Saiba quanto a filha de Kurt Cobain ganha com direitos do pai

Vírgula música - sex, 29/09/2017 - 08:56

Divulgação Kurt Cobain

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Foi revelado o valor mensal que Frances Bean Cobain, filha de Kurt Cobain e Courtney Love, ganha com direitos de imagem do pai.

Documentos obtidos pelo site The Blast mostram que ela ganha 95 mil dólares por mês. Ainda segundo a publicação, ela ganhou 11,3 milhões de dólares entre julho de 2016 e junho de 2017.

Os dados surgiram porque Frances enfrenta um processo de divórcio com Isaiah Silva.

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses' 1 de 12

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses'

Créditos: Itaici Brunetti

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses'

Créditos: Itaici Brunetti

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses'

Créditos: Itaici Brunetti

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses'

Créditos: Itaici Brunetti

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses'

Créditos: Itaici Brunetti

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses'

Créditos: Itaici Brunetti

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses'

Créditos: Itaici Brunetti

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses'

Créditos: Itaici Brunetti

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses'

Créditos: Itaici Brunetti

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses'

Créditos: Itaici Brunetti

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses'

Créditos: Itaici Brunetti

Exposição 'Nirvana: Taking Punk To The Masses'

Créditos: André Velozo/divulgação

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Beyoncé e J Balvin lançam música juntos; Anitta, Neymar e Hugo Gloss aparecem no clipe

Vírgula música - sex, 29/09/2017 - 07:03

Reprodução Beyoncé

Leia maisBeyoncé e Rihanna se encontram e os fãs piramJay-Z abre o jogo sobre briga com irmã de Beyoncé no elevador

Ao melhor estilo Beyoncé, do nada a cantora surpreendeu a todos com o lançamento de uma nova música. A estrela anunciou um feat com J Balvin, na música Mi Gente, que já é um baita sucesso do colombiano. No single, Beyoncé canta em espanhol e em inglês.

A cantora contou no Instagram que parte do lucro da música será doada para as vítimas do furacão que atingiu Porto Rico, México e as ilhas do Caribe. “Estou doando meus ganhos dessa música para os fundos de caridade que ajudam as vítimas do furacão”, escreveu.

A música também ganhou um clipe recheado de estrelas do mundo inteiro. Entre as pessoas que aparecem, estão os brasileiro Neymar, Hugo Gloss e a cantora Anitta.

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Crítica: Tim Bernardes tenta entender a falta e a separação na brutalmente honesta estreia solo

RollingStone - qui, 28/09/2017 - 19:54

“Não chora mais, vai, por favor”, implora Tim Bernardes, vocalista d’O Terno, na dolorida “Não”, faixa em que consuma um fim tão indesejado quanto implacável de relacionamento. Sétima de 13 na tracklist de Recomeçar – primeiro álbum solo dele –, a canção é o clímax de uma jornada pouco linear pela confusão de sensações que é tentar entender a falta (não só a física e objetiva, mas a que diz respeito à mente) posterior à quebra de laços com um(a) parceiro(a) de vida.

Depois de três discos – sendo os dois mais recentes deles bastante aclamados – e meia década de carreira com O Terno, ele agora fala não daquilo que lhe interessa, como faz na banda, e sim do que não consegue evitar. A estrutura de canção, claro, remete a’O Terno, assim como às óbvias influências de Beatles, Mutantes, Clube da Esquina, mas Recomeçar é tão intrinsecamente pessoal que funciona como uma obra completamente destacada. Não se trata de sobras – e nem de um álbum que poderia ser – do grupo que Bernardes lidera, menos ainda de um aglutinado de ideias heterogêneas.

Integralmente sozinho (ele assina quase tudo: “Voz, coros, violões, guitarras, pianos, bateria, baixo, órgão, mellotron, percussões, autoharp, metalofone”), o paulistano, filho de Maurício Pereira (Os Mulheres Negras), é onipresente: ele está tanto nos sons quanto nos silêncios. A sensação, aliás, é de que os ecos e espaços vazios, plano de fundo de um disco quase brutalista, são sombriamente preenchidos pelas dúvidas e lamentos de uma mente devastada. São memórias, diálogos e divagações visitados com uma nostalgia melancólica – de instrumentos quase rudimentares, timbres lo-fi, melodias de cantiga – e permeados por momentos de fuga da realidade.

Liricamente, Bernardes tem uma capacidade impressionante de encarar sentimentos tão desagradáveis (a solidão, a culpa, a negação) com a crueza de frases ordinárias. Atravessando falsetes, vocais simultâneos, gritos e sussurros, ele ainda eleva o nível de drama traçando um jeito de cantar tremido que soa despedaçado como uma versão mais técnica e suave do que fazem Neil Young e J Mascis. Bernardes consegue fazer o gancho de “Ela Não Vai Mais Voltar” – literalmente o título da faixa e que poderia ser o refrão de uma das mais amarguradas músicas de Zezé di Camargo & Luciano nos anos 1990 – soar como a expressão mais brutalmente triste e honesta do mundo por alguns segundos.

Uma das horas mais dolorosas (e catárticas) é quando ele encara o inevitável, com um piano tão frágil quanto a voz que admite, hesitante: “Vou deixar ela ir embora”. Em “As Histórias do Cinema”, Bernardes faz seu humor lírico característico soar trágico ao comparar o momento chave do LP – o pontapé do recomeço – com o olhar das horas no celular após o fim de um filme. Se fosse um longa, e há material para isso, Recomeçar teria estrutura narrativa e crueza emocional comparável a de um Amor (2012), de Michael Haneke, por exemplo.

Quem ouviu “66” – primeiro single d’O Terno, uma canção sobre a dificuldade de escrever de maneira original – em 2012, dificilmente vislumbrou o compositor corajoso e profundamente entregue que seu autor veio a se tornar. Suficientemente independente d’O Terno em todos os aspectos, Recomeçar é uma pérola triste, um filho direto da obra-prima Lóki? (de Arnaldo Baptista), um break-up record que já nasce com aura de obra “rara”, daquelas tão sentimentalmente densas que dificilmente serão revisitadas (até mesmo pelo próprio Tim Bernardes).

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Lollapalooza 2018: Lineup comentado

Terra Música - qui, 28/09/2017 - 17:44
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Nicki Minaj é a única mulher entre os rappers mais bem pagos

Terra Música - qui, 28/09/2017 - 16:53
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Miley Cyrus posa com 1ª cópia física de 'Younger Now'

Terra Música - qui, 28/09/2017 - 16:14
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Lollapalooza prometeu mais de 100 atrações, mas só entregou 73

Vírgula música - qui, 28/09/2017 - 16:01

Camila Cara/MRossi Lollapalooza acontece em São Paulo

Leia maisCamila Cabello tocará no Lollapalooza Argentina e Chile, mas não …Pearl Jam, Red Hot, Killers e Lana Del Rey estão no line-up do …

As pessoas que têm a intenção de ir ao festival Lollapalooza Brasil, que acontece entre os dias 23 e 25 de março do ano que vem no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, notaram que o lineup divulgado não foi exatamente o que o evento havia prometido.

Uma das bandeiras que o Lolla defendeu desde os primeiros anúncios da edição de 2018 era que os três dias teriam mais de 100 bandas se dividindo entre os palcos. Só que o line divulgado tem apenas 73 nomes, com destaque para os headliners Red Hot Chili Peppers, Pearl Jam e The Killers.

Uma publicação no Facebook oficial do festival no dia 15 de setembro diz o seguinte: “O Lollapalooza Brasil 2018 vem aí com 3 DIAS inesquecíveis e mais de 100 atrações para você viver cada minuto intensamente”. O texto foi editado quatro horas antes da publicação desta matéria com a retirada da informação sobre as atrações.

No Twitter e em outras redes sociais, fãs notaram a diferença e questionaram o festival. O Virgula também questionou o evento sobre a polêmica, mas não recebeu retorno até o momento da publicação desta reportagem.

8 mulheres que se destacaram no Lollapalooza 2017 1 de 8

Titi Müller

A apresentadora Titi Müller‬, do Multishow, fez críticas ao vivo ao DJ Borgore, conhecido pelas letras e atitudes machistas. "Na medida que ganhou visibilidade, as letras compostas por ele, totalmente machistas, misóginas, babacas, foram ganhando visibilidade e muitas críticas. Teve muita gente que foi em defesa. A própria Nervo, que vai tocar aqui hoje e não autorizou nossa transmissão, falou que apesar de compor letras tipo "aja como uma vadia mas antes lave louça" isso é só um personagem. Querido, na próxima encarnação, invente um personagem melhor. Eu gostaria de falar 'machistas não passarão', mas vai passar neste canal agora. É isso aí, Borgore. Vai que é tua, querido", disse Titi.

Créditos: Reprodução/Multishow

A dinamarquesa fez um show animado e ganhou um apelido: MØzão

Créditos: MilaMaluhy-MRossi

Tove Lo

Fenômeno sueco, a hitmaker é conhecida por seu feminismo. Até mesmo o fato de mostrar os seios durante as apresentações está ligado a isso.

Créditos: MilaMaluhy-MRossi

Selena Gomez

De surpresa, ela veio a São Paulo junto com o namorado The Weeknd. Durante o show, as câmeras focalizaram seu rosto rapidamente, mas foi o suficiente pros seus fãs gritarem.

Créditos: Reprodução/Instagram

Céu

Elogiada por Perry Farrell, pai do festival, a brasileira fez um show lindo e fez participação no Duran Duran

Créditos: MRossi

Gadu e Lua Leça

Maria Gadú foi fantasiada ao Lolla. "Unicórnio é amor", disse ao Gshow. Ela estava acompanhada pela mulher, Lua Leça, que foi de fantasia de abelhinha. "A gente não quer que o carnaval acabe! Achamos que tem tudo a ver", disse a cantora.

Créditos: Reprodução/Carol Caminha/Gshow

Ludmilla

Após voltar da semana de moda de Paris, Ludmilla contou que conheceu Rihanna. "É um sonho realizado! Estou muito feliz, dançamos juntas na balada", disse ela a José Loreto, que comandou os bastidores do festival para o Gshow.

Créditos: Reprodução/Gshow

Cleo Pires

Cleo Pires contou para o Gshow que foi assistir The Weeknd e The Strokes. Ela também comentou seu look, all black. "Prezo sempre pelo conforto", disse

Créditos: Reprodução/Gshow

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Beatles: ouça trecho de demo inédita de “What Goes On”, que está à venda no eBay

RollingStone - qui, 28/09/2017 - 15:30

Uma rara e inédita demo de “What Goes On”, do Beatles, está sendo leiloada no eBay, em uma venda organizada pelo site Parlogram. A versão é de 1963 e antecede a faixa original, que é cantada por Ringo Starr e integra o disco Rubber Soul, de 1965.

No lugar do baterista, a gravação traz John Lennon, compositor da música, nos vocais, além de conter versos diferentes dos conhecidos. De acordo com um representante da casa de leilão, Lennon também toca violão e Paul McCartney faz vocais de apoio no refrão da demo.

O leilão termina no próximo domingo, 1. Até o momento em que a matéria foi escrita, o maior lance dado era de £ 7,4 mil. Ouça um trecho da canção abaixo.

Segundo um relato de Lennon contido no livro The Beatles Encyclopedia: Everything Fab Four, de Kenneth Womack, a música foi escrita nos primórdios da banda. “Aquele era um Lennon jovem, escrevendo antes do Beatles, quando nos chamávamos Quarrymen ou algo assim. E [a faixa] foi ressuscitada tempos depois, provavelmente com a ajuda do Paul, que queria dar uma música ao Ringo. E também para usar o material, já que eu nunca gostei de desperdiçar nada.”

Paul McCartney na bateria, George Harrison no baixo: as 10 melhores trocas de instrumentos dos Beatles

Mark Lewisohn afirmou nos livros The Complete Beatles Recording Sessions e The Complete Beatles Chronicles que o plano original do grupo era gravar a música em março de 1963. Mas o objetivo falhou e, antes do lançamento oficial em 1965, Ringo Starr passou a ser creditado como cocompositor — colaboração que foi descrita pelo baterista como “algo em torno de cinco palavras”, segundo o autor Steve Turner.

Em 2012, a demo havia sido vendida pela família de George Harrison para a casa de leilão Bonham por US$ 8,4 mil. Porém, de acordo com a lei britânica, a faixa se tornou de domínio público por não ter sido lançada após 50 anos de sua gravação.

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Steven Tyler sofreu uma convulsão após show do Aerosmith em São Paulo, diz jornal

RollingStone - qui, 28/09/2017 - 14:27

Na última terça, 26, o Aerosmith anunciou o cancelamento dos quatro último shows da turnê pela América Latina. Devido a “problemas médicos inesperados” do vocalista Steven Tyler, a banda desmarcou apresentações em Curitiba, em Santiago, no Chile, em Rosário, na Argentina e em Monterrey, no México, que aconteceriam entre os dias 27 de setembro e 7 de outubro.

De acordo com informações do The Boston Globe publicadas nesta quinta, 28, fontes próximas ao grupo afirmaram que Tyler sofreu uma convulsão após o show do Aerosmith em São Paulo, no festival SP Trip, na última segunda, 25. O veículo afirma que a causa do problema ainda não foi confirmada. Nem o vocalista nem a banda se pronunciaram sobre o assunto.

Rock in Rio 2017: Aerosmith alia vigor a repertório conhecido em provável despedida

O comunicado que acompanhou o cancelamento das performances diz que os médicos de Tyler recomendaram que “ele não viaje ou faça shows no momento”. O músico pediu desculpas aos fãs pelo imprevisto e explicou a situação.

“Por ordens médicas, eu voei de volta para os Estados Unidos na noite de domingo após o show em São Paulo. Por favor, não se preocupem. Minha vida não corre perigo, mas preciso lidar com isso imediatamente, descansar um pouco e receber cuidados médicos, tudo para que eu possa me apresentar no futuro. Eu prometo que voltarei. Eu amo todos vocês.”

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Demi Lovato lança prévia de músicas inéditas de novo álbum

Terra Música - qui, 28/09/2017 - 14:19
Demi Lovato está levando os fãs à loucura com a divulgação de "Tell Me You Love Me", novo álbum ...
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Para shows no Brasil, Paul McCartney pede 15 jarras de água de coco e chef vegetariano

Vírgula música - qui, 28/09/2017 - 13:08

Divulgação Paul McCartney

Leia maisAlguém decidiu misturar pinturas clássicas e a cultura pop; vem …Hugh Hefner, fundador da revista 'Playboy', morre aos 91 anos nos …

Paul McCartney está de passagens compradas para o Brasil. O eterno beatle desembarca por aqui no mês que vem para shows em Porto Alegre, no dia 13, São Paulo, 15, Belo Horizonte, 17, e Salvador, no dia 20 de outubro. E para se prevenir de imprevistos, o músico já enviou a famosa listinha de exigências da sua estadia por aqui.

Segundo o colunista Bruno Astuto, da revista Época, Paul quer um chef vegetariano disponível 24 horas por dia, uma vez que ele não come carne. O artista pediu que sejam enviadas três opções de profissionais e seus currículos para ele escolher um.

Além disso, McCartney quer, em seus camarins, 15 jarras de água de coco por noite. Ele, que não consome álcool, pediu também frutas tropicais, como morango, chocolate amargo e pipoca de microondas.

Para sua segurança, Paul só quer circular pelo Brasil em carros blindados. Um segurança será enviado pela empresa do seguro de vida do músico para fazer vistorias prévias em hotéis e nos locais onde ele fará seus shows.

Nos quartos e camarins, Paul McCartney, que não gosta de ar-condicionados, quer que os aparelhos fiquem desligados o tempo todo. Ele também se preocupa com a preservação da voz e acredita que a ventilação artificial possa prejudicá-la.

Paul McCartney, o músico mais buena onda 1 de 14

1 - Brother do Michael

Pra início de conversa, Paul era amigo do rei do pop, Michael Jackson. Até gravaram as músicas "Say Say Say" e "The Girl Is Mine". Que dupla!

Créditos: Reprodução

Brother do Michael

Olha aí como eles eram amigos

Créditos: Reprodução

2 - Marijuana não mais

Em recente entrevista ao The Daily Mirror, Paul disse que parou de fumar maconha para não dar mau exemplo aos seus filhos e netos. É um cara que pensa nos outros

Créditos: Reprodução

Marijuana não mais

Agora, ao invés de fumar ele toma uma taça de vinho ou uma boa margarita

Créditos: Reprodução

3 - Amigo dos bichinhos

Quando tocou em Goiânia, em 2013, ele conquistou vários gafanhotos e grilos, que insistiam em ficar junto a ele, e olha que eram muitos.

Créditos: Reprodução

Amigo dos bichinhos

Dá uma olhada nos grilinhos fofinhos

Créditos: Reprodução

4 - Só anda com os bons

No clipe de "Queenie Eye", Paul chamou vários amigos superstars, entre eles Johnny Depp (foto), Meryl Streep, Chris Pine, Jude Law e Kate Moss. Quem mais tem essa moral, hein?

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5 - Sem limites

O cara tem um pulmão dos Deuses. Faz shows de três horas de duração, sem pausa e só para porque o local tem horário pra fechar, senão ele iria beeem mais longe.

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6 - #BFF do Kanye West

Paul compôs a música "Only One" com o rapper Kanye Weste e disse que foi quase igual quando compunha com John Lennon. Ele ainda se inspirou em "Let It Be". É o amigão de todos!

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7 - Quer que o Oasis volte

O cantor foi mais um que engrossou o coro de "Volta Oasis". "Como muitos irmãos, eles são loucos. Mas seria bom se eles voltassem a tocar juntos”, disse ele.Ps: quem está na foto com Paul, é o Noel Gallagher e o Paul Weller

Créditos: Reprodução

8 - Paul Cobain

Paul nunca será Kurt Cobain, e Kurt nunca será Paul. Mas um dia, o ex-beatle sentiu o gostinho do que é ser um Nirvana e tocou ao lado de Dave Grohl, Krist Novoselic e Pat Smear em um show da turnê "Out There". Que moral!

Créditos: Reprodução

9 - Nem se importa de levar uns tombinhos

No show que fez no Morumbi, em São Paulo, em 2010, Paul levou um tombo (ai!) ao sair do palco, mas levantou rapidinho e manteve sua pose de majestade da música forever.

Créditos: Reprodução

11 - Quase parente do Ross

Talvez você não saiba, mas Paul foi convidado para participar de Friends (mas não rolou porque ele estava muito ocupado). Na série, ele seria o pai da namorada britânica de Ross.

Créditos: Montagem/Rafael Araújo

10 - Na turma da Mônica

Paul é tão querido, mas tão querido, que até personagem do Chico Bento ele virou um dia. Saca só a tirinha:

Créditos: Reprodução

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Stranger Things 2 terá “monstro da sombra” e cenas de ação “mais malucas”

RollingStone - qui, 28/09/2017 - 12:58

A espera pela estreia da segunda temporada de Stranger Things, em 27 de outubro, está recheada de questões, mistérios e, segundo o diretor da série, Shawn Levy, expectativas muito altas. “É definitivamente intimidador”, ele disse ao Entertainment Weekly. “O amor por esta série é muito feroz.”

Os criadores de Stranger Things, os irmãos Matt e Ross Duffer, esperam posicionar o retorno da série hit da Netflix como uma sequência, mais do que uma segunda temporada. “Quando nós começamos a falar disso como uma sequência, a Netflix estava tipo: ‘Não façam isso, porque sequência são conhecidas por serem ruins’”, disse Matt. “Eu fiquei tipo: ‘Sim, mas e O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final, Aliens – O Resgate, Toy Story 2 e O Poderoso Chefão II?”.

Stranger Things: sete dúvidas e teorias que temos sobre a segunda temporada

A nova temporada conta com o retorno dos amados personagens principais do primeiro ano, incluindo Eleven (Millie Bobby Brown), Mike Wheeler (Finn Wolfhard), Dustin Henderson (Gaten Matarazzo), Lucas Sinclair (Caleb McLaughlin) e Will Byers (Noah Schnapps), além de Joyce Byers (Winona Ryder) e Jim Hopper (David Harbour).

Stranger Things 2 também traz alguns linhas de histórias diferentes em torno de algo chamado de “monstro da sombra”, um apelido dado à criatura gigante que o protagonista Will encontra em visões – do tipo de estresse pós-traumático – do Mundo Invertido (a maioria da primeira temporada foi dedicada à narrativa de encontrar o desaparecido Will e derrotar um demogorgon).

Ainda que a equipe de Stranger Things 2 não tenha revelado muitos detalhes sobre o próximo ano, o site norte-americano Entertainment Weekly informa que a segunda temporada tem novos personagens, como Bob (vivido por Sean Astin, de O Senhor dos Anéis e Os Goonies), um interesse romântico para Joyce (personagem de Winona) e também algumas sequências intensas de ação.

“Cada episódio é construído a partir do anterior”, disse Matt. “Isso fica muito mais maluco do que ficou na primeira temporada”. Ele continuou: “A boa notícia é que muitas das coisas que queríamos ver também parecem ser as coisas que o público queria ver. Tipo, nos apaixonamos por Gaten, e houve aspectos, como Barb, que já estávamos nos planejando para lidar. Parece que houve um alinhamento bacana entre o que queríamos ver e o que outras pessoas queriam ver.”

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Hugh Hefner, fundador da Playboy, morre aos 91 anos

RollingStone - qui, 28/09/2017 - 11:25

Hugh Hefner, o fundador e primeiro editor da revista norte-americana Playboy – que levou a revolução sexual do pós-Guerra às mesas de escritório ao redor do mundo –, morreu de causas naturais na última quarta, 27. Ele tinha 91 anos de idade e a própria Playboy confirmou a morte do fundador.

“Meu pai viveu uma vida excepcional e causou muito impacto como pioneiro na cultura e na mídia e uma voz de liderança por trás de alguns dos mais significativos movimentos sociais e culturais do nosso tempo, advogando a favor da liberdade de expressão, dos direitos civis e a da liberdade sexual”, Cooper Hefner, um dos chefes da Playboy Enterprises e filho de Hugh, disse em comunicado.

Revista masculina mais importante de sua idade, a Playboy ajudou a levar a fotografia explícita, incorporada nas capas com mulheres peladas, ao mainstream. O logotipo icônico – um coelho com uma gravata borboleta – eventualmente ficaria gravado em clubes noturnos, uma gravadora de discos e uma série de TV.

Com o smoking jacket e o cachimbo característicos – também o pijama de seda que ele frequentemente usava para ir trabalhar –, Hefner se tornou a personificação de uma imagem e um estilo de vida sexualmente aventureiro e urbano, uma referência para gerações de homens ao redor do mundo.

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Ed Motta convida para baile de flashbacks e mostra ouro do soul e funk

Vírgula música - qui, 28/09/2017 - 07:10

Divulgação Ed Motta

Leia mais'No jazz, falamos com instrumentos e no hip hop com vozes', diz …Blue Note Rio será inaugurado nesta quarta e traz o melhor do …Thundercat venceria supremacia branca todas as noites por 7 a 1

Ed Motta estreia o Baile Do Flashback nesta quinta (8) em São Paulo, no Bourbon Street. O cantor e multi-instrumentista apresenta Baile Do Flashback, em que se aproxima do pop ao prometer revisitar clássicos obscuros de soul/funk dos anos 70 e 80, além de seus grandes hits.

“O Baile Do Flashback é um projeto que sempre me foi cobrado pelas pessoas que acompanham meu trabalho, sempre existiu uma curiosidade em escutar minha voz em clássicos recentes da música, recebi e-mails por anos a fio com esse pedido. Resolvi montar o show com ajuda preciosa do diretor musical e pianista Michel Lima, que fez os arranjos e me ajudou a montar a banda”, afirmou Ed em texto divulgado para a imprensa.

“O repertório é repleto de temas que tocam até hoje nas rádios segmentadas, músicas que muitos conhecem mas os artistas não ficaram necessariamente conhecidos, casos como BB&Q Band, McFadden & Whitehead, Shalamar. A veia principal do show é o soul/funk do final dos anos 70 e início dos 80, e conta também com baladas românticas como Take Me Now do David Gates, o compositor da banda Bread”, destaca.

“Nas plataformas digitais está disponível um single da música Living Inside Myself, do canadense Gino Vannelli, um tema que ainda toca muito nas radios. No show não pode faltar os sucessos da minha carreira como Colombina, Fora Da Lei, Manoel, Vendaval, Tem Espaço Na Van etc. Eu me divirto muito cantando essas músicas que cresci escutando por onde passava, esse era o repertório popular da minha infância e adolescência”, completa.

SERVIÇO

Ed Motta no Bourbon Street
R. dos Chanés, 127 Moema São Paulo SP
Reservas Call Center: (11) 5095-6100

Artistas novos que você precisa ouvir agora 1 de 90

Mahmundi

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Russo Passapusso

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Rincon Sapiência

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As Bahias e a Cozinha Mineira

As Bahias e a Cozinha Mineira

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Xenia França

Xenia França

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Saulo Duarte

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Tika

Tika

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Luiza Lian

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Coruja BC1

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Carne Doce

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Rakta

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Nomade Orquestra

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Papisa

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Senzala Hi-Tech

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Iza

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Lineker

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MC Linn da Quebrada

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Baleia

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Boogarins

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Xenia França

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Rico Dalasam

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Camila Garófalo

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MC Carol

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Bombay Groove

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FingerFingerrr

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Senzala Hi-Tech

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Meno Del Picchia

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Liniker faz sucesso na MPB atual

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Bruno Cosentino

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Liniker e os Caramelows

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Pabllo Vittar

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‘Tenho muito orgulho das bandeiras que levanto’, diz Iza, que lança clipe com Tais Araujo

Vírgula música - qui, 28/09/2017 - 06:29

Divulgação Iza

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A cantora Iza, uma das principais revelações da música brasileira em 2017, acaba de lançar o clipe de Esse Brilho é Meu. A música feita em co-criação com L’Oréal Paris, Musickeria e Warner Music.

Com direção de Felipe Sassi, o clipe também contou com a participação da atriz Tais Araújo, de Flavia Pavanelli e de Ju Nalu, porta-vozes da marca de beleza.

A ideia de produzir a música com Iza e o clipe para fazerem parte da campanha de Casting Creme Gloss de L’Oréal Paris foi inspirada pelos movimentos de empoderamento feminino que ganham cada vez mais força a medida que as mulheres vem lutando por seu espaço na sociedade. A marca acredita que toda mulher tem seu brilho próprio e por isso mesmo escolheu a IZA, revelação no cenário pop brasileiro e referência de empoderamento feminino.

“Amei o convite para esse projeto e para trabalhar com a Tais Araujo, essa musa inspiradora, foi incrível. Tenho muito orgulho das bandeiras que levanto e sei que ela é uma precursora desse movimento”, destaca Iza.

Artistas novos que você precisa ouvir agora 1 de 90

Mahmundi

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Russo Passapusso

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Rincon Sapiência

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As Bahias e a Cozinha Mineira

As Bahias e a Cozinha Mineira

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Xenia França

Xenia França

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Saulo Duarte

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Tika

Tika

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Luiza Lian

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Coruja BC1

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Carne Doce

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Rakta

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Nomade Orquestra

Nomade Orquestra

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Papisa

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Senzala Hi-Tech

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Iza

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Murilo Sá

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Lineker

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Sabrina Malheiros

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Liniker e os Caramelows

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MC Linn da Quebrada

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Pabllo Vittar

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Baleia

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Boogarins

Boogarins

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Tássia Reis

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Xenia França

Xenia França

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Rincon Sapiência

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Rico Dalasam

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Ava Rocha

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Camila Garófalo

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Mulamba

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MC Carol

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Bombay Groove

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Omulu

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FingerFingerrr

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Rafael Castro

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Saulo Duarte e A Unidade

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Jonas Sá

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As Bahias e A Cozinha Mineira

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Senzala Hi-Tech

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Alice Caymmi

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Leo Justi

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Meno Del Picchia

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Zé Pi

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Liniker e os Caramelows

Liniker faz sucesso na MPB atual

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Murilo Sá

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Coruja BC1

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Bruno Cosentino

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Bruno Cosentino

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Saulo Duarte e A Unidade

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Rico Dalasam

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Banda Bike

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FingerFingerrr

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Rafael Castro

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Rafael Castro

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Xênia França

Xênia França

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Rafael Castro

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Bruno Cosentino

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Rafael Castro

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Murilo Sá

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Jonas Sá

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Jonas Sá

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Liniker e os Caramelows

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Alice Caymmi

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Saulo Duarte e A Unidade

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Liniker e os Caramelows

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Saulo Duarte e A Unidade

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Liniker

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Mulamba

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Rakta

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Pabllo Vittar

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Pabllo Vittar

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Pabllo Vittar

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Pabllo Vittar

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Pabllo Vittar

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Drik Barbosa

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Tássia Reis

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Iza

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Lineker

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Xênia França

Xênia França

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Xênia França

Xênia França

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Pabllo Vittar

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Ava Rocha

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Mahmundi

Mahmundi

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Coruja BC1

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Xênia França

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Coruja BC1

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Camila Garófalo

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Iza

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Camila Cabello tocará no Lollapalooza Argentina e Chile, mas não vem para o Brasil

Vírgula música - qua, 27/09/2017 - 16:11

(Foto: reprodução/ Facebook) Camila Cabello

Leia maisGuns N' Roses entrega o que prometeu no São Paulo Trip: o maior e …Pearl Jam, Red Hot, Killers e Lana Del Rey estão no line-up do …

Os fãs brasileiros de Camila Cabello estão revoltados. Nesta quarta, 27 saiu o line-up do Lollapalooza Brasil, Argentina e Chile com nomes de Pearl Jam, Red Hot Chili Peppers, The Killers, Lana Del Rey e muitos outros que tocarão nos três países. Só que o nome de Camila aparece nas edições da Argentina e do Chile, e não na do Brasil. Ou seja, a cantora está fora da edição brasileira.

Camila até fez um post no Twitter para celebrar sua vinda à Argentina e Chile. Veja:

O Lollapalooza Brasil acontecerá em 23, 24 e 25 de março de 2018 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Shows Internacionais no 2º semestre de 2017 1 de 19

Millencolin

6 de outubro - São Paulo/ 7 de outubro - Curitiba/ 8 de outubro - Porto Alegre

Créditos: reprodução

David Guetta

12, 13 e 14 de outubro - Rio de Janeiro (Ultra Festival)

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Paul McCartney

13 de outubro - Porto Alegre/ 15 de outubro - São Paulo/ 17 de outubro - Belo Horizonte/ 20 de outubro - Salvador

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Aurora

18 de outubro - Rio de Janeiro/ 20 de outubro - São Paulo/

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John Mayer

Dia 18 de outubro - São Paulo/ 20 de outubro - Belo Horizonte/ 22 de outubro - Curitiba/ 24 de outubro - Porto Alegre/ 27 de outubro - Rio de Janeiro

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U2

19, 21, 22 e 25 de outubro - São Paulo

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Noel Gallagher

19, 21, 22 e 25 de outubro - São Paulo (abertura do show do U2)

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Helloween

28 e 29 de outubro - São Paulo

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Megadeth

31 de outubro - São Paulo

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Green Day

1 de novembro - Rio de Janeiro/ 3 de novembro - São Paulo/ 5 de novembro - Curitiba/ 7 de novembro - Porto Alegre

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Coldplay

7 e 8 de novembro - São Paulo/ 11 de novembro - Porto Alegre

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Phoenix

15 de novembro - São Paulo (Popload Festival)

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PJ Harvey

15 de novembro - São Paulo (Popload Festival)

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Bruno Mars

18 e 19 de novembro - Rio de Janeiro/ 22 e 23 de novembro - São Paulo

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Apocalyptica

26 de novembro - São Paulo

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Sigur Rós

29 de novembro - São Paulo

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Deep Purple

12 de dezembro - Curitiba/ 13 de dezembro - São Paulo/ 15 de dezembro - Rio de Janeiro

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Lynyrd Skynyrd

12 de dezembro - Curitiba/ 13 de dezembro - São Paulo/ 15 de dezembro - Rio de Janeiro

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Shows Internacionais no 2º semestre de 2017

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Otto se conecta com a música e a “tortura” do Brasil moderno em novo disco: “Me sinto no tempo”

RollingStone - qua, 27/09/2017 - 15:25

Com uma ânsia repentina, Otto arregaça as mangas para exibir o antebraço esquerdo. A palavra “Ottomatopeia” se destaca na pele, em fonte preta e grossa, se estendendo do pulso até a junta. O pernambucano tem algumas tatuagens autorreferentes – dedicadas aos discos solo que lançou –, mas já estava há mais de cinco anos sem fazer uma nova. “Me sinto no tempo”, sugere, celebrando a contemporaneidade e lembrando que, aos 49 anos, continua sendo uma combinação pouco equilibrada de poesia e confusão. Ele volta a cobrir o braço e dá mais um gole em uma garrafa de cerveja, o rosto expondo a satisfação de quem está diante de uma realização importante (daquelas que só tatuando para manter em perspectiva): o lançamento de mais um disco.

“Odeio esse negócio de 20 anos de carreira”, confessa Otto, cujo álbum solo de estreia, Samba pra Burro, data de 1998. “Acho que você só pode usar quando tiver 40, 50, quando não estiver fazendo mais nada [novo] Ainda tenho muito sonho com música. Seis discos e parece que foi ontem.” Ottomatopeia chegou às plataformas de streaming nos últimos dias de julho, muito menos hermético que o antecessor, The Moon 1111 (2012), e sentimentalmente distante do sofrimento de Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos (2009). “Foram cinco anos, então tem gente que fala: ‘Desapareceu?’ Porra, eu trabalho pra caramba! Não parei de fazer show.”

[Crítica] Otto – Ottomatopeia (2017)

Do ponto de vista sonoro, o LP marca uma aproximação ainda maior do artista com a música brasileira, especialmente com a vertente mais popular e amargurada, o brega (tem até uma recriação de “Meu Dengo” com a autora da música, Roberta Miranda). “Deixei o passaporte de lado”, ele conta. “Eu queria encontrar o meu país. Vim do Brasil popular, é algo que eu sou. Reginaldo Rossi é maravilhoso. Quer chamar de brega, pode chamar, é um orgulho. Mas sou um representante deste país e o disco tem de tudo. Do blues ao forró é tudo irmão: uma onda de música negra que se espalhou pelo continente americano.”

Ottomatopeia tem novamente produção do baterista Pupillo (Nação Zumbi), amigo de Otto desde antes do movimento manguebeat (Otto tocou percussão tanto no NZ quanto no Mundo Livre S/A) e que trabalhou com ele em todos os álbuns solo. “Temos uma facilidade de começar pelo que a gente gosta: o groove, a batida”, diz, explicando o processo de composição da dupla. “É uma simbiose muito grande. Geralmente eu chego com a música cantada, com a ideia. Canto e ele já vai pegando, pensando em batida, desenvolvendo.” Além do baterista – hoje renomado na função de produtor –, Otto colabora com a Jambro Band, que o acompanha em toda a carreira, sem integrantes fixos. Também divide músicas com Céu, Andreas Kisser e com os guitarristas Felipe e Manoel Cordeiro.

“Mas o que eu mais gosto de fazer é escrever, pensar nas minhas palavras, no que eu vou dizer”, ele esclarece. “Nunca fui um grande estudante. Neguinho chega pra mim: ‘Meu poeta, meu poeta’. Mas é algo que eu fui decodificando. Hoje ainda tenho um corretor ao meu alcance [aponta para o celular, rindo], só que tudo vem muito do instinto.”

Sentado em uma mesa logo abaixo da janela da sala de casa, Otto segura um cigarro apagado enquanto elabora o que vai dizer. Não é por falta de isqueiro: há cerca de 20 minutos ele procura tempo entre as ágeis conexões do cérebro para se concentrar na tarefa de colocar fogo no tabaco. A essa altura, já se lembrou de quando fez um mapa astral em Paris (“Falavam ‘Carruarru’”, riu, referindo-se à cidade natal), contou histórias de Reginaldo Rossi, Chico Science, Baby do Brasil, Jards Macalé e até de quando deu uma “bicota” em Ney Matogrosso (“Você acha que eu perderia essa oportunidade?”). Otto não tem problemas em fechar um assunto, ele só não consegue parar de abrir outros. “Deixa pra lá! Continua aí, vai”, se desculpa entre risadas, enfim preparado para a primeira tragada no Marlboro de filtro vermelho.

Há cerca de um ano, o pernambucano deixou o Rio de Janeiro para morar em São Paulo. Ele ocupa um apartamento antigo e discreto que chama de “casinha de praia”, apesar de estar em frente às lojas e restaurantes da porção dos Jardins da Rua da Consolação. Trata-se de um prédio sem porteiro ou elevador, com a fachada resumida a uma porta: um pedacinho de um Brasil urbano nostálgico resistindo à invasão das sacadas gourmet na zona oeste da cidade.

“Vim para ficar mais perto da minha filha”, explica, falando de Betina, fruto do famoso relacionamento com a atriz Alessandra Negrini, com quem ele ficou até 2008 e cujo término rendeu o dolorido álbum Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos. Otto consegue encaixar a menina de 12 anos em quase todo assunto. “Percebo as coisas [atuais] por ela”, diz. “Liniker, Johnny [Hooker], as Bahias [e a Cozinha Mineira] – os vejo como grandes artistas, independentemente de qualquer coisa. E ainda têm essa coragem de colocar uma saia, viver a sexualidade, resolver-se melhor. Isso está muito mais na minha filha. Ela não está nem aí se a pessoa é homem ou mulher. A liberdade é do futuro. Meu pai queria tirar meu brinco à força. É uma resposta a isso.”

Pós-Instagram, a rotina de Otto é bastante pública. Ele posta quase diariamente fotos e/ou textos de pensamentos, manifestações e encontros. Também em uma base diária, pratica a escrita “como terapia”. Depois que o computador quebrou, tem escrito no iPhone (“uma ilhinha”) e aproveitado a experiência: “Tem um lado ‘shots’ – só de pensamentos – que torna mais fácil fazer música do que um textão”. Apesar de contador de histórias, Otto está suficientemente desconectado do passado para tentar entender o presente: “É internet, porra, o negócio é view. Se eu gostar, eu vejo, senão, não vejo”.

Na caminhada até Ottomatopeia, Otto foi uma espécie de “sócio-fundador” – ao lado de nomes como Curumin, na virada do século – do que se conhece por “nova MPB”, ou pela fatia mais inventiva da produção conectada com as raízes da música nacional. Ex-mangueboy, é um aglutinador de ideias que, se nunca foi grande representante de um gênero ou vertente, sempre foi influente. Já em Samba pra Burro, mesclava batidas de techno com batuques abrasileirados (o que hoje faz o Teto Preto, por exemplo), usava samples e tocava com DJ. Não é exagero dizer que álbuns aclamados como Tropix (2016), de Céu, derivam da produção inicial do pernambucano, mesmo que indiretamente.

Certa Manhã..., assim como os shows de intensidade avassaladora, serviu para solidificar e inchar a base de fãs devotos que até hoje o acompanham. Em uma conversa que tomava outros rumos, ele deixa escapar: “Olhe, dinheiro não [ganhei], mas é bom demais ser fiel à música deste país”. Valendo-se das premissas do manguebeat, como a “antena na lama” – que por si só funcionam como especificidades dos ideais tropicalistas –, Otto é uma espécie de advogado da música brasileira, mantendo-a viva ao transformá-la para os novos tempos.

“Nestes cinco anos [entre os dois álbuns mais recentes], o Brasil entrou em um processo de não democracia terrível”, lamenta, tentando explicar o que inspirou o novo LP. “Só que eu acompanho essas coisas sem ser panfletário. Não vou datar nada nem chamar ninguém de nada. Fui mais no inconsciente, nessa tortura que todo mundo está sentindo aí. Roubam-se bilhões, prendem-se, o povo sem saber nada. Tira uma presidente, mas, porra, ela era honesta, olha o mala que entrou! Fui captando isso, quis realmente pegar esse sentimento e falar: estou atordoado, torturado, [Jair] Bolsonaro está aí. As pessoas não percebem que ele é doente. É simples: se você não consegue reconhece alguém como pessoa, você está doente.”

Otto está em tempo – e sai correndo pela casa para não perdê-lo. “Acho que o deus destes tempos é a internet. A grande religião do mundo é o deus digital. Gosto do mundo com a internet, mas é um vício”, afirma, e sai caminhando apressadamente enquanto elabora a última teoria do dia. Quando entra na cozinha, recua e coloca a cabeça de volta na porta: “Porra, já mandei muitos nudes [risos]. Quem nunca?”

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Lovato lançará documentário Simply Complicated no Youtube

Terra Música - qua, 27/09/2017 - 14:51
Além do álbum "Tell Me You Love Me", que será lançado na próxima sexta-feira (29), Demi Lovato ...
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Esposa de Nick Cave diz que cantor fará shows na América do Sul em abril de 2018

Vírgula música - qua, 27/09/2017 - 13:45

(Foto: divulgação) Nick Cave and The Bad Seeds

Leia maisÉ oficial! Foo Fighters e Queens of the Stone Age confirmam 4 …Pearl Jam, Red Hot, Killers e Lana Del Rey estão no line-up do …

Se tem um show que é muito esperado no Brasil é o de Nick Cave and The Bad Seeds. O cantor australiano veio com sua banda ao país uma única vez, em 1989, no Projeto SP, em São Paulo. Acabou morando na capital paulista por algum tempo, se casou com a brasileira Viviane Carneiro e tiveram um filho, Luke. Se separaram anos depois quando estavam vivendo em Londres. Mas, voltar ao nosso país para shows nunca mais ocorreu.

Agora, uma luz no fim do túnel apareceu para os fãs brasucas de Cave. Sua atual esposa, Susie Cave, disse a um fã sul-americano que o trovador fará turnê na América do Sul em abril de 2018.

O fã enviou uma mensagem privada à Susie em uma de suas contas no Instagram, que leva o nome de The Vampires Wife, com a seguinte pergunta: “Oi, Susie. Você sabe se Nick tem algum plano de fazer turnê na América do Sul? Estou esperando há tempos para vê-lo na Argentina“. Para a alegria do fã, e dos fãs em geral, ela respondeu: “Sim, no próximo ano. Eu acho que por volta de abril“.

A conversa foi publicada no Facebook na página do fã clube Nick Cave and The Bad Seeds Brasil e pode ser conferida abaixo. Agora é torcer para que Cave venha mesmo, e passe pelo Brasil, claro.

 

Shows Internacionais no 2º semestre de 2017 1 de 19

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“Vontade de ser metaleiro” de Luan Santana foi estratégia de marketing

Vírgula música - qua, 27/09/2017 - 12:36

Instagram/Reprodução Era tudo mentira do Luan Santana

Leia maisPearl Jam, Red Hot, Killers e Lana Del Rey estão no line-up do …Sósias? Filho de Marcos Frota impressiona pela semelhança absurda …

Ninguém entendeu direito quando Luan Santana, do nada, resolveu anunciar que iria dar um novo rumo na carreira e se tornar metaleiro. Assim, logo todo mundo suspeitou que não passava de uma jogada de marketing para o lançamento de algum CD ou coisa do tipo.

E era tudo mentira mesmo.

Nesta quarta-feira (27), o sertanejo revelou em sua conta no Instagram que tudo não passou de uma brincadeira. “Heavy Metal?! Ahhh, era fome, galera! Eu tava PERDIDÃO! Agora matei a minha fome! Galera do Metalllll, não foi dessa vez que me rendi. Vcs mandam beeeem! Amo o que faço e vou continuar com música romântica! Valeu”, escreveu ela.

Só que tá tudo ainda meio sem sentido, uma vez que não rolou anúncio de novidade nenhuma e ficou tudo por isso mesmo. Na ocasião do “anúncio”, Luan se disse inspirado pelas bandas do Rock in Rio. “Tem uma hora que a gente sente algo aqui dentro e precisa mudar, arriscar e adivinhem? Essa hora chegou. Por isso, decidi que a partir de hoje vou me dedicar de corpo e alma ao estilo que eu realmente amo, o heavy metal”, disse o músico.

11 sertanejos que "transformaram" o visual nos últimos anos 1 de 11

Simone e Simaria

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Wesley Safadão

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Gusttavo Lima

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Luan Santana

Luan Santana mudou completamente o visual

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Maiara e Maraísa

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Paula Fernandes

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Henrique e Juliano

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Lucas Lucco

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Bruninho e Davi

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