Ryan Gosling canta, toca piano e dança em asilo nos clipes da banda de rock temática de Halloween dele

RollingStone - ter, 31/10/2017 - 16:57

Por: Redação

Já sabemos algumas coisas sobre Ryan Gosling. Ele é um ator canadense, que começou a carreira como um astro mirim no Clube do Mickey, da Disney. Após trabalhar em uma dezena de filmes, que inclui títulos como Diário de uma Paixão (2004), Drive (2011) e La La Land - Cantando Estações (2016), se transformou no mais novo protagonista de Blade Runner: 2049 (2017), não deixando dúvidas sobre o potencial nas telonas.

Mas há uma informação que permanece nas entrelinhas da história de Gosling, que coincide com a data celebrada mundialmente nesta terça-feira, 31 de outubro: o Halloween. E não é uma paixão por filmes de terror bizarros ou uma vontade de interpretar Freddy Krueger confessada durante uma entrevista perdida. É melhor. É uma banda temática do Dia das Bruxas.

Intitulado Dead Man’s Bones, o grupo formado por Gosling e pelo amigo Zach Shields surgiu em 2008. Eles lançaram apenas um disco na carreira, homônimo. O trabalho é formado por 13 faixas que remetem ao mistério e à melancolia do dia — “Dead Hearts”, “Buried in Water”, “My Body’s a Zombie for You” e “Werewolf Heart” (“Corações Mortos”, “Enterrado na Água”, “Meu Corpo É um Zumbi por Você” e “Coração de Lobisomem”, em tradução livre) são algumas. O LP saiu em 6 de outubro de 2009 pela Anti, e foi gravado em colaboração com o coro infantil do Conservatório de Silverlake, dos Estados Unidos.

A carreira foi curta, mas felizmente a banda se dedicou a um canal no YouTube que conta não só com o LP completo, como também com sete clipes. Nos vídeos, Gosling aparece cantando, tocando piano e até dançando com idosos em um asilo — algo nada assustador, e sim adorável. Abaixo, celebre o Halloween assistindo a alguns dos registros visuais e ouvindo as faixas de Dead Man’s Bones.

Categorias: Notícias

Mark Hamill: Harrison Ford me convenceu a interpretar Luke Skywalker novamente em Star Wars

RollingStone - ter, 31/10/2017 - 16:37

O retorno de Mark Hamill a Star Wars quase não aconteceu, segundo ele mesmo revelou em entrevista ao New York Times. Ele vai reprisar o papel que praticamente definiu a carreira dele, como Luke Skywalker, no próximo filme da franquia, Star Wars: Os Últimos Jedi, com lançamento marcado para 15 de dezembro.

“Eu só estava muito assustado”, Hamill disse que quando ele foi abordado pela primeira vez para retornar, em O Despertar da Força, de 2015. “Pensei: ‘Por que mexer nisso?’ A ideia de acender um sabre duas vezes era ridiculamente remota”. A maior preocupação dele era que o público não iria querer ver ele, Carrie Fisher (Princesa Leia) e Harrison Ford (Han Solo) como versões mais velhas dos personagens famosos.

Star Wars: Os Últimos Jedi: destrinchando o novo trailer

Mas Hamill mudou de ideia quando Ford concordou em retornar. “Dá para imaginar como seria se eu fosse o único a dizer não?”, disse Hamill. “Eu seria a pessoa mais odiada no universo nerd.”

O diretor J.J. Abrams e co-roteirista Lawrence Kasdan criaram uma narrativa adequada para O Despertar da Força – mas, no fim das contas, segundo Abrams disse ao New York Times, eles perceberam que Luke Skywalker não se encaixaria exatamente no filme.

“Deixei [Hamill] saber antes de ele ler o roteiro que o papel dele era mínimo”, disse Abrams. “Acho que ele não sabia do quão pequeno era até ler o roteiro”. No fim, a participação de Hamill no filme de 2015 foi basicamente uma aparição silenciosa bem no fim do filme.

“Se chega ao público como algo forçado ou um truque, se há algum tipo de reclamação, a culpa cai sobre mim, não em J.J.”, disse Hamill.

Assista ao trailer de Os Últimos Jedi abaixo.

Categorias: Notícias

Após anunciar fim de House of Cards, Netflix discute spin-offs sem Kevin Spacey

RollingStone - ter, 31/10/2017 - 12:34

Na última segunda, 30, a Netflix anunciou que a próxima e sexta temporada de House of Cards será a última da série. A plataforma afirmou que a decisão vem sendo discutida há meses, mas o momento do anúncio sugere que o serviço deseja se afastar de Kevin Spacey, que foi acusado de assédio sexual pelo ator Anthony Rapp (Star Trek: Discovery) no último domingo, 29. Agora, veio à tona que a Netflix está explorando a possibilidade de múltiplos spin-offs de House of Cards sem o envolvimento de Spacey.

Acusado de assédio por ator de Star Trek, Kevin Spacey se desculpa e se assume gay

De acordo com o The Hollywood Reporter, várias possíveis séries estão em discussão no serviço. Uma é centrada em Doug Stamper, chefe dos funcionários do presidente Frank Underwood, personagem interpretado por Michael Kelly. Eric Roth, produtor executivo das primeiras quatro temporadas do programa, foi escalado para escrever o show ainda intitulado, segundo a Variety.

Outra poderá envolver intermediários bilionários como Raymond Tusk (Gerald McRaney), cujas influências ditam o cotidiano de Capitol Hill. Uma terceira tem como foco os jornalistas e blogueiros que sonham em expor o criminoso comportamento da administração do presidente Underwood, incluindo Janine Skorsky (Constance Zimmer) e Tom Hammerschmidt (Boris McGiver). É esperado que a Netflix também considere um programa que tenha Claire Underwood, interpretada pela brilhante Robin Wright, como protagonista.

Robin Wright afirma que exigiu o mesmo salário de Kevin Spacey em House of Cards

Os spin-offs ainda estão no estágio inicial de desenvolvimento, e não há confirmações sobre quantos serão realmente desenvolvidos.

Categorias: Notícias

Páginas