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Atualizado: 2 horas 47 minutos atrás

“Estou ficando surdo”, diz Eric Clapton

qui, 11/01/2018 - 17:07

Durante uma entrevista à rádio BBC 2, na última terça, 9, Eric Clapton falou sobre as dificuldades que tem para tocar guitarra aos 73 anos e revelou que está ficando surdo.

Clapton disse que pretende continuar fazendo shows, mas “a única coisa que me preocupa agora é ter chegado aos 70 e continuar capacitado. Estou ficando surdo, estou com zumbido nos ouvidos e minhas mãos funcionam o mínimo necessário. Espero que as pessoas venham me ver mais que apenas por curiosidade. Sei que tudo isso faz parte, porque eu mesmo acho incrível que ainda esteja aqui”.

Ao longo dos último anos, o músico se manteve transparente em relação aos problemas de saúde que andam causando dificuldade no exercício da profissão (na contracapa do álbum que lançou em 2016, I Still Do, é possível ver a foto Clapton tocando guitarra vestindo luvas sem dedos, por causa do eczema).

Em uma entrevista recente à Rolling Stone EUA, ele conta que suas habilidades na guitarra estão tão boas quanto há dois anos, mas admite que “tocar é difícil de qualquer forma. Preciso começar do primeiro degrau da escada toda vez, até para afinar. Aí preciso passar por todo o processo de calejar os dedos, ficar coordenado etc.”

Na entrevista, Clapton também comenta sobre a luta dele contra as drogas e o álcool. “Durante pelo menos 20 anos eu fui um completo maluco."

O astro da música, que foi à rádio para promover o novo documentário sobre a vida dele, Eric Clapton: Life in 12 Bars, admitiu que grande porção do filme foi difícil assistir, pois foca intensamente “na parte complicada da minha vida”, mas que também mostra que “há uma luz no fim do túnel”. Ele finaliza dizendo que “é importante perceber que é um final feliz, como um conceito de redenção. Se você for assistir ao filme, se prepare para uma aventura pesada.”

Veja abaixo o trailer do documentário.

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Millie Bobby Brown, a Eleven de Stranger Things, interpretará a irmã mais nova de Sherlock Holmes em longa

qui, 11/01/2018 - 13:55

Foi divulgado na última terça, 9, que Millie Bobby Brown, a atriz que deu vida à personagem Eleven nas duas temporadas de Stranger Things, interpretará Enola Holmes, a irmã mais nova dos detetives Mycroft e Sherlock Holmes, em um longa que ainda não tem previsão de lançamento.

Além de atuar, a atriz também produzirá o filme, que terá seu enredo baseado na série de livros Os Mistérios de Enola Holmes, da autora norte-americana Nancy Springer. Nos livros, a mais jovem dos Holmes busca mostrar aos seus irmãos que ela também tem o dom da investigação, resolvendo mistérios e casos ao longo de seis volumes.

Millie, que completa 14 anos de idade em fevereiro, fará sua estreia nas telonas protagonizando o filme Godzilla: O Rei dos Monstros, ao lado de Sally Hawkins (A Forma da Água) e Vera Farmiga (Invocação do Mal). Dirigido por Michael Dougherty, o longa está previsto para estrear em 22 de março nos Estados Unidos.

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“Fast” Eddie Clarke, ex-Motörhead, morre aos 67 anos

qui, 11/01/2018 - 11:40

A página oficial do Motörhead divulgou na manhã desta quinta-feira, 11, através do Facebook, a notícia da morte do ex-guitarrista “Fast” Eddie Clarke, que estava internado em um hospital e lutava contra um pneumonia. Clarke morreu na última quarta, 10, aos 67 anos.

Na mensagem publicada nas redes sociais, os integrantes da banda dizem estar “devastados por precisar transmitir a notícia que ficamos sabendo essa noite… Edward Allan Clarke, ou Fast Eddie Clarke, como todos o conheciam e o amavam, morreu pacificamente ontem”.

Clarke, que era o último integrante vivo da formação original desde a morte de Lemmy em 2015, foi guitarrista do icônico trio inglês de heavy metal de 1976 a 1982, participando do autointitulado primeiro álbum de estúdio do grupo e dos sucessores Overkill, Bomber, Ace of Spades e Iron Fist.

Após sua saída do Motörhead, “Fast” Eddie Clarke formou a banda Fastway ao lado de Pete Way, ex-baixista da UFO. O grupo chegou a gravar sete álbuns de estúdio.

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Retratos #2 | Nina Becker

qua, 10/01/2018 - 17:34

A fotógrafa Carolina Vianna clica um artista por mês com exclusividade para a coluna Retratos. Em janeiro, foi a vez da diretora de arte, cantora e compositora carioca Nina Becker. Ex-Orquestra Imperial, ela deu mais um passo na carreira solo no ano passado com o lançamento do disco Acrílico.

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Vocalista convida Gaten Matarazzo, o Dustin de Stranger Things, para cantar ao vivo com o Paramore

qua, 10/01/2018 - 17:29

Nem todo mundo sabe que um dos atores mais queridos da atualidade, Gaten Matarazzo, que interpreta o Dustin em Stranger Things, além de atuar, canta em uma banda chamada Work in Progress. No fim do ano passado, vídeos do grupo fazendo covers de músicas do Foo Fighters, Fall Out Boy e Paramore se espalharam pela internet e chegaram até a vocalista do Paramore. Após ver o ator cantando o sucesso de 2007 “Misery Business”, Hayley Williams, que se encantou com a performance, marcou Matarazzo em um tuíte no último sábado, 6. “Querido Gaten, vi a cover que sua banda fez de 'Misery Business' e tudo que tenho a dizer é: convite aberto para você subir ao palco com o Paramore e balançar seus voluptuosos cachos (e harmonizar, claro) quando o espírito (do rock) te guiar”.

O astro de apenas 15 anos respondeu, no domingo, 7, um animado “Cara! Sim! Vamos fazer isso acontecer! Obrigado”, para o qual a vocalista respondeu horas depois “Por nada! Vou te mandar o nosso calendário de 2018 e você pode escolher uma data”.

Abaixo, veja a troca de tuítes entre os dois e o registro da cover de “Misery Business”.

dear @GatenM123, @itstayloryall & i saw your band’s Miz Biz cover and all i can say is: ????????. open invite to crash a pmore stage and thrash those luscious locks around (& harmonize, obv) whenever the spirit (of rock) leads you.

— hayley from Paramore (@yelyahwilliams) 6 de janeiro de 2018

Dude!! Yesss!!!! Let’s make this happen! Thanks ??????????

— Gaten Matarazzo (@GatenM123) 7 de janeiro de 2018

so welcome! i’ll get our 2018 schedule to you and you can just pick a date.

— hayley from Paramore (@yelyahwilliams) 7 de janeiro de 2018


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Jenni Mosello, ex-The X-Factor Brasil, lança clipe do novo single, "Vou Gritar"

qua, 10/01/2018 - 16:13

A vice-campeã do The X-Factor Brasil Jenni Mosello lançou o clipe da sua nova música, “Vou Gritar”, na qual está acompanhada do cantor Lucas Vaz. O single foi gravado no Nico’s Studio, em Curitiba, e contou com mixagem e gravação de Vinicius (Nico) Braganholo, masterização de Arttu Peljo e edição de Amadeus de Marchi Assunção. A composição é de Jenni e de Vaz, ao lado de JAN e JACK.

No ano passado, Jenni lançou seu primeiro EP autoral, Sketches, que conta com 5 canções em inglês e foi produzido pela dupla Alexy Viegas e Maycon Ananias, que já trabalhou com artistas como Maria Gadú, Thiago Iorc e Jesse Harris. Recentemente, a cantora abriu o show da Anitta, em Curitiba.


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Michelle Williams recebeu 1.500 vezes menos que Mark Wahlberg para refilmar cenas de Todo o Dinheiro do Mundo; entenda o caso

qua, 10/01/2018 - 14:08

O filme Todo o Dinheiro do Mundo, dirigido por Ridley Scott, precisou ser parcialmente refilmado após a decisão da equipe de demitir Kevin Spacey da produção, logo após as denúncias de abuso sexual contra o ator. As cenas que precisaram ser refeitas tiveram Christopher Plummer assumindo o papel que era de Spacey e contam com a participação de Mark Wahlberg e Michelle Williams. De acordo com uma publicação do jornal USA Today na última terça, 9, a atriz recebeu menos de US$ 1 mil para participar das regravações, que ocorreram em novembro, enquanto Wahlberg recebeu US$ 1,5 milhão.

Michelle Williams havia contado ao veículo anteriormente que estava “muito satisfeita com o enorme esforço” que estavam fazendo para alterar as cenas do filme. “Eu disse que estaria em qualquer lugar que eles precisassem, quando eles precisassem. E poderiam ficar com meu salário, meu feriado e o que quisessem”, a atriz completou.

O diretor disse que os atores, incluindo Michelle e Wahlberg, concordaram em participar dos dez dias de refilmagem “em troca de nada”. Segundo a publicação, a agência que representa Wahlberg renegociou logo disso depois o acordo, buscando uma “remuneração considerável”.

Todo o Dinheiro do Mundo recebeu três indicações ao Globo de Ouro, cuja cerimônia de entrega de prêmios aconteceu no último domingo, 7. Na ocasião, tanto o ator quanto a atriz vestiram preto para demonstrar apoio ao movimento Time’s Up, que defende, entre várias causas, a igualdade de gêneros.

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Amigo de Kurt Cobain divulga demos do Nirvana dos anos 80

qua, 10/01/2018 - 12:32

O músico John Purkey, amigo de Kurt Cobain, divulgou na primeira terça-feira do ano, 2, as gravações de quatro fitas cassete que, segundo ele, ganhou pessoalmente do próprio Cobain. As fitas possuem gravações do Nirvana durante os anos 80: uma delas carrega a primeira session da banda tocando o que viria a ser o álbum Bleach, em 1988, no Reciprocal Studios, em Seattle; em outra fita, demos do álbum Nevermind com Chad Channing na bateria, pouco antes da entrada de Dave Grohl.

Grande parte do material já havia sido lançado em várias coletâneas liberadas após a morte de Kurt Cobain, então o destaque fica por conta da história que envolve as fitas. Purkey, que tocou em diversas bandas durante o surgimento e ascensão do Nirvana, acompanhou de perto toda a trajetória do grupo.

Ele conta em um dos vídeos que guardou as fitas dentro de uma caixa de metal que mantinha guardada dentro de outra caixa de metal, e que uma monção já quase chegou a destruir a coleção. Além dessas ameaças naturais, uma das fitas foi roubada de dentro do carro de um amigo e, com medo de não conseguir tomar conta de todas, Purkey vendeu outras duas., mas guardou uma carta que Kurt escreveu pra ele.

No fim, restaram as quatro fitas que podem ser ouvidas abaixo, além do vídeo em que John Purkey conta a história da coleção.

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The Weeknd rompe parceria com loja de roupas após considerar publicidade racista

ter, 09/01/2018 - 18:09

Na última segunda-feira, 8, o cantor The Weeknd repudiou, através de um tuíte, uma ação publicitária da loja de roupas H&M, com a qual havia recentemente colaborado em uma coleção.

Nas fotos de divulgação de um novo lançamento da loja, é possível ver um menino branco vestindo um moletom com a frase “Survival Expert”, que pode ser traduzida como “mestre da sobrevivência”, e em outra imagem um menino negro com um moletom estampado com a frase “Coolest Monkey in the Jungle”, que pode ser traduzida como “o macaco mais legal da floresta”.

Em seu Twitter, The Weeknd publicou a imagem do garoto negro acompanhada da legenda: “Acordei essa manhã chocado e envergonhado pela foto. Estou profundamente ofendido e não voltarei a trabalhar com a H&M”.

O astro da NBA LeBron James também publicou a imagem no Instagram, mas somente depois de fazer algumas alterações: na versão dele, o menino negro veste uma coroa e no moletom dele está estampada outra coroa. Acima do menino, James adicionou a frase “Rei do mundo” e escreveu na legenda que vê na foto “um Jovem Rei! Um governante do mundo, uma força intocável que nunca poderá ser negada”. O atleta continua dizendo: “Nós, como afro-americanos, sempre teremos que quebrar barreiras, mostrar às pessoas que elas estão erradas e nos dedicarmos o máximo possível para provar que nosso lugar é aqui. Quer saber, é exatamente isso que amamos, porque os benefícios no fim do caminho são lindos!”.

Após a repercussão negativa, as imagens foram retiradas do site e o produto não está mais à venda. Em uma declaração ao USA Today, a empresa sueca se desculpou pela imagem e declarou: “Acreditamos na diversidade e na inclusão em tudo que fazemos e vamos revisar nossas políticas internas de acordo, para evitar qualquer problema no futuro.”

Veja abaixo as publicações de The Weeknd e de LeBron James.

woke up this morning shocked and embarrassed by this photo. i’m deeply offended and will not be working with @hm anymore... pic.twitter.com/P3023iYzAb

— The Weeknd (@theweeknd) 8 de janeiro de 2018

@hm u got us all wrong! And we ain't going for it! Straight up! Enough about y'all and more of what I see when I look at this photo. I see a Young King!! The ruler of the world, an untouchable Force that can never be denied! We as African Americans will always have to break barriers, prove people wrong and work even harder to prove we belong but guess what, that's what we love because the benefits at the end of the road are so beautiful!! #LiveLaughLove?? #LoveMyPeople??????????????????????????????????????

Uma publicação compartilhada por LeBron James (@kingjames) em 8 de Jan, 2018 às 3:58 PST


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Pantera Negra ganha novo trailer, com cenas inéditas repletas de ação

ter, 09/01/2018 - 14:56

O próximo filme da Marvel Studios, Pantera Negra, dirigido por Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar) e estrelado por Chadwick Boseman, está próximo de chegar às telonas do Brasil. A empresa parece sentir a animação dos fãs ao redor do mundo e, para aumentar a ansiedade de todos, vem divulgando diversas cenas a cada semana: para não deixar o entusiasmo dos fãs diminuir, foi divulgado nesta terça, 9, um novo trailer repleto de ação e com cenas inéditas, tudo isso ao som de uma trilha frenética e das rimas de Kendrick Lamar.

O envolvimento do rapper no longa como curador e produtor da trilha sonora foi confirmado na última quinta-feira, 4, dia em que também foi lançado o primeiro single, “All the Stars”, colaboração de Lamar com a cantora Sza.

A trilha deve ser lançada em 6 de fevereiro, enquanto o filme chega aos cinemas brasileiros em 15 de fevereiro. Ouça abaixo o single divulgado e assista ao novo trailer.

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David Byrne está preparando próximo álbum solo American Utopia

ter, 09/01/2018 - 12:58

O músico escocês David Byrne anunciou seu novo álbum intitulado American Utopia, primeiro projeto solo do cantor em 14 anos. Aproveitando o anúncio, Byrne publicou em seu canal do YouTube, na última segunda feira, 8, o clipe em animação do primeiro single do álbum, "Everybody's Coming to My House". A faixa, escrita por ele e pelo colaborador de longa data Brian Eno, também conta com contribuições de Sampha, TTY e Isaiah Barr, do Onyx Collective. A faixa percorre um groove polirrítmico, característica já solidificada nas produções de Byrne, assim como sua performance vocal e entoação inimitáveis.

O nome do álbum, que pode ser traduzido como utopia americana, não necessariamente reflete as ideias presentes nas faixas. Sobre o disco, Byrne explica que “essas músicas não descrevem um lugar imaginário ou possivelmente impossível, mas buscam retratar o mundo em que vivemos agora. Acredito que muitos de nós não estão satisfeitos com esse mundo que fizemos para nós mesmos. Olhamos ao redor e nos perguntamos: precisa ser assim? Tem algum outro jeito? Essas músicas são sobre esse ato de olhar e sobre esse questionamento.”

American Utopia, gravado em estúdios em Nova Iorque e em Londres, será disponibilizado dia 9 de março pela gravadora Nonesuch Records, e é o primeiro álbum solo do músico desde Grown Backwards, lançado em 2004. Durante esse período, o ex-Talking Heads colaborou com artistas como o amigo Brian Eno, a cantora St. Vincent e Fatboy Slim.

“Essas músicas são sinceras, o título não é irônico. O título não se refere a uma utopia específica, mas sim aos nossos anseios, frustrações, aspirações, medos e esperanças referentes ao que pode ser possível, o que mais pode ser possível. Sinto que essas canções tocam na insatisfação e no desejo” diz Byrne sobre a proposta do projeto. Para promover o álbum, o cantor fará um turnê que, segundo ele, contará com “o show mais ambicioso que já fiz desde as apresentações gravadas para [o filme] Stop Making Sense.”

O disco, que leva uma pintura do já falecido artista norte-americano Purvis Young na capa, já está disponível em pré-venda. Fãs que comprarem através do site da Nonesuch receberão uma cópia exclusiva da folha em que foi escrita à mão a letra de "Everybody's Coming to My House" e o download instantâneo da faixa.

Veja abaixo a tracklist do álbum e o clipe do single.

1. "American Utopia"
2. "I Dance Like This"
3. "Gasoline And Dirty Sheets"
4. "Every Day Is A Miracle"
5. "Dog’s Mind"
6. "This Is That"
7. "It’s Not Dark Up Here"
8. "Bullet"
9. "Doing The Right Thing"
10. "Everybody’s Coming To My House"
11. "Here"

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Brad Pitt oferece US$ 120 mil para assistir a Game of Thrones ao lado de Daenerys

seg, 08/01/2018 - 17:27

No último sábado, 6, algumas celebridades participaram do jantar de gala beneficente, em Los Angeles, organizado e apresentado pelo ator Sean Penn para arrecadar doações em prol do Haiti. Entre os ilustres convidados estavam Lena Dunham, Arnold Schwarzenegger, Leonardo DiCaprio e Brad Pitt. Um dos prêmios leiloados foi a oportunidade de assistir a um episódio da série Game of Thrones ao lado da estrela Emilia Clarke, atriz que interpreta Daenerys Targaryen.

O lance mínimo para conseguir tal privilégio era de meros US$ 20 mil. Não se sentindo intimidado pelo valor, Pitt ofereceu inicialmente US$ 80 mil, mas como era de se esperar, o prêmio era cobiçado, os valores logo subiram e o ator teve que aumentar o lance em mais dez mil. Em um dado momento, o leiloeiro perguntou: “O Rei do Norte está aqui?”, se referindo a Kit Harington, que interpreta Jon Snow em Game of Thrones. Após se manifestar, o ator aproveitou e se disponibilizou a fazer parte do prêmio, acompanhando Emilia e o felizardo que oferecesse o lance final na exibição do episódio.

O acréscimo de mais um astro da série obrigou Pitt a fazer sua oferta final: US$ 120 mil, equivalente a aproximadamente R$ 386 mil reais, mas infelizmente o valor não foi o suficiente para torná-lo vencedor. Quem levou o prêmio foi um convidado anônimo, com seu lance final de US$ 160 mil.

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Assista ao primeiro trailer da segunda temporada de Atlanta

seg, 08/01/2018 - 13:49

Durante a noite de premiação do Globo de Ouro, o canal FX divulgou o primeiro trailer da nova temporada do seu aclamado seriado de comédia Atlanta, encabeçado pelos irmãos Donald e Stephen Glover.

O trailer divulgado mostra que a preocupação estética presente na elogiada primeira temporada não será deixada para trás, além de demonstrar que o tom de sonho e surrealismo sutil também serão mantidos: em uma das cenas é possível ver os personagens Earn (Donald Glover) e Paper Boi (Brian Tyree Henry) sentados em cima de um carro, em frente a uma casa, enquanto um crocodilo caminha na direção deles e Darius (Lakeith Stanfield) corta a grama do quintal logo ao lado.

A segunda temporada tem sido curiosamente divulgada com o nome Atlanta Robbin’ Season, deixando muitos dos fãs intrigados. Stephen Glover, um dos autores e produtor executivo da série, explicou que o título se refere à época antes do natal, em que o índice de roubos sobe consideravelmente na cidade de Atlanta. Segundo ele, esse período de furtos é uma metáfora que reflete o momento em que os personagens estarão durante a nova temporada.

A série, que estreou em setembro de 2016, já recebeu dois Globos de Ouro e dois prêmios Emmy, exaltando o seriado como melhor programa de televisão na categoria Comédia ou Musical, além da atuação e direção de Donald Glover, também conhecido e premiado por seu trabalho sob o pseudônimo musical Childish Gambino.

Confira abaixo o trailer.

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Radiohead processa Lana Del Rey por causa das semelhanças de uma faixa com “Creep”

seg, 08/01/2018 - 11:59

Especulações já circulavam a internet sobre um suposto processo envolvendo a banda Radiohead e a cantora Lana Del Rey. A banda, liderada por Thom Yorke, estaria processando a cantora por plagiar “Creep” na faixa “Get Free”, presente no álbum Lust for Life, que Lana lançou em julho de 2017.

No último domingo, 7, a cantora confirmou os boatos no Twitter, dizendo que “apesar de eu saber que minha música não foi inspirada por “Creep”, o Radiohead acha que foi, e quer 100% [dos direitos] de publicação. Eu ofereci 40% ao longo dos últimos meses, mas eles só aceitam 100%. O advogado da banda tem sido persistente, então resolveremos a questão no tribunal.”

O curioso é que a própria banda que levantou a acusação já passou por uma situação similar, quando foi processada pelos músicos Albert Hammond e Mike Hazlewood por plagiar “The Air That I Breathe”, da banda The Hollies, na própria faixa “Creep”. O Radiohead admitiu as semelhanças entre a melodia e a estrutura dos acordes das duas músicas e concordou em adicionar o nome dos dois compositores aos créditos.

Compare abaixo “Get Free”, “Creep” e “The Air That I Breathe”.

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O Último Ato - Documentário mergulha nos últimos dias e na obra-prima final de David Bowie

seg, 08/01/2018 - 11:25

Em outubro de 2015, David Bowie decidiu encerrar o tratamento contra o câncer quando soube que a doença havia se espalhado irremediavelmente. Na mesma semana, foi até um galpão no Brooklyn, Nova York, para gravar o videoclipe de uma música então nova, “Lazarus”, nome de uma figura bíblica que Jesus trouxe de volta dos mortos. Bowie passou o dia deitado em uma cama hospitalar enquanto câmeras o capturavam com uma gaze envolta na cabeça. “Olhe aqui para cima, estou no céu”, uivou. “Tenho cicatrizes que não podem ser vistas.”

Imagens daquele dia e lembranças de quem estava ali compõem uma das cenas mais cruciais de David Bowie: The Last Five Years, um novo documentário revelador dirigido por Francis Whately – que retratou o período dourado do artista nos anos 1970 em David Bowie: Five Years, de 2013. O filme, que estreia na HBO EUA em janeiro, conta o último capítulo de Bowie, aquele no qual ele emergiu de uma longa pausa para criar dois álbuns brilhantes e um musical off-Broadway – ao mesmo tempo que enfrentou uma doença que lhe tiraria a vida apenas dois dias depois do lançamento de Blackstar, em janeiro de 2016. “Ele queria que seu ato final fosse memorável”, diz Whately. “E uma maneira de lidar com a dor do tratamento e com a consciência do que aconteceria era se manter ocupado.”

O projeto enfrentou vários desafios. Embora Whately tenha conseguido fazer muitas imagens de Bowie para seu primeiro documentário, teve pouquíssimo material para trabalhar enquanto explorava a fase final do cantor, que ficou cada vez mais recluso nesse período, sem dar entrevista alguma ou se apresentar. “Passei muitas noites em claro pensando: ‘Como vou preencher 90 minutos sem imagem alguma?’”, conta. “Fiquei realmente preocupado.”

Ele precisou usar a criatividade. Reuniu as bandas que tocaram em The Next Day, de 2013, e em Blackstar, pedindo que tocassem e compartilhassem suas lembranças das sessões ultrassecretas. Registrou os músicos de Blackstar no 55 Bar, o mesmo clube de jazz no centro de Nova York onde Bowie os viu se apresentar antes de convidá-los para tocar no álbum. O guitarrista Ben Monder diz que não sabia que o cantor estava doente enquanto gravavam. “Mesmo ignorando tudo isso”, conta, “fiquei impressionado com a energia e animação dele.”

Whately também passou um tempo com Tony Visconti, produtor frequente de Bowie de 1969 até Blackstar, que compartilha demos inéditas das últimas sessões. O momento mais arrepiante vem quando ele toca o vocal isolado de “Lazarus”, que permite ouvir cada fôlego que o cantor retomava com dificuldade entre os versos.

“Ele está nesta música... neste momento”, afirma Visconti. “Durante os quatro ou cinco minutos em que cantou, colocou a alma naquilo.”

Cenas de bastidores dos videoclipes de Bowie foram outro baú de tesouros. As imagens são intercaladas com análises de amigos – o diretor de videoclipes Johan Renck discute o significado do astronauta esquelético, personagem que o cantor encomendou para “Blackstar”. “É o Major Tom?”, questiona Whately. “Não tenho como saber, mas ele com certeza queria que você acreditasse que era. É o personagem que lhe trouxe sucesso, então a ideia de um de seus últimos videoclipes ter o Major Tom tinha todo sentido.”

Frequentemente, Whately usa conceitos e referências presentes nas últimas músicas de Bowie como gancho para voltar a momentos anteriores da carreira dele nos quais esses conceitos foram explorados. Ele liga o tema “celebridade” de “The Stars (Are Out Tonight)” à dificuldade que o cantor sentiu a vida inteira com a fama. “Queria olhar para o período final dele através do prisma do passado”, diz. Também há um longo prólogo centrado na turnê Reality, de 2003/2004, que acabou prematuramente quando Bowie sofreu um infarte quase fatal logo após sair do palco em um festival na Alemanha. Cenas de turnê daquela época o mostram brincando com a banda e visitando uma parada de caminhões em Montana, a certa altura competindo com o guitarrista Earl Slick para pegar bichinhos de pelúcia em uma daquelas máquinas com garras. “O senso de humor dele estava a toda”, lembra Slick. “Não era o David que eu havia conhecido no começo.” Em um momento hilário, Bowie vasculha fitas cassete em uma liquidação e encontra uma de seu projeto paralelo Tin Machine, de 1989, e uma de Lodger, de 1979. “Devem ser álbuns que ninguém comprou, então vieram parar aqui”, comenta.

Whately considera o filme um tributo a um artista que encontrou algumas vezes durante sua longa carreira na BBC. Somente após o lançamento de Five Years é que sentiu uma ligação pessoal. “Perto do fim da vida, escreveu querendo saber como eu estava”, conta Whately. “Ele me disse: ‘Estou muito feliz com a vida que tive e com o novo disco. O que mais se pode querer?’ Aquilo realmente mostrou a dignidade dele.”

Tributo Épico
Bandas de Bowie se reúnem para uma turnê emotiva

De todos os shows em homenagem a Bowie que aconteceram após a morte do cantor, nenhum chegou perto de Celebrating David Bowie. Ele reuniu muitos dos melhores músicos de turnê do cantor, incluindo a banda completa de sua última turnê, A Reality Tour, para tocar suas músicas, com um elenco estrelado de convidados, como Sting e Perry Farrell. Com apresentações em apenas cinco cidades do mundo, foi um evento breve, mas comovente, especialmente para os músicos no palco. “Fiquei o tempo inteiro pensando ‘não perca a compostura’”, conta o guitarrista Earl Slick, que tocou com Bowie em vários períodos por quase 40 anos. A turnê foi um sucesso financeiro e volta em fevereiro para passar por 28 cidades com uma escalação que inclui Slick, Adrian Belew, do King Crimson (que tocou em Lodger), e o tecladista do Spiders from Mars, Mike Garson. O produtor Angelo Bundini diz que haverá um novo set list, mais arriscado: “David era famoso por não ser nostálgico. Desta vez, vamos seguir seu comando sendo mais Bowie futuro do que Bowie passado. É o mesmo catálogo amado, mas com uma abordagem totalmente nova.”

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Globo de Ouro 2018: Discursos refletem a era #MeToo

seg, 08/01/2018 - 10:10

Anúncio Para Um Crime levou para casa o prêmio mais importante da edição 75 do Globo de Ouro, faturando a categoria Melhor Filme de Drama. O longa também ficou com os globos de Melhor Roteiro, Melhor Atriz (para Frances McDormand) e Melhor Ator Coadjuvante (Sam Rockwell). Na categoria de Comédia/Musical, Lady Bird: É Hora de Voar, de Greta Gerwig, foi escolhido como o Melhor Filme, enquanto a estrela da produção, Saoirse Ronan, levou para casa o título de Melhor Atriz.

Outros prêmios grandes de cinema foram para James Franco (Melhor Ator de Comédia pela interpretação de Tommy Wiseau em Artista do Desastre), Gary Oldman (Melhor Ator de Drama pela interpretação de Winston Churchill em O Destino de Uma Nação) e Allison Janney (Melhor Atriz Coadjuvante pela interpretação da mãe de Tonya Harding em Eu, Tonya.

No mundo da televisão, The Handmaid’s Tale continuou sua dominação no campo das premiações, ganhando na categoria Melhor Drama, enquanto a protagonista, Elisabeth Moss, foi eleita a Melhor Atriz. O troféu de Melhor Comédia ficou com The Marvelous Mrs. Maisel, enquanto a estrela do programa, Rachel Brosnahan, ganhou como Melhor Atriz. Aziz Ansari levou o troféu de Melhor Ator de Comédia por Master of None e Sterling K. Brown é o Melhor Ator de Drama (This Is Us).

Nas categorias dedicadas às minisséries, Big Little Lies continua indo incrivelmente bem, ganhando tanto como Melhor Minissérie quanto nos prêmios de Melhor Atriz (Nicole Kidman) e Melhor Ator Coadjuvante (Alexander Skarsgård).

O ativismo, este ano, já começou no tapete vermelho. Muitas atrizes e atores chegaram usando roupas pretas e broches em apoio ao movimento Time’s Up (SAIBA MAIS SOBRE ELE AQUI). Estrelas e indicadas, como Laura Dern, Meryl Streep, Emma Stone e Amy Poehler, convidaram ativistas que atuam em diversos campos para irem com elas à premiação. E cada uma das questões tratadas por elas e em todos os discursos da noite integraram o momento de maior relevância, que foi a fala de Oprah Winfrey, recipiente do Cecil B. DeMille, uma recompensa por todas as conquistas da carreira. Entre outras coisas, Oprah lembrou quando assistiu a Sidney Poitier se tornar o primeiro ator negro a vencer o Oscar, em 1964, e a importância que essa representatividade teve na formação dela, além de ter falado sobre a importância das bandeiras que as mulheres estão levantando. "Por tempo demais as mulheres não puderam ser ouvidas ou foram desacreditadas se elas ousassem falar a verdade a respeito do poder daqueles homens. O tempo deles acabou".

Cinema

Melhor Filme – Drama
Me Chame Pelo Seu Nome
The Post: A Guerra Secreta
Dunkirk
A Forma da Água
Três Anúncios Para Um Crime

Melhor Filme – Comédia ou Musical
Artista do Desastre
Corra!
Eu, Tonya
Lady Bird: É Hora de Voar
O Rei do Show

Melhor Diretor
Christopher Nolan ("Dunkirk)
Guillermo del Toro (A Forma da Água)
Martin McDonagh (Três Anúncios Para um Crime)
Ridley Scott (Todo o Dinheiro do Mundo)
Steven Spielberg (The Post: A Guerra Secreta)

Melhor Ator de Filme – Drama
Daniel Day-Lewis (Trama Fantasma)
Denzel Washington (Roman J. Israel, Esq.)
Gary Oldman (O Destino de Uma Nação)
Timothée Chalamet (Me Chame Pelo Seu Nome)
Tom Hanks (The Post: A Guerra Secreta)

Melhor Atriz de Filme – Drama
Frances McDormand (Três Anúncios Para Um Crime)
Jessica Chastain (A Grande Jogada)
Meryl Streep (The Post: A Guerra Secreta)
Michelle Williams (Todo o Dinheiro do Mundo)
Sally Hawkins (A Forma da Água)

Melhor Ator de Filme – Comédia ou Musical
Ansel Elgort (Em Ritmo de Fuga)
Daniel Kaluuya (Corra! )
Hugh Jackman (O Rei do Show)
James Franco (Artista do Desastre)
Steve Carell (A Guerra dos Sexos)

Melhor Atriz de Filme – Comédia ou Musical
Emma Stone (A Guerra dos Sexos)
Helen Mirren (Ella e John)
Judi Dench (Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha)
Margot Robbie (Eu, Tonya)
Saoirse Ronan (Lady Bird: É Hora de Voar)

Melhor Atriz Coadjuvante de Filme
Allison Janney (Eu, Tonya)
Hong Chau (Pequena Grande Vida)
Laurie Metcalf (Lady Bird: É Hora de Voar)
Mary J. Blige (Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi)
Octavia Spencer (A Forma da Água)

Melhor Ator Coadjuvante de Filme
Armie Hammer (Me Chame Pelo Seu Nome)
Christopher Plummer (Todo o Dinheiro do Mundo)
Richard Jenkins (A Forma da Água)
Sam Rockwell (Três Anúncios Para Um Crime)
Willem Dafoe (Projeto Flórida)

Melhor Roteiro de Filme
Guillermo del Toro (A Forma da Água)
Aaron Sorkin (A Grande Jogada)
Greta Gerwig (Lady Bird: É Hora de Voar)
Liz Hannah e Josh Singer (The Post: A Guerra Secreta)
Martin McDonagh (Três Anúncios Para Um Crime)

Melhor Animação
Com Amor, Van Gogh
O Poderoso Chefinho
O Touro Ferdinando
The Breadwinner
Viva: A Vida é Uma Festa

Melhor Filme em Língua Estrangeira
Em Pedaços
First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers
Nelyubov
The Square
Uma Mulher Fantástica

Melhor Trilha Sonora Para Filme
Alexandre Desplat (A Forma da Água")
Hans Zimmer (Dunkirk)
Vários (The Post: A Guerra Secreta)
Jonny Greenwood (Trama Fantasma)
Carter Burwell (Três Anúncios Para um Crime)

Melhor Canção Original para Filme
"Home", de O Touro Ferdinando
"Mighty River", de Mudbound - Lágrimas sobre o Mississipi
"Remember Me", de Viva - A Vida é Uma Festa
"The Star", de A Estrela de Belém
"This Is Me", de O Rei do Show

TV

Melhor Série – Drama
Game of Thrones
The Handmaid's Tale
Stranger Things
The Crown
This Is Us

Melhor Série – Musical ou Comédia
Black-ish
Master of None
SMILF
The Marvelous Mrs. Maisel
Will & Grace

Melhor Série Limitada ou Filme Para a TV
Big Little Lies
Fargo
Feud
The Sinner
Top of the Lake

Melhor Ator de Série – Drama
Bob Odenkirk (Better Call Saul)
Freddie Highmore (The Good Doctor)
Jason Bateman (Ozark)
Liev Schreiber (Ray Donovan)
Sterling K. Brown (This Is Us)

Melhor Atriz de Série – Drama
Caitriona Balfe (Outlander)
Claire Foy (The Crown)
Elisabeth Moss (The Handmaid's Tale)
Katherine Langford (13 Reasons Why)
Maggie Gyllenhaal (The Deuce)

Melhor Ator de Série – Musical ou Comédia
Anthony Anderson (Black-ish)
Aziz Ansari (Master of None)
Eric McCormack (Will & Grace)
Kevin Bacon (I Love Dick)
William H. Macy (Shameless)

Melhor Atriz de Série – Musical ou Comédia
Alison Brie (Glow)
Frankie Shaw (SMILF)
Issa Rae (Insecure)
Pamela Adlon (Better Things)
Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel)

Melhor Atriz de Minissérie ou Filme Feito Para TV
Jessica Biel (The Sinner)
Jessica Lange (Feud)
Nicole Kidman (Big Little Lies)
Reese Witherspoon (Big Little Lies)
Susan Sarandon (Feud)

Melhor Ator de Série Limitada ou Filme Feito Para TV
Robert De Niro (O Mago das Mentiras)
Ewan McGregor (Fargo)
Geoffrey Rush (Genius)
Jude Law (The Young Pope)
Kyle MacLachlan (Twin Peaks)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme Para TV
Ann Dowd (The Handmaid's Tale)
Chrissy Metz (This Is Us)
Laura Dern (Big Little Lies)
Michelle Pfeiffer (O Mago das Mentiras)
Shailene Woodley (Big Little Lies)

Melhor Ator Coadjuvante Para Série, Minissérie ou Filme Feito Para TV
Alexander Skarsgård (Big Little Lies)
Alfred Molina (Feud)
Christian Slater (Mr. Robot)
David Harbour (Stranger Things)
David Thewlis (Fargo)

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Globo de Ouro 2018: quem vai vencer e quem deveria vencer

sab, 06/01/2018 - 11:24

No ano passado, nós fizemos uma lista de apostas para o Globo de Ouro já avisando de cara: é quase impossível prever. Esse ano, os indicados reforçaram ainda mais essa ideia, com Corra! avaliado como comédia e Twin Peaks quase totalmente ignorado. O melhor jeito de tratar o Globo de Ouro é encarando como uma daquelas competições de cachorro, levando em conta o pedigree. A pergunta não é “Qual o melhor filme do ano?”, mas sim “Qual o filme que a Hollywood Foreign Press Association considera o melhor do ano?”. Encare as previsões a seguir como a nossa tentativa de fazer um prognóstico. E vamos ver o que a premiação e o apresentador Seth Meyers vão inventar neste domingo, 7.

MELHOR FILME (DRAMA)
Me Chame Pelo Seu Nome
Dunkirk
The Post: A Guerra Secreta
A Forma da Água
Três Anúncios Para um Crime

Deve vencer Em uma das categorias mais disputadas e intrigantes do ano, a batalha parece ser entre dois competidores: The Post: A Guerra Secreta, drama jornalístico de Steven Spielberg, e o romance aquático de fantasia de Guillermo del Toro, A Forma da Água. O Globo tende a premiar esquisitice cinematográfica, privilegiado isso em relação a uma abordagem de “somente os fatos”. Pensando nisso, e no fato de que foi o filme com o maior número de indicações, A Forma da Água deve vencer.
Deveria vencer Apesar da ótima recepção, o romance de Me Chame Pelo Seu Nome não pareceu comover os votantes do GG. O filme e seu diretor, Luca Guadagnino, mereciam mais carinho.
Injustiçados Trama Fantasma, de Paul Thomas Anderson,
Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi e Corra!, de Jordan Peele, que foi indicado como comédia, mesmo que seu tema não seja nenhum motivo para piada.

MELHOR FILME (MUSICAL OU COMÉDIA)
Artista do Desastre
Corra!
O Rei do Show
Eu, Tonya
Lady Bird: É Hora de Voar

Deve vencer A regra do Globo de Ouro diz claramente: “Dramas com tons de comédia devem concorrer como dramas”. A batalha aqui, porém, é entre os filmes que não são realmente uma comédia: Corra! (um filme de terror), Lady Bird: É Hora de Voar (um conto sobre amadurecimento) e Eu, Tonya (uma cinebiografia que é tão comédia quanto Os Bons Companheiros). Nenhum dos diretores desses longas foi indicado, então dificulta a previsão, mas nosso palpite fica com Lady Bird: É Hora de Voar, que saiu mais recentemente.
Deveria vencer Se você crê que premiações devem refletir o zeitgeist, então não tem como negar que Corra! pegou em todos os pontos fracos: política racial, performances impecáveis e aqueles sustos tradicionais do gênero.
Injustiçados Doentes de Amor, a história autobiográfica de Kumail Najiani sobre amor e doença, tinha tudo para estar nesta categoria. Cadê?

MELHOR DIRETOR
Guillermo del Toro, A Forma da Água
Martin McDonagh, Três Anúncios Para um Crime
Christopher Nolan, Dunkirk
Ridley Scott, Todo o Dinheiro do Mundo
Steven Spielberg, The Post: A Guerra Secreta

Deve vencer Apesar da proeminência de The Post: A Guerra Secreta, a sugestão aqui é de que o internacionalismo será favorecido. Entre del Toro e Nolan, achamos que A Forma da Água deve ficar com o troféu.
Deveria vencer Ridley Scott fez um belo trabalho de livrar Todo o Dinheiro do Mundo da presença infeliz de Kevin Spacey. Mas mesmo assim, você não precise ser fã de Christopher Nolan para respeitar o escopo da visão dele para esse épico sobre a Segunda Guerra Mundial chamado Dunkirk.
Injustiçados Jordan Peele por Corra!, Greta Gerwig por Lady Bird: Hora de Voar, Luca Guadganino por Me Chame Pelo Seu Nome, Paul Thomas Anderson por Trama Fantasma, Dee Rees por Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi – daria para fazer uma nova rodada de indicações só com os diretores que não apareceram na lista.

MELHOR ATOR DE FILME (DRAMA)
Timothée Chalamet, Me Chame Pelo Seu Nome
Daniel Day-Lewis, Trama Fantasma
Tom Hanks, The Post: A Guerra Secreta
Gary Oldman, O Destino de uma Nação
Denzel Washington, Roman J. Israel, Esq.

Deve vencer Em uma categoria bizarra, em que a maior parte dos candidatos aparece em filmes que não entraram em uma das dez vagas de Melhor Filme – achamos a que performance cheia de maquiagem prostética de Gary Oldman como o buldogue britânico Winston Churchill deve levar.
Deveria vencer Essa é uma daquelas situações em que a categoria de Melhor Ator traz O MELHOR ATOR: Daniel Day-Lewis.
Injustiçados Armie Hammer em Me Chame Pelo Seu Nome é a ausência mais gritante aqui – mas ele está na categoria de Melhor Ator Coadjuvante, porque o mundo não tem lógica alguma.

MELHOR ATOR DE FILME (MUSICAL OU COMÉDIA)
Steve Carell, A Guerra dos Sexos
Ansel Elgort, Em Ritmo de Fuga
James Franco, Artista do Desastre
Hugh Jackman, O Rei do Show
Daniel Kaluuya, Corra!

Deve vencer Por mais estranho que soe, James Franco tem tudo para ganhar pela performance do outsider esquisitão Tommy Wiseau em Artista do Desastre. Você está acabando com a gente!
Deveria vencer Daniel Kaluuya encarnou o horror crescente digno de um protagonista de filme de terror tão bem quanto qualquer outro ator em décadas.
Injustiçados Pode dizer que a gente enlouqueceu, mas talvez alguém que de fato tenha feito uma comédia poderia ter sido indicado?

MELHOR ATRIZ DE FILME (DRAMA)
Jessica Chastain, A Grande Jogada
Sally Hawkins, A Forma da Água
Frances McDormand, Três Anúncios Para um Crime
Meryl Streep, The Post: A Guerra Secreta
Michelle Williams, Todo o Dinheiro do Mundo

Deve vencer Em um duelo entre a embaixadora designada de A Forma da Água, Sally Hawkins, e a verdadeira e única peso-pesado de Três Anúncios Para um Crime, Frances McDormand, vamos com a tendência do GG de ficar com o peculiar e apostar em Sally.
Deveria vencer Todas as atrizes nessa categoria são artistas tremendamente habilidosas, então aqui a escolha é pessoal mesmo. E nós somos do time Michelle/Frances.
Injustiçados Em um mundo em que Deadpool foi indicado ao Globo de Ouro, seria tão errado dizer que a presença magnética de Daisy Ridley em Star Wars: Os Últimos Jedi merecia reconhecimento?

MELHOR ATRIZ DE FILME (MUSICAL OU COMÉDIA)
Judi Dench, Victoria & Abdul: O Confidente da Rainha
Helen Mirren, Ella & John
Margot Robbie, Eu, Tonya
Saoirse Ronan, Lady Bird: É Hora de Voar
Emma Stone, A Guerra dos Sexos

Deve vencer Saorise Ronan. Só isso mesmo.
Deveria vencer Saorise Ronan. Só isso mesmo (bom, vai, tem a Margot Robbie também).
Injustiçados Seria pedir demais que Regina Hall, estrela da (essa sim) comédia Viagem das Garotas, fosse indicada? E ei, se Corra! por algum motivo conta como comédia, dava para ter indicado a intérprete da Mulher-Maravilha Gal Gadot também!

MELHOR ATOR COADJUVANTE DE FILME
Willem Dafoe, Projeto Flórida
Armie Hammer, Me Chame Pelo Seu Nome
Richard Jenkins, A Forma da Água
Christopher Plummer, Todo o Dinheiro do Mundo
Sam Rockwell, Três Anúncios Para um Crime

Deve vencer Essa parece uma situação em que já dá para dizer “aqui está seu prêmio” para o tesouro da sétima arte Willem Dafoe.
Deveria vencer É um daqueles anos esquisitos em que você pode enxergar qualquer um dos outros quatro indicados vencendo. Pessoalmente, a gente ficaria com Hammer.
Injustiçados Se Corra! está tão bem assim na fita, o insuportável personagem de Bradley Whitford merecia reconhecimento. Jonathan Banks e Rob Morgan, que são veteranos da TV, fizeram trabalhos memoráveis em Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi também.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DE FILME
Mary J. Blige, Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi
Hong Chau, Pequena Grande Vida
Allison Janney, Eu, Tonya
Laurie Metcalf, Lady Bird: É Hora de Voar
Octavia Spencer, A Forma da Água

Deve vencer Como se fosse para demonstrar com ainda mais afinco como são fluidos os limites de qualidade entre TV e cinema hoje em dia, as favoritas nessa categoria são a estrela de The West Wing, Allison Janney, e de Roseanne, Laurie Metcalfe. É difícil escolher, mas se tivéssemos mesmo que optar, ficaríamos com Allison.
Deveria vencer Talvez a gente tenha um carinho especial por cantoras arrasando no cinema, mas... Mary J. Blige!
Injustiçados Allison Williams em Corra! foi uma vilã tão perfeita quanto todo mundo desde Ruth Gordon em O Bebê de Rosemary.

MELHOR SÉRIE DE TV (DRAMA)
The Crown
Game of Thrones
The Handmaid's Tale
Stranger Things
This Is Us

Deve vencer Para parafrasear Bruce Wayne, os eleitores do Globo são uma turma covarde e supersticiosa. A expectative é que The Handmaid seja coroada desta vez.
Deveria vencer Como sempre, Game of Thrones foi a mais ambiciosa e que chegou mais longe.
Injustiçados Por onde começar? The Americans, Better Call Saul, Halt and Catch Fire e, o pior de tudo, The Leftovers são series ótimas e que nunca tiveram uma chance.

MELHOR SÉRIE DE TV (MUSICAL OU COMÉDIA)
Black-ish
The Marvelous Mrs. Maisel
Master of None
SMILF
Will & Grace

Deve vencer Olha só que coisa: a única série que se repetiu nesta categoria, em relação ao ano passado, foi Black-ish (embora precise ser levado em conta que tem várias estreantes aí). Não dá para prever, mas isso certamente parece apontar para um certo favoritismo.
Deveria vencer Vamos de Black-ish, que dentro desse grupo é a que tem a temática mais ambiciosa.
Injustiçados A temporada final de Girls, a queridinha dos críticos The Good Place, Better Things, Broad City, Crazy Ex-Girlfriend, Silicon Valley, Insecure, Veep... sério, mais fácil listar as series que não foram indicadas do que listar as que foram.

MELHOR SÉRIE LIMITADA OU FILME
Big Little Lies
Fargo
Feud: Bette and Joan
The Sinner
Top of the Lake: China Girl

Deve vencer Big Little Lies tem estrelas grandes o suficiente, isso sem falar em todos os elogios da crítica.
Deveria vencer Fargo, sem a menor sombra de dúvida. É uma temporada televisiva que fala diretamente sobre o momento que estamos vivendo, mas sem nunca ficar dando lições a respeito.
Injustiçados Nunca na história de cerimônias de premiação de TV houve uma negligência tão imperdoável quanto a que houve em relação a Twin Peaks: The Return (e The Young Pope também).

MELHOR ATOR DE TV (DRAMA)
Jason Bateman, Ozark
Sterling K. Brown, This Is Us
Freddie Highmore, The Good Doctor
Bob Odenkirk, Better Call Saul
Liev Schreiber, Ray Donovan

Deve vencer Se você tem Freddie Highmore por The Good Doctor indicado nesta categoria você TEM QUE dar o prêmio a Freddie Highmore por The Good Doctor.
Deveria vencer Sterling K. Brown deveria ter levado por The People v. O.J. Simpson, ano passado, mas em vez disso os votantes resolveram basicamente sair distribuindo troféus para qualquer um que estivesse em The Night Manager. Bob Odenkirk é o melhor desse grupo, mas Brown certamente merece a essa altura.
Injustiçados Justin Theroux em The Leftovers, Lee Pace em Halt and Catch Fire, James Franco em The Deuce, Kit Harington em Game of Thrones – foi um ano e tanto para a televisão, a lista é interminável.

MELHOR ATOR DE TV (MUSICAL OU COMÉDIA)
Anthony Anderson, Black-ish
Aziz Ansari, Master of None
Kevin Bacon, I Love Dick
William H. Macy, Shameless
Eric McCormack, Will & Grace

Deve vencer Como o único representante da franquia Will & Grace, Eric McCormack é o favorito das apostas.
Deveria vencer Não teria Master of None sem Aziz Ansari e isso deveria ser o suficiente.
Injustiçados Ted Danson em The Good Place é o grisalho dos nossos corações.

MELHOR ATOR DE TV (SÉRIE LIMITADA OU FILME)
Robert De Niro, O Mago das Mentiras
Jude Law, The Young Pope
Kyle MacLachlan, Twin Peaks
Ewan McGregor, Fargo
Geoffrey Rush, Genius

Deve vencer Kyle MacLachlan não ficou aguentando os tormentos do Black Lodge por nada. A interpretação tripla dele no retorno triunfante de Twin Peaks faz com que ele mereça um lugar entre os deuses.
Deveria vencer MacLachlan leva, apesar de que somente a força de Twin Peaks seria suficiente para superar o poder inegável da interpretação de Jude Law em The Young Pope.
Injustiçados O Globo de Ouro ama The Crown. Então por que ele não ama Matt Smith como o Príncipe Philip?

MELHOR ATRIZ DE TV (DRAMA)
Caitriona Balfe, Outlander
Claire Foy, The Crown
Maggie Gyllenhaal, The Deuce
Katherine Langford, 13 Reasons Why
Elisabeth Moss, The Handmaid's Tale

Deve vencer A premiação ama venerar protestos sociopolíticos – sendo assim, Elisabeth Moss é uma escolha totalmente irresistível.
Deveria vencer The Deuce só é o que é por causa de Maggie Gyllenhaal.
Injustiçados A ausência de Carrie Coon por The Leftovers é uma insanidade. Kerry Bishé e Mackenzie Davis fizeram umas coisas na temporada final de Halt and Cath Fire que são impossíveis de esquecer, enquanto Emilia Clarke como a Mãe dos Dragões em Game of Thrones é aquele tipo de coisa que constitui as lendas da cultura pop.

MELHOR ATRIZ DE TV (MUSICAL OU COMÉDIA)
Pamela Adlon, Better Things
Alison Brie, GLOW
Rachel Brosnahan, The Marvelous Mrs. Maisel
Issa Rae, Insecure
Frankie Shaw, SMILF

Deve vencer Entrando na categoria por último, a performance de Rachel Brosnahan desnudando a alma em The Marvelous Mrs. Maisel deve faturar.
Deveria vencer Levando em conta o fator “assistibilidade”, nosso voto vai para Issa Rae.
Injustiçados Apesar de ser o bode expiatório da internet, Lena Dunham como a protagonista de Girls foi um papel impecável.

MELHOR ATRIZ DE TV (SÉRIE LIMITADA OU FILME)
Jessica Biel, The Sinner
Nicole Kidman, Big Little Lies
Jessica Lange, Feud: Bette and Joan
Susan Sarandon, Feud: Bette and Joan
Reese Witherspoon, Big Little Lies

Deve vencer Nicole Kidman, superestrela.
Deveria vencer Nicole Kidman, superestrela.
Injustiçados Carrie Coon e Mary Elizabeth Winstead em Fargo, Diane Keaton em The Young Pope, Laura Dern em Twin Peaks – para falar a verdade, estamos com vergonha alheia de ter que soletrar isso tudo para eles.

MELHOR ATOR COADJUVANTE DE TV
David Harbour, Stranger Things
Alfred Molina, Feud: Bette and Joan
Christian Slater, Mr. Robot
Alexander Skarsgard, Big Little Lies
David Thewlis, Fargo

Deve vencer O apelo internacional deve favorecer a favor do deus escandinavo Skarsgard.
Deveria vencer David Thewlis chegou a pico de sua longa carreira em Fargo, interpretando um vilão dos nossos tempos.
Injustiçados Onde está o reverendo Matt de Christopher Eccleston em The Leftovers? Ou o Big Ed Hurley de Everett McGill em Twin Peaks? Ou o Monsenhor Gutierrez de Javier Camara em The Young Pope?

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DE TV
Laura Dern, Big Little Lies
Ann Dowd, The Handmaid's Tale
Chrissy Metz, This Is Us
Michelle Pfeiffer, The Wizard of Lies
Shailene Woodley, Big Little Lies

Deve vencer Esse vai para Laura como recompense por um ano intense em que ela também esteve no Black Lodge e em uma galáxia muito distante.
Deveria vencer Laura. Ela merece ganhar ALGUMA COISA.
Injustiçados Alexis Bledel fez um trabalho espetacular em The Handmaid's Tale – assim como Sherilyn Fenn, Sheryl Lee e Grace Zabriskie em Twin Peaks. E nenhuma das atrizes mais relevantes de Game of Thrones entraram na lista, apesar de terem carregado a última temporada nas costas. Mal podemos esperar pelo inverno.

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Hip-hop destrona rock como gênero musical mais popular

sex, 05/01/2018 - 16:35

A empresa de dados estatísticos Nielsen, que anualmente faz um relatório revelando quais artistas e gêneros musicais lideram as vendas e as reproduções (além de analisar várias outras informações sobre consumo), disponibilizou em seu site o relatório final relativo a 2017. O resultado, já previsto no documento parcial divulgado na metade do ano passado, indica o hip-hop como o gênero musical mais popular do ano nos Estados Unidos. É importante notar que o levantamento classifica como hip-hop produções de rap e de R&B.

Esse resultado não chega a ser surpreendente, basta observar a extensa lista de álbuns de hip-hop lançados no ano, e a popularidade desses lançamentos. Para mencionar alguns: Tyler, the Creator com Flower Boy, Brockhampton com a trilogia Saturation, Kendrick Lamar com DAMN., Jay Z com 4:44, a estreia de Sza com Ctrl e Sampha com Process. O balanço, que leva em consideração tanto álbuns vendidos quanto reproduções em plataformas digitais de streaming, mostra que o gênero engloba 24,5% das músicas consumidas no país. O rock, por sua vez, encerra o ano com 20,8%, graças a artistas como Metallica, Imagine Dragons, Beatles e Linkin Park.

Além desses dados, a pesquisa também evidencia o crescimento em mais de 50% do streaming, o aumento das vendas de vinis, que atingiu a marca de 14,4 milhões de unidades vendidas, além da volta nostálgica das fitas cassete, que tiveram um aumento de 35% nas vendas.

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Grammy 2018: Lady Gaga, Pink e Childish Gambino se apresentarão na cerimônia

sex, 05/01/2018 - 15:25

A organização do Grammy anunciou nesta sexta, 5, os nomes de alguns artistas que vão se apresentar na cerimônia de entrega da 60ª edição do prêmio, que acontecerá no dia 28 de janeiro, no Madison Square Garden, em Nova York. Lady Gaga, Pink, Childish Gambino e Little Big Town são alguns dos que animarão a premiação mais importante da indústria da música.

A Academia de Gravação, responsável pelo evento, também revelou que Patti LuPone e Ben Platt vão homenagear musicais da Broadway, honrando os compositores Andrew Lloyd Webber e Leonard Bernstein.

Além da performance confirmada, Lady Gaga e Childish Gambino concorrem em duas categorias da premiação. Gaga disputa Melhor Álbum Pop Vocal (Joanne) e Melhor Performance Pop Solo (“Million Reasons”). Já Gambino disputa as categorias Álbum do Ano (Awaken, My Love!) e Gravação do Ano (“Redbone”). Veja a lista completa de indicados.

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Kendrick Lamar assina trilha de Pantera Negra; ouça o primeiro single, em parceria com Sza

sex, 05/01/2018 - 12:59

Pantera Negra, o tão esperado novo filme da Marvel, estreia já no próximo mês. Para aumentar a hype que vem acompanhando seu lançamento há um bom tempo, foi divulgado que Kendrick Lamar está envolvido no projeto. O rapper será responsável pela curadoria e produção da trilha sonora do longa, ao lado de Anthony “Top Dawg” Tiffith, CEO do selo Top Dawg Entertainment. O trabalho sairá como disco, intitulado Black Panther: The Album.

Lamar foi escolhido e convidado pelo diretor do filme, Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar). Coogler disse em um comunicado para a imprensa que está “honrado de trabalhar com um artista tão incrível e que tem um trabalho tão inspirador, além de abordar temas que estão alinhados com o que queremos explorar no filme. Mal posso esperar para o mundo ouvir o que Kendrick e a TDE fizeram.”

Todas as músicas serão feitas para o filme e inspiradas pelo próprio longa. O primeiro single, “All the Stars”, foi divulgado na última quinta, 4, e conta com a participação da cantora Sza, considerada uma das maiores revelações da música R&B em 2017. Esta é a primeira vez que a Marvel convida um artista para produzir músicas originais para um de seus projetos.

A trilha deve ser lançada em 6 de fevereiro, enquanto o filme chega aos cinemas brasileiros em 15 de fevereiro. Ouça abaixo o single divulgado e assista ao trailer de Pantera Negra, que dá uma amostra do que esperar da trilha.

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