tell Me You Love Me” e “Sorry Not Sorry”), Clean Bandit (“Miss You”, “Symphony” e “Rockabye”, com participações de Julia Michaels, Zara Larsson e Anne-Marie), U2 (“Get Out Of Your Own Way”), Kesha (“Learn To Let Go”), David Guetta, Charli XCX, French Montana e Afrojack (“Dirty Sexy Money”).

Apesar da reforçada segurança no evento, um homem invadiu o palco durante a performance de “Unforgettable”, de French Montana. Ele permaneceu no local por cerca de 30 segundos, antes de ser retirado pela equipe do EMA.

Veja abaixo a lista completa de ganhadores do EMA 2017.

EMA 2017

Melhor Artista Brasileiro
Projota
Anitta
Nego do Borel
Karol Conka
Alok

Melhor Música
Clean Bandit – “Rockabye” ft. Sean Paul & Anne-Marie
DJ Khaled – “Wild Thoughts” ft. Rihanna, Bryson Tiller
Ed Sheeran – “Shape of You”
Luis Fonsi & Daddy Yankee – “Despacito (Remix)” ft. Justin Bieber
Shawn Mendes – “There's Nothing Holdin' Me Back”

Melhor Videoclipe
Foo Fighters – “Run”
Katy Perry – “Bon Appétit” ft. Migos
Kendrick Lamar – “HUMBLE.”
KYLE – “iSpy” ft. Lil Yachty
Taylor Swift – “Look What You Made Me Do”

Melhor Artista
Ariana Grande
Ed Sheeran
Kendrick Lamar
Miley Cyrus
Shawn Mendes
Taylor Swift

Melhor Look
Dua Lipa
Harry Styles
Rita Ora
Taylor Swift
ZAYN

Melhor Artista Revelação
Dua Lipa
Julia Michaels
Khalid
KYLE
Rag‘n'Bone Man

Melhor Artista Pop
Camila Cabello
Demi Lovato
Miley Cyrus
Shawn Mendes
Taylor Swift

Melhor Artista Ao Vivo
Bruno Mars
Coldplay
Ed Sheeran
Eminem
U2

Melhor Artista Eletrônico
Calvin Harris
David Guetta
Major Lazer
Martin Garrix
The Chainsmokers

Melhor Artista de Rock
Coldplay
Foo Fighters
Royal Blood
The Killers
U2

Melhor Artista de Hip-Hop
Drake
Eminem
Future
Kendrick Lamar
Post Malone

Melhor Artista Alternativo
Imagine Dragons
Lana Del Rey
Lorde
The xx
Thirty Seconds To Mars

Melhores Fãs
Ariana Grande
Justin Bieber
Katy Perry
Shawn Mendes
Taylor Swift

Melhor Show
Steve Aoki – Ao vivo no MTV Malta 2016
Kings of Leon – Ao vivo no Teatro Oude Luxor, em Rotterdam, Holanda 2016
Tomorrowland 2017
DNCE – Ao vivo no MTV Malta 2017
The Chainsmokers – Ao vivo no MTV Malta 2017
Foo Fighters – Ao vivo em Barcelona, Espanha 2017

Categorias: Notícias

Shawn Mendes, Eminem e U2 se destacam em premiação

Terra Música - seg, 13/11/2017 - 12:56
O cantor pop canadense Shawn Mendes foi o grande vencedor da premiação MTV Europe Music Awards ...
Categorias: Notícias

Tropicalista das Ruas: pioneiro do grafite, Speto desenvolveu estilo próprio com o rock dos anos 1990

RollingStone - seg, 13/11/2017 - 12:26

Paulo Cesar Silva não resistiu intacto à experiência de assistir ao filme A Loucura do Ritmo (1984). “Era impressionante, tinha o Ramon [vivido por Jon Chardiet] grafitando um trem”, relembra o artista mundialmente conhecido como Speto. “Na mesma semana, comprei uma latinha de spray, pulei o muro da escola e pichei. Lá e na minha rua.” Ele tinha apenas 13 anos em 1985, quando começou a pintar cenários de concursos de bandas e rampas de skate em São Paulo. “O spray era ruim, mas eu não tinha grana”, lembra. “Não tinha informação, revista, nada. Íamos pichar na [Avenida] Paulista com aquelas escadinhas de cozinha. Era uma farra,
uma farofada.”

Speto foi um dos representantes da vertente visual do punk e do hip-hop, movimentos que pipocavam conforme a urbanização atingia as metrópoles brasileiras. “Eu andava de skate e gostava de Ratos de Porão, Dead Kennedys”, conta. “Já Os Gêmeos ouviam hip-hop, eram b-boys, discotecavam.” Se nos anos 1980 o grafite era restrito aos bairros, na década seguinte ganhou o centro. “Resolvemos invadir a cidade, começamos pela Praça Roosevelt e não paramos. Como éramos moleques, a polícia não podia deter.”

Speto já pintou em mais de 15 países, tem obras expostas em galerias da Europa e dos Estados Unidos, fez campanhas com Brahma e Coca-Cola, trabalhou no visual da Copa do Mundo de 2014 e colaborou com Beyoncé (no vídeo de “Blue”) e Alice Cooper, entre outros. Mas seu estilo característico – o traço grosso, intrinsecamente brasileiro – foi desenvolvido quando ele fez a capa do primeiro álbum do Raimundos, autointitulado, em 1994. “Vi a capa do Dead Man’s Party, do Oingo Boingo, que tinha o artesanato mexicano, e fiquei impactado”, explica. “Queria achar um paralelo na arte brasileira. Comecei a pesquisar cordel e xilogravura e a tentar fazer aquilo com o spray.” Ele ainda grafitou em mais de 400 shows da banda O Rappa e desenvolveu a identidade visual de Planet Hemp e Nação Zumbi, marcando um momento em que o rock brasileiro, paralelamente à arte de Speto, ganhou as massas mesclando livremente as influências estrangeiras e regionais, em uma espécie de retorno dos ideais tropicalistas de três décadas atrás.

“Nem falávamos ‘grafite’, era ‘pintura’”, Speto lembra, meditando sobre a dimensão que a arte de rua tomou (muito graças a ele). “Hoje, São Paulo é a cidade mais grafitada do mundo. Já vieram Mick Jagger e Tim Burton ao Beco do Batman, chegou na mídia, reúne patrocínio. É engraçado, porque nos acostumamos a ser os marginalizados, não podia falar para o sogro ‘sou grafiteiro’ [risos].”

Veja um pouco do trabalho de Speto nas imagens da galeria acima

Categorias: Notícias

Jota Quest celebra sucessos da carreira em show acústico em SP

RollingStone - sab, 11/11/2017 - 11:38

Em maio, o Jota Quest tomou os Estúdios Quanta, em São Paulo, e os transformou no cenário para a gravação do primeiro DVD Acústico da banda. Seis meses depois, os mineiros retornam à capital paulistana para lançar o projeto, em uma apresentação única no Espaço das Américas, neste sábado, 11.

“A gente sempre se perguntou como seria se fizéssemos um acústico”, contou Rogério Flausino, vocalista da banda, em uma entrevista recente à RS Brasil. “Somos de uma geração que foi muito impactada pelo que representou o Acústico MTV para a música brasileira.” O projeto saiu do plano das ideias após a banda cumprir uma promessa interna de lançar dois discos de inéditas (Funky Funky Boom Boom, em 2013, e Pancadélico, em 2016) depois do aniversário de 15 anos, em 2008. “Ficamos nos perguntando o que faríamos, e o acústico veio em boa hora”.

No setlist de Flausino, Marco Túlio Lara (guitarra), PJ (baixo), Paulinho Fonseca (bateria) e Márcio Buzelin (teclados) há sucessos essenciais da carreira — “Só Hoje”, “Dias Melhores”, “Amor Maior” e “Dentro de um Abraço” são alguns — , e quatro canções inéditas.

“Morrer de Amor”, escrita por Alexandre Carlo, vocalista do Natiruts, é uma das novidades. “A Vida e Outras Histórias”, parceria do guitarrista Marco Túlio Lara com Leoni, “Você Precisa de Alguém”, de Marcelo Falcão, do Rappa, e “Valer O Amor”, fruto da colaboração da banda com Sideral, também são novidade.

Os ingressos custam entre R$ 100 e R$ 200, com opção de meia-entrada. Veja mais informações abaixo.

Jota Quest lança Acústico em São Paulo
11 de novembro de 2017, sábado, às 23h
Espaço das Américas | Rua Tagipuru, 795, Barra Funda, São Paulo
Entre R$ 100 e R$ 200, pelo site da Ticket 360 ou nas bilheterias do Espaço das Américas

Categorias: Notícias

Ritmo de Fuga, Titanic e It: A Coisa: Open Air exibe clássicos e novidades em cinema ao ar livre

RollingStone - sab, 11/11/2017 - 10:07

A nostalgia dos cinemas ao ar livre está de volta a São Paulo. Desde a última quinta-feira, 9, o Jockey Club (Av. Lineu de Paula Machado, 1263) cede espaço para cinéfilos em busca de uma experiência diferente, e atrai tanto fãs de novidades quanto aqueles que se interessam por clássicos.

A programação que estreou com a dobradinha Kill Bill: Volume 1 (2003) e Volume 2 (2004), e depois recebeu, na sexta, 10, todo o charme de Kevin Bacon em Footloose - Ritmo Louco (1984) seguido de um show do Cachorro Grande, se prepara para acelerar neste sábado, 11. Na data, as telonas trazem Ansel Elgort no recente Ritmo de Fuga, contraposto à calmaria de Veludo Azul (1986).

O Open Air dá mais uma chance para os atrasados assistirem às cenas de Leonardo DiCaprio e Kate Winslet que são referência mundialmente. No domingo, 11, Titanic (1997) fecha a semana, mas não o evento, já que ele segue até 26 de novembro, sempre de quartas a domingo. O catálogo de 21 filmes ainda conta com títulos como Os Pássaros (1963), de Alfred Hitchcock, Bingo (2017), It: A Coisa (2017), O Despertar dos Mortos (1990) e Moulin Rouge: Amor em Vermelho (2001).

Os ingressos custam R$ 50, com opção de meia-entrada. É possível adquiri-los na bilheteria do Jockey Club, nos pontos de venda selecionados (que podem ser vistos no site do Open Air) e no Ingresso Rápido.

Veja a programação completa abaixo.

Shell Open Air

Dia 11, sábado
20h - Em Ritmo De Fuga
0h - Veludo Azul

Dia 12, domingo
20h - Titanic

Dia 15, quarta-feira
19h30 - Show Instrumental de Izaías e seus Chorões
21h – As Boas Maneiras

Dia 16, quinta-feira
21h - Noivo Neurótico, Noiva Nervosa
22h45 – Vicky Cristina Barcelona

Dia 17, sexta-feira
20h - Moulin Rouge
22h10 – Show Instrumental da banda Bixiga 70

Dia 18, sábado
20h - Dunkirk
0h - Madrugada Dos Mortos

Dia 19, domingo
20h - Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida

Dia 22, quarta-feira
19h30 – Show Instrumental de Leo Gandelman
21h – Pré Estreia - Os Parças

Dia 23, quinta-feira
21h - Bingo
23h50 - It - A Coisa

Dia 24, sexta-feira
19h30 – Show Instrumental da Banda Fuzzy Sound System
20h - Fame
22h15 – Show Dream Team Do Passinho Canta Jackson 5

Dia 25, sábado
20h - Homem Aranha - De Volta Ao Lar
0h - Os Pássaros

Dia 26, domingo
20h - Curtindo A Vida Adoidado

Categorias: Notícias

O novo e ousado projeto de Gilberto Gil: uma ópera sobre o amor do deus hindu Krishna

Terra Música - sab, 11/11/2017 - 08:39
Vishnu, o deus de quatro braços protetor do universo no hinduísmo, pode vir ao mundo em ...
Categorias: Notícias

Morre aos 57 anos Chuck Mosley, que foi vocalista do Faith no More

RollingStone - sex, 10/11/2017 - 21:19

Morreu aos 57 anos Chuck Mosley, que foi vocalista do Faith No More nos dois primeiros discos da banda. O cantor, que morreu na última quinta, 9, foi o pioneiro daquilo que viria a ser chamado de rap-rock no primeiro hit do grupo, a faixa de 1987 "We Care a Lot" (que, na verdade, é uma regravação da faixa que saiu no trabalho de estreia do FNM dois anos antes). Ele deixou o Faith No More logo depois e passou um tempo atuando como vocalista do Bad Brains, no início da década de 1990.

"Após um longo período de sobriedade, Charles Henry Mosley III perdeu a vida em 9 de novembro de 2017 para uma doença chamada vício”, escreveu a família dele em um comunicado. "Estamos compartilhando a informação sobre como ele morreu na esperança de que isso sirva como um alerta, ou um chamado, ou de guia para outras pessoas que estejam nessa luta em busca da sobriedade."

O Faith No More declarou que “é com o coração pesado que recebemos a notícia da morte do nosso amigo e colega de banda Chuck Mosley”. O comunicado define o artista como essencial para colocar o FNM no caminho da originalidade. “Que sorte que tivemos a oportunidade de nos apresentarmos com ele ano passado em uma reunião em que comemoramos o relançamento de nosso primeiríssimo disco.” Mosley participou do disco de estreia da banda, We Care a Lot, de 1985, e de Introduce Yourself, de 1987. Nos últimos anos, estava em carreira solo.

Categorias: Notícias

Páginas