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Atualizado: 2 horas 41 minutos atrás

The Handmaid’s Tale: assista ao inquietante primeiro trailer da segunda temporada

seg, 15/01/2018 - 13:54

Uma semana após ganhar o Globo de Ouro de Melhor Série de Drama, The Handmaid’s Tale divulgou no último domingo, 14, o intenso primeiro trailer da segunda temporada.

Enquanto o primeiro ano teve como base o aclamado romance escrito por Margaret Atwood, a segunda, por sua vez, seguirá um caminho próprio, divergindo do material de origem, mas ainda com Atwood a bordo.

O trailer, que não conta com nenhum diálogo e não oferece muitos detalhes sobre a nova temporada, leva os espectadores de volta à totalitária Gilead, ao som da versão fantasmagórica de “For What It’s Worth”, na voz de Malia J.

Apesar de ter sido publicado pela primeira vez em 1985, a história contada no livro se mostra perfeita para a era Trump vivida pelos Estados Unidos. Elisabeth Moss, estrela do seriado e vencedora do Globo de Ouro de Melhor Atriz em série de Drama na última edição da premiação, disse à Rolling Stone EUA que o tema “sempre foi atemporal. A diferença é que agora [nos Estados Unidos] realmente existem coisas acontecendo contra o direito das mulheres de se reproduzirem, o que me faz sentir que esse livro esteja transbordando para a realidade”.

The Handmaid’s Tale volta com a segunda temporada ao Hulu em 25 de abril, estreando dois novos episódios. Os capítulos seguintes serão lançados semanalmente, todas as quartas-feiras.

A série, ainda inédita nas telinhas brasileiras, tem data de estreia prevista para março. A primeira temporada será transmitida no Brasil pelo canal Paramount.

Veja abaixo o trailer da segunda temporada.

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A Garota dos Sons

seg, 15/01/2018 - 11:41

Mesmo sendo uma figura conhecida, muito do que Sonia Abreu realizou em mais de 50 anos de atuação artística nem sempre é divulgado ou conhecido pelo grande público. Ela lançou inúmeras canções, divulgou vários artistas e antecipou tendências. Como DJ, radialista, produtora, cantora, programadora musical e muito mais, foi uma pioneira e inovadora. A maioria das pessoas ainda identifica Sonia na função de DJ. Neste mês em que completa 66 anos de idade, ela ainda tem mais motivo para celebrar, com o lançamento do livro Ondas Tropicais (Matrix), escrito por Claudia Assef e Alexandre de Melo. A obra é como a vida de Sonia: variada, cheia de humanidade, com momentos hilariantes ao lado do mais alto drama. E com a música pontuando toda a ação. Segundo ela, o livro chegou na hora certa. “A Claudia vivia me entrevistando para diversas matérias que ela fazia”, conta Sonia. “Há cerca de três ou quatro anos, a ideia surgiu. Agora saiu. Gostei muito, acho que ficou redondinho. A obra nos leva aos anos 1960, nos tempos da Jovem Guarda, quando Sonia era uma adolescente de 13 anos. Ela era cantora de uma banda chamada Hapiness, que teve um hit com “See You in September”, cover de um sucesso dos norte-americanos The Happenings. Aos 17 anos, já tomava conta da programação na rádio Excelsior de São Paulo. “Naquela época, as rádios roqueiras eram raras”, fala. Ela colocava na programação Pink Floyd, Os Mutantes e muito mais. Na época, só a Excelsior e a Difusora tocavam esse material mais progressivo. Isso quando ainda operavam na frequência da rádio AM; a FM era algo praticamente inexistente.

Como a Excelsior fazia parte das organizações Globo, Sonia conectou-se à gravadora Som Livre. Ela então tornou-se uma das responsáveis pela seleção musical dos LPs da série A Máquina do Som. Esses discos marcaram época e embalaram incontáveis festas durante a década de 1970. Naqueles tempos pré-comunicação instantânea, Sonia corria o mundo atrás das novidades. “Eu viajava para Londres, ia para o Midem (feira da indústria musical em Cannes, França). Trazia muita coisa de soul, funk, material legal que a gente licenciava para lançar aqui.”

Paralelamente, a jovem Sonia Abreu também era DJ nas boates mais badaladas de São Paulo. Ela agitava na cabine de som da Mirage, da Cave e outras casas noturnas. Claro, nem sempre era fácil, como ela conta. “Sim, havia preconceito por eu ser mulher e trabalhar na noite, eu era chamada de vagabunda e coisa pior.” Mas ela tirava tudo isso de letra. Ainda nos anos 1970, Sonia colocou muita gente para dançar disco music na noite paulistana quando foi uma das DJs da Papagaio Disco Club.

Um dia, Sonia se cansou de ficar cercada pelas paredes e saiu às ruas com uma rádio itinerante, que ela intitulou Ondas Tropicais. Ela, que sempre foi uma figura importante nos bastidores, agora era reconhecida por um público maior. Em diversos locais de São Paulo, era vista (e ouvida) com sua Kombi, sempre trazendo boa música e vibrações positivas. “Foi uma época muito legal, eu levava diversidade sonora para as pessoas. Tenho saudades daqueles tempos em que eu fazia a festa em locais como a Praça do Pôr do Sol, na capital paulista.” A boa notícia é que Sonia adianta que existe a possibilidade de ela retomar o projeto. Mas sem nostalgia: “Em tudo o que faço, sempre olho para a frente”, conclui.

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Exclusivo: veja promo inédito do episódio “Hang the DJ”, da quarta temporada de Black Mirror

seg, 15/01/2018 - 11:37

O quarto episódio da quarta temporada da polêmica série Black Mirror, produzida pela Netfliix, aborda os aplicativos de encontro e as relações instantâneas. O episódio, que leva em seu nome o icônico verso da música “Panic”, da banda The Smiths, acompanha Frank e Amy, que se conhecem através da “Assistente”, uma inteligência artificial que ajuda as pessoas a encontrarem pares românticos. Esse sistema, além de coletar dados e auxiliar na combinação de casais, calcula quanto tempo cada relação vai durar, e determina que Frank e Amy ficarão juntos por apenas 12 horas.

A angústia e as incertezas que permeiam relacionamentos amorosos e o aumento gradual da inserção da tecnologia nessa área da vida humana formam o pano de fundo para esse conto de amor distópico e desesperador, mas também plausível, assim como todos os temas abordados em cada um dos capítulos da série.

Todos os episódios da quarta temporada de Black Mirror já estão disponíveis na Netflix. Assista abaixo ao vídeo inédito do quarto episódio.

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Jessica Jones

sex, 12/01/2018 - 17:55

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Ennio Morricone, vencedor do Oscar pela trilha de Os Oito Odiados, de Tarantino, será tema de mostra no CCBB SP

sex, 12/01/2018 - 17:51

Prestes a completar 90 anos, Ennio Morricone é homenageado no Centro Cultural Banco do Brasil com uma mostra dedicada ao seu trabalho. Sonora: Ennio Morricone estará aberta ao público a partir de 24 de janeiro, e até o dia 19 de fevereiro exibirá 22 obras cinematográficas com as músicas do maestro.

Morricone é um dos maiores compositores da história do cinema e já trabalhou com Sergio Leone, Pier Paolo Pasolini, Giuseppe Tornatore, Bernardo Bertolucci, entre outros. Em 2016, ele ganhou o Oscar pela trilha sonora de Os Oito Odiados, do diretor Quentin Tarantino.

A exibição mostra filmes e trilhas de todos os tipos, gêneros e nacionalidades desde a década de 1960 até filmes mais recentes. Os ingressos custam a partir de R$ 10, com opção de meia entrada. Veja mais informações abaixo.

Sonora: Ennio Morricone
De 24 de janeiro a 19 de fevereiro
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo - Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
R$ 10 (com opção de meia entrada)
Mais informações no site do CCBB

Programação
Quarta, 24 de janeiro
15h30 - A Missão
18h15 - Três Homens em Conflito

Quinta, 25 de janeiro
16h30 - Cérebro do Mal
19h - O Enigma do Outro Mundo

Sexta 26, de janeiro
16h30 - A Batalha de Argel
19h - Por um Punhado de Dólares

Sábado, 27 de janeiro
15h - 1900

Domingo, 28 de janeiro
15h30 - Investigação Sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita
18h - Os Intocáveis

Segunda, 29 de janeiro
16h - Lolita
19h - Malena

Quarta 31, de janeiro
15h30 - Os Oito Odiados
19h30 - Cão Branco

Quinta, 1 de fevereiro
17h - A Batalha de Argel
19h15 - Cinzas no Paraíso

Sexta 2, de fevereiro
15h30 - 1900

Sábado, 3 de fevereiro
16h - Investigação Sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita
18h30 - Os Intocáveis

Domingo, 4 de fevereiro
16h - Cérebro do Mal
19h15 - O Enigma do Outro Mundo

Segunda, 5 de fevereiro
15h30 - Lolita
18h30 - Bugsy

Quarta,7, de fevereiro
16h30 - Malena
19h - Os Intocáveis

Quinta, 8 de fevereiro
16h - Ata-Me
18h30 - Bugsy

Sexta, 9, de fevereiro
15h30 - Cão Branco
17h30 - Os Oito Odiados

Sábado, 10 de fevereiro
13h30 - Por um Punhado de Dólares
15h30 - Por uns Dólares a Mais
18h - Três Homens em Conflito

Domingo, 11 de fevereiro
16h - Teorema
18h15 - Joe, o Pistoleiro Implacável

Segunda, 12 de fevereiro
17h - Ata-Me
19h -Cinzas no Paraíso

Quarta 14, de fevereiro
16h30 - Cinema Paradiso
19h30 - Joe, o Pistoleiro Implacável

Quinta, 15 de fevereiro
16h - O Deserto dos Tártaros
19h - Debate: Rafael Bezerra (curador), Filipe Furtado (palestrante) e Vivian Aguiar-Buff (palestrante)

Sexta 16, de fevereiro
16h30 - A Missão
19h15 - O Pássaro das Plumas de Cristal

Sábado, 17 de fevereiro
16h - Teorema
18h15 - Por uns Dólares a Mais

Domingo, 18 de fevereiro
16h - O Pássaro das Plumas de Cristal
18h - O Deserto dos Tártaros

Segunda, 19 de fevereiro
16h - Por um Punhado de Dólares (Sessão Inclusiva - audiodescrição + legendagem + LIBRAS)
18h30 - Cinema Paradiso

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Roseanne

sex, 12/01/2018 - 17:44

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Hard Sun

sex, 12/01/2018 - 17:43

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Atlanta Robbin' Season

sex, 12/01/2018 - 17:42

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The Looming Tower

sex, 12/01/2018 - 17:41

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Good Girls

sex, 12/01/2018 - 17:40

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Here and Now

sex, 12/01/2018 - 17:39

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2 Dope Queens

sex, 12/01/2018 - 17:38

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Altered Carbon

sex, 12/01/2018 - 17:37

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Mosaic

sex, 12/01/2018 - 17:36

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Philip K. Dick's Electric Dreams

sex, 12/01/2018 - 17:33

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David Bowie ganha mostra de filmes no MIS, em SP

sex, 12/01/2018 - 14:09

Na semana em que David Bowie completaria 71 anos, o Museu da Imagem e do Som (MIS) apresenta uma mostra de filmes em homenagem ao cantor. O evento acontece neste sábado, 13, e tem a entrada gratuita.

Além de músico e compositor, tinha uma brilhante carreira como ator. Ele protagonizou o primeiro filme, O Homem que Caiu na Terra, em 1976. Este será responsável por fechar a mostra, que ainda conta com o clássico de fantasia Labirinto - A Magia do Tempo e o documentário Ziggy Stardust and the Spiders from Mars.

Mostra David Bowie
Sábado, 13 de janeiro, às 15h
Museu da Imagem e do Som - Avenida Europa, 158 , Jardim Europa - São Paulo
Entrada Gratuita
Classificação de 16 anos

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Taylor Swift, Ed Sheeran e Future curtem festas ao redor do mundo em novo clipe da cantora, “End Game”

sex, 12/01/2018 - 11:59

Taylor Swift divulgou nesta quinta, 11, o clipe da música “End Game”, presente no álbum Reputation, o sexto lançado pela cantora. Na produção, ela aparece vagando e festejando por Londres, Miami e Tóquio, andando de ônibus, carro e até pilotando uma moto. O músico Ed Sheeran, que participa da música, aparece no clipe bebendo shots com Taylor, e o rapper norte-americano Future solta suas rimas enquanto ele e a cantora dão uma volta de iate.

O vídeo, dirigido por Joseph Kahn, que já trabalhou com Blink 182, Eminem, Jamiroquai e com a própria Taylor, conta com uma super produção cheia de luzes, fogos de artifício, drinks e figurinos brilhantes. Em um certo momento, Taylor faz um brinde na festa, enquanto canta “nós temos uma grande reputação/ você já ouviu falar de mim/ eu tenho grandes inimigos”, menção direta às polêmicas e brigas que a cantora se envolveu ao longo dos anos.

“End Game” é o terceiro single do álbum Reputation, lançado em 2017 e classificado pela Rolling Stone EUA como o terceiro melhor álbum pop do ano e sétimo melhor álbum no ranking geral.

Assista ao clipe.

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Fall Out Boy se reinventa, se perde, mas acaba encontrando o caminho em novo álbum

sex, 12/01/2018 - 11:27

Em julho deste ano, Patrick Stump estava ouvindo o sétimo álbum do Fall Out Boy, Mania, que àquela altura estava quase pronto, quando percebeu que havia um grande problema: não era muito bom. “Isso me assustou”, diz o cantor. “Fiquei, tipo, ‘Eu não acho que nós quatro vamos gostar, não acho que o selo vá gostar. Não soa como o Fall Out Boy. Oh, Deus, não posso entregar isso’.” Stump conversou com o baixista, Pete Wentz, que achava a mesma coisa, e juntos decidiram empurrar o álbum para janeiro, mesmo já tendo se comprometido com uma turnê pelos Estados Unidos para divulgar o disco no fim de 2017.

Esse episódio foi a primeira grande crise que o Fall Out Boy teve que enfrentar desde 2013, quando, após quatro anos com a banda parada, eles voltaram a lançar grandes sucessos radiofônicos, como “My Songs Know What You Did in the Dark” e “Centuries”. Mas os singles iniciais de Mania, “Young and Menace”, com um sabor de EDM, e “Champion”, com uma vibe do FOB de antigamente, não conseguiram nem mesmo uma posição na parada das 100 mais tocadas.

“As músicas estavam tentando agradar a todos, mas não eram atraentes para ninguém”, diz Wentz sobre as faixas eliminadas do álbum. “Era como um sanduíche sem recheio. Sem mostarda nem nada.” Se a pressão de refazer a maior parte de um disco enquanto se preparavam para uma turnê causou qualquer tipo de estresse ou conflito entre os integrantes, isso certamente não é aparente nos bastidores da Arena EagleBank, em Fairfax, na Virgínia. Jogando conversa fora depois de uma passagem de som, eles debatem Stranger Things 2 e Wentz defende o muito criticado O Exterminador do Futuro: A Salvação, além de levantar a hipótese de que o personagem de Adam Driver pode acabar se tornando um sujeito do bem em Star Wars: Os Últimos Jedi.

Em agosto, a banda voltou ao estúdio com o produtor Illangelo – mais conhecido pelo trabalho com Lady Gaga, Drake e The Weeknd – e decidiu recomeçar do zero. O intensivão de composição, que aconteceu no estúdio de Stump, em Burbank, na Califórnia, funcionou, e deu frutos como “Hold Me Tight or Don’t”, com influência de trap, e “Expensive Mistakes”. As músicas fazem sucesso no show esgotado daquela noite em Fairfax, onde a multidão canta cada palavra de sucessos antigos como “Dance, Dance”, “This Ain’t a Scene, It’s an Arms Race” e “Sugar, We’re Goin Down”. A turnê coincide com uma renovação no interesse pela cena emo dos anos 1990 e início dos anos 2000, com bandas como Brand New e Say Anything tocando para grandes multidões mais uma vez. Apesar de essas bandas terem sido seus pares no início, o Fall Out Boy se vê como uma entidade à parte. “Nenhuma das bandas emo se metia com a gente”, diz Stump. “Nos odiavam. Se recusavam a fazer turnê conosco.” Joe Trohman, guitarrista, complementa: “Vou parecer um babaca, mas ainda somos uma banda e ainda estamos lançando discos – não estamos em uma turnê de aniversário de 10 anos. Continuamos na ativa. Isso não é uma coisa fácil de conquistar”.

Antes da turnê norte-americana de Mania, em 2018, a banda fez o circuito Jingle Ball, tocando nos mesmos shows que Taylor Swift, Ed Sheeran e Camila Cabello. Em todos os casos, o Fall Out Boy é o grupo mais velho da escalação – e a única banda de rock. “Quando fazemos esse tipo de evento, sentimos que somos tipo o Slayer “, diz Wentz. “E quando fazemos eventos de rock moderno somos a banda pop. É um pouco estranho.”

Stump admite que, mesmo depois de todo o trabalho investido, ele não se importará se a versão retrabalhada de Mania não for bem nas rádios: “Preciso de outro sucesso na minha vida? Eu realmente não me importo. O único motivo para lançar um álbum é se ele for bom de verdade. E, uma vez que você passa do estágio da sua carreira no qual você quer sucessos nas rádios, isso se torna ainda mais importante”.

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