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Atualizado: 17 minutos 33 segundos atrás

Lynyrd Skynyrd cancela turnê no Brasil e é substituído por Cheap Trick

qui, 02/11/2017 - 18:32

Nesta quinta-feira, 2, o Lynyrd Skynyrd cancelou a participação na turnê Solid Rock, que passa por uma série de cidades na América do Sul nos próximos meses, incluindo Curitiba (no dia 12 de dezembro, na Pedreira Paulo Leminski), São Paulo (dia 13, no Allianz Parque) e Rio de Janeiro (dia 15, na Jeunesse Arena).

O motivo é a doença da filha do vocalista Johnny Van Zant, que está passando por um tratamento para leucemia. “Johnny vai tirar os próximos meses para focar na saúde dela”, informou o comunicado publicado nas redes sociais da banda. “Pedimos desculpa aos nossos fãs da América do Sul e prometemos voltar no futuro.”

A turnê conta ainda com os shows do Deep Purple e do Tesla, que agora serão acompanhados pelo Cheap Trick. “Estamos animados em nos juntar ao Deep Purple e ao Tesla na América do Sul como parte da Solid Rock Tour... só gostaria que isso acontecesse sob outras circunstâncias. Nossos pensamentos e orações estão com Johnny, sua filha e nossos amigos do Lynyrd Skynyrd”, afirmou o vocalista Robin Zander, também em comunicado.

Os ingressos para os três shows variam de acordo com a localidade e custam entre R$ 250 e R$ 660, com opção de meia-entrada. É possível adquiri-los no site da Tickets For Fun, nas bilheterias oficiais (Fnac em Curitiba; Kms de Vantagens Hall no Rio de Janeiro; Citibank Hall em São Paulo) e nos outros pontos de venda (estes com taxa de conveniência).

Deep Purple, Cheap Trick e Tesla no Brasil
Curitiba
12 de dezembro (terça-feira)
Pedreira Paulo Leminski | Rua João Gava, 970

São Paulo
13 de dezembro (quarta-feira)
Allianz Parque | Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca

Rio de Janeiro
15 de dezembro (sexta)
Jeunesse Arena | Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca

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Mindhunter: protagonista transforma série em espetáculo da Broadway em performance na TV

qui, 02/11/2017 - 17:36

Por: Redação

Jonathan Groff é um compenetrado e curioso agente do FBI em Mindhunter, mais novo sucesso da Netflix. O protagonista dá vida a um personagem que se torna mais complexo no desenrolar da série, tanto que fica difícil imaginá-lo em papéis mais leves. Mas a verdade é que a carreira do ator conta com alguns trabalhos bem diferentes do esforçado Holden Ford.

Em 2013, Groff dublou o adorável personagem Kristoff, do sucesso infantil Frozen: Uma Aventura Congelante. No filme, ele teve a oportunidade de exercitar um talento escondido e mostrar o potencial como cantor ao interpretar canções como “Reindeer(s) Are Better Than People”.

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No episódio mais recente de The Late Show, programa da TV norte-americana apresentado por Stephen Colbert, Groff mesclou o melhor dos dois mundos e transformou Mindhunter em um espetáculo da Broadway. A performance do ator — que também participou de musicais como Hamilton e O Despertar da Primavera — contou até mesmo com a participação de Colbert. Assista ao vídeo abaixo.

Mindhunter é baseada no livro Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit, de John Douglas e Mark Olshaker, lançado em 1996. Com nomes como David Fincher (Clube da Luta, Zodíaco), Asif Kapadia (Amy) e Charlize Theron (Mad Max) na equipe de produção e direção, a série relata a empreitada do agente do FBI que foi pioneiro em investigar a psicologia de assassinos em massa.

A primeira temporada, de dez episódios, está disponível na Netflix. A segunda já foi confirmada pelo serviço, mas ainda não tem data de estreia prevista.

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Kevin Spacey: mais homens denunciam casos de assédio sexual e ator “busca tratamento”

qui, 02/11/2017 - 12:17

No último domingo, 29, o BuzzFeed News publicou uma entrevista em que o ator Anthony Rapp (Star Trek: Discovery) acusa Kevin Spacey de ter tentado seduzi-lo quando Rapp tinha apenas 14 anos. Na última quarta, 1, foi a vez do ator e cineasta Tony Montana compartilhar a própria história, em uma reportagem do Radar Online.

Montana disse ao site que, em 2003, ele estava em um bar em Los Angeles, nos Estados Unidos, e, enquanto esperava por um drink, Spacey o agarrou. “Ele dizia para eu ir embora com ele, deixar o bar”, relembra. “Ele colocou a mão entre as minhas coxas e segurou meu pênis com força.”

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O ator mexicano Roberto Cavazos, que se apresentou no histórico teatro londrino The Old Vic no período em que Spacey trabalhava como diretor artístico do local (entre 2004 e 2015), também falou sobre a negativa experiência que teve com o ator, em uma publicação no Facebook. No post, ele afirma que o protagonista de House of Cards era conhecido por atacar jovens atores.

“Parece que os únicos requisitos eram ser homem e ter menos de 30 anos para que o Sr. Spacey se sentisse no direito de nos tocar”, escreveu. “Era tão comum que isso se tornou uma piada interna (de péssimo gosto).” De acordo com o ator, Spacey combinava “piqueniques” no teatro com os jovens atores sob a premissa de discutir a carreira deles, mas, na verdade, começava a tocá-los inapropriadamente.

“Eu tive alguns encontros desagradáveis com Spacey que quase podem ser chamados de assédio”, comentou. “Na verdade, se eu fosse uma mulher, provavelmente não hesitaria em identificá-los como assédio.” Cavazos ainda acrescentou que “não ficaria surpreso” se o número de acusações contra Spacey crescesse tanto quanto as contra o produtor Harvey Weinstein.

Tratamento

Após as denúncias, um representante de Spacey disse ao The Hollywood Reporter que o ator estava buscando “avaliação e tratamento”. “Kevin Spacey está tomando o tempo necessário para buscar avaliação e tratamento. Nenhuma outra informação será fornecida neste momento.”

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Tom Petty 1950-2017

qui, 02/11/2017 - 08:01

INFLUÊNCIA DE HOJE & AMANHÃ

Quando se tratava de música country, Tom Petty preferia as coisas antigas. Aquelas verdadeiras, como Carl Perkins e Conway Twitty. Ao longo dos anos, incluía algumas canções deles em seus sets com o The Heartbreakers, cantando no sotaque arrastado que jamais deixou para trás.

A música de Petty pertencia a um mundo que se estendia muito além dos limites da cidade de Gainesville, Flórida, onde ele passou os primeiros 25 anos de vida, e Los Angeles, seu lar adotivo durante décadas. Era algo universal, forjado a partir de escárnio malandro do sul dos Estados Unidos, aspereza do rock de garage e brilho chapado do folk rock californiano. Pertencia a todo lugar, a todo mundo.

Tendo dito isso, raízes são raízes. Petty, que morreu em 2 de outubro, aos 66 anos, depois de sofrer um ataque cardíaco, continuou sendo um sulista – de espírito, ainda que nem sempre de localização – até a hora final. Ele cantou sobre a chuva de Louisiana e sotaques do sul. Trocou harmonias com Willie Nelson e Hank Williams Jr. em uma versão de “Mind Your Own Business” (de Hank Williams Sr.), que liderou as paradas em meados dos anos 1980. Mais tarde, quando o rock começou a mudar para a era do grunge na década de 1990, era possível ouvi-lo tocando gaita em faixas como “You Don’t Know How It Feels” e “Mary Jane’s Last Dance”, preenchendo sucessos da época com um instrumento que era 100 anos mais antigo do que a guitarra.

Não é de espantar que Johnny Cash, outro sulista cujas canções falavam para um mundo mais amplo, tenha gravado o álbum Unchained (1996) com Tom Petty & the Heartbreakers como banda de apoio. Quando se tratava de música country, Petty aguentava firme.

Ele nem sempre curtia o som vigente. Durante a última hora de cinco shows no Beacon Theatre, em Nova York, em maio de 2013, o músico disse à plateia que a música country moderna soava como um “rock ruim com rabeca”. Reforçou esses comentários em uma entrevista posterior à Rolling Stone, dizendo: “Não vejo exatamente um George Jones ou um Buck Owens ou nada tão novo surgindo. Sei que deve haver alguém fazendo isso, mas a maior parte dessas músicas me faz pensar no rock de meados dos anos 1980, quando ficou incrivelmente genérico e dependente de videoclipes”.

Cantores country modernos como Eric Church e Jake Owen reagiram, com Owen chamando os comentários de Petty de “não educados”. Chris Stapleton, cheio de créditos como compositor, usou o Facebook para desafiar Petty para uma sessão de composição. O veterano nunca respondeu. Nem precisava. Historicamente sem medo de atacar os Golias da indústria da música – o que significava brigar com a própria gravadora nos tribunais ou lamentar o declínio das rádios rock no disco The Last DJ (2002) –, lidou com a questão como havia lidado com todas as outras: deixando a música falar mais alto. Quando seu último álbum, Hypnotic Eye, chegou às lojas, em julho de 2014, estreou no topo da parada Billboard 200 – uma posição que muitos artistas country sequer sonham em atingir.

É difícil imaginar um mundo sem Tom Petty. Ele faz parte da trilha sonora diária dos Estados Unidos – e de quem gosta da música norte-americana de raiz – desde meados da década de 1970, levando adiante a tocha do rock and roll desde então. Sua influência pode ser ouvida em todo o chamado gênero “americana”, e reverbera de forma incontestável pelo mundo da música country contemporânea. O alcance sulista de Kip Moore, atualmente no terceiro disco da carreira, parece enraizado em Full Moon Fever, lançado por Petty em 1989. Mr. Misunderstood (2015), de Eric Church, tem uma potência nasal digna do agora saudoso músico. Muitos dos maiores sucessos de Keith Urban – de “Somebody Like You” a “Long Hot Summer” – idolatram o altar cheio de guitarras de Tom Petty e Mike Campbell.

Atualmente, algumas canções country realmente soam como um rock ruim com rabeca. Ele estava certo quanto a isso. No entanto, muitas delas soam também como Tom Petty.

AS 10 MAIORES MÚSICAS

O artista escreveu canções memoráveis, que ajudaram a apresentar o folk e o country para novas gerações
Por Andy Greene, Christopher R. Weingarten, Corinne Cummings, Jon Dolan, Kory Grow, Nick Murray, Rob Sheffield e Will Hermes

1. “Girl”
Tom Petty and the Heartbreakers
1976
Em sua melhor música, Petty criou um hino que funde décadas de rock e música norte-americana de raiz. A alusão da letra à Rota 441, que passa pela cidade natal dele, Gainesville, inspirou boatos de que “American Girl” era sobre uma estudante da Universidade da Flórida que cometeu suicídio ao pular da sacada do quarto. Na verdade, Petty compôs a faixa em seu apartamento em Encino, Califórnia, enquanto ouvia o barulho da estrada do lado de fora. “As palavras saíram rolando de mim”, contou. “A garota estava procurando forças para seguir em frente – e encontrou.”

2. “Refugee”
Damn the Torpedoes
1979
Produzida por Jimmy Iovine, a principal canção de Damn the Torpedoes foi o rock mais pungente de Petty até então, uma declaração de que a banda não estava seguindo nenhuma tendência new wave ou punk, mas sim que fazia parte de uma nova linhagem de tradicionalistas ensinados pelo rock. As palavras tomaram forma rapidamente, mas com a gravação foi diferente. Campbell se lembra de ter feito 100 takes; Petty diz que foram 200. “Lembro que fiquei muito frustrado”, disse Campbell. “Larguei o estúdio e saí da cidade por uns dois dias.” Quando ele voltou, a banda acertou em cheio e filmou um videoclipe simples que se tornou onipresente no começo da MTV.

3. “Don’t Come Around Here No More”
Southern Accents
1985
“Queria gravar um single que não soasse como algo que já tivesse sido feito”, disse Petty sobre “Don’t Come Around Here No More”. Psicodélica, mas cheia de sintetizadores, clássica, mas moderna, a faixa foi uma reinvenção radical elaborada com o produtor inglês Dave Stewart, do Eurythmics.

4. “Free Fallin’”
Full Moon Fever
1989
Como a maior parte de Full Moon Fever, “Free Fallin’” ficou pronta rapidamente. Petty tinha composto o cintilante riff em um teclado e pensou na letra enquanto cantarolava no estúdio para o produtor Jeff Lynne. “Free Fallin’” se tornou um estouro no Top 10, permanecendo na parada norte-americana por sete meses. “Não há um dia em que alguém não murmure ‘Free Fallin’’ para mim ou eu não a escute em algum lugar”, afirmou Petty, “mas a verdade é que ela levou apenas 30 minutos da minha vida”.

5. “Listen to Her Heart”
You’re Gonna Get It!
1978
A inspiração para “Listen to Her Heart” veio de uma história que Jane, esposa do músico na época, contou para ele. Pouco depois de o casal se mudar para Los Angeles, ela se viu em uma festa dada pelo volátil Ike Turner. Quando a madrugada chegou, ele trancou as portas de casa para que ninguém pudesse sair. Petty transformou o incidente estranho em um hino endereçado a um homem que não tem respeito pelos sentimentos reais de uma mulher.

6. “Runnin’ Down a Dream”
Full Moon Fever
1989
Full Moon Fever foi lançado como álbum solo de Petty, mas todos os integrantes do The Heartbreakers (exceto o baterista, Stan Lynch) tocaram nele. Petty deu à faixa uma letra vívida sobre a liberdade de voar baixo na estrada, o que transmitiu seus sentimentos mais profundos sobre o sentido do rock. “Para mim, a música americana sempre foi para ser ouvida no carro”, afirmou.

7. “The Waiting”
Hard Promises
1981
O principal single de Hard Promises foi um ponto alto na “era da vibração dourada” dos Heartbreakers, segundo David Fricke, da Rolling Stone EUA. “Era sobre esperar pelos seus sonhos e não saber se eles se realizariam”, disse Petty. “Sempre achei que era uma canção otimista.”

8. “Breakdown”
Tom Petty and the Heartbreakers
1976
“Éramos garotos empolgados”, o líder contou ao descrever o humor da banda durante a gravação de “Breakdown”. Originalmente, a faixa tinha mais de sete minutos, mas acabou reduzida para menos da metade disso quando foi lançada como single de estreia de Petty com os Heartbreakers. É conduzida por uma base de bateria inspirada pela batida cortada e antecipatória de “All I’ve Got to Do”, música dos Beatles de 1963, e tem um dos licks de guitarra mais memoráveis de Mike Campbell.

9. “Room at the Top”
Echo
1999
Petty estava mergulhado em uma depressão profunda após o divórcio da primeira esposa, Jane, quando sentou ao piano no estúdio e abriu o coração nesta música. “‘Room at the Top’ é a canção mais depressiva que já compus”, afirmou. “Nunca quis ouvi-la, só que na última vez em que escutei Echo, pensei: ‘Deus do céu, há muito mais aqui do que eu lembrava’.”

10. “I Won’t Back Down”
Full Moon Fever
1989
“Esta música me assustou quando a escrevi”, contou o artista. “Não há nada de metáfora nela. É descaradamente direta.” George Harrison, que fez as harmonias de apoio, disse a Petty que um verso sobre “estar na beirada do mundo” era bobo – então, ele o substituiu imediatamente por “não há uma saída fácil”.

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Guy Fawkes Night: conheça o marco histórico britânico que influenciou V de Vingança e Sherlock

qua, 01/11/2017 - 18:09

Por: Redação

O dia 5 de novembro pode não significar muito no Brasil, mas com certeza é um marco para a cultura pop mundial. Apesar de celebrada em Londres com uma feliz chuva de fogos de artifício, a Guy Fawkes Night (ou Noite de Guy Fawkes) relembra o episódio em que o soldado britânico católico Guy Fawkes, membro da Conspiração da Pólvora, tentou explodir o Parlamento Inglês e matar o rei protestante Jaime I, no ano de 1605.

No entretenimento, o maior fruto do acontecimento é o clássico filme V de Vingança, de 2005. Com Natalie Portman (Cisne Negro) e Hugo Weaving (Matrix) no elenco e roteiro assinado pelas irmãs Wachowski (Matrix e Sense8), o longa conta a história do misterioso revolucionário V, que veste uma máscara estilizada de Guy Fawkes e, inspirado pela Conspiração da Pólvora, traça um plano teatral para derrubar o Estado.

Na TV, quem utilizou a data foi a BBC, como tema do primeiro episódio da terceira temporada de Sherlock. Nele, John Watson (Martin Freeman) é sequestrado no dia em que o governo britânico vai discutir um projeto de lei antiterrorismo. Para aumentar o mistério, Sherlock Holmes (Benedict Cumberbatch) tem que resolver tudo durante a Guy Fawkes Night, data propícia a muitas explosões e fogueiras.

Em outra produção da BBC, Michael Fassbender (Alien: Covenant) dá vida ao próprio Guy Fawkes. A minissérie Gunpowder, Treason & Plot, que foi ao ar em 2004, descreve os turbulentos e sangrentos reinos dos monarcas escoceses Maria da Escócia e do filho dela, Jaime VI da Escócia, que se tornou Jaime I, rei da Inglaterra.

Com todo esse material, já dá para ter motivo para uma maratona neste domingo, 5, e conhecer toda a história e influência de Guy Fawkes — na Inglaterra e no entretenimento.

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Brasileiro é indicado ao Voice Arts Awards 2017, o “Oscar da dublagem”

qua, 01/11/2017 - 14:51

O Voice Arts Awards 2017 acontece no próximo domingo, 5, em Nova York, nos Estados Unidos. Esta edição da premiação considerada o “Oscar da dublagem” conta com um representante brasileiro. Fred Oliveira foi indicado à categoria de Melhor Engenheiro de Som pelo trabalho em “Abduzidos”, animação da Turma da Mônica (em versão em espanhol).

É a primeira vez que um brasileiro concorre ao posto. “Estou muito feliz pela indicação. Como engenheiro de mixagem e sound designer, sei que realizei um bom trabalho quando os espectadores se envolvem e se emocionam com a narrativa, sem que percebam que foi feito um minucioso trabalho de áudio”, comenta Fred, em um comunicado enviado à imprensa.

Antes de trabalhar na versão hispânica da animação originalmente lançada, em português, em 2009, Oliveira colaborou na gravação e mixagem de discos e trilhas sonoras para filmes, animações e séries de TV. Entre os projetos de maior destaque, estão La La Land - Cantando Estações (2016), e as versões japonesas de Gypsy e Atypical, ambas da Netflix.

Na música, ele trabalhou com o baterista norte-americano Harvey Mason, com a cantora mexicana Eugenia León e com Roberto Carlos no CD e DVD Roberto Carlos – Primeira Fila, de 2015, gravado na Inglaterra e finalizado em Los Angeles.

*Publieditorial

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Millie Bobby Brown recapitula 1ª temporada de Stranger Things com épica apresentação de rap

qua, 01/11/2017 - 11:49

Parece que toda vez que Jimmy Fallon se junta com Millie Bobby Brown, ele faz com que a estrela de Stranger Things mostre um talento especial dela (que já não é mais tão desconhecido). A atriz de 13 anos já interpretou o verso de Nicki Minaj em “Monster”, faixa de Kanye West, no palco do The Tonight Show, e rimou no número de abertura de Fallon na edição de 2017 do Golden Globes.

Na mais recente aparição no programa do norte-americano, ela retomou os trabalhos no hip-hop. Na noite da última terça, 31, Millie apareceu preparada para arrasar com uma música que recapitulou a história da primeira temporada de Stranger Things, série que acabou de ganhar um segundo ano na Netflix (e estampa a capa da atual edição da Rolling Stone Brasil).

“Vamos voltar a Indiana, em 1983 / Só quatro amigos relaxando no porão jogando D&D [Dungeons & Dragons]”, começou. “Tinha o Lucas tinha Willy Will e Dustin, tinha Mike / Mas uma noite Will desapareceu enquanto andava de bike / Aí foi quando eles conheceram Elev / Eu não tinha cabelo na minha cabeça / Eu estive tão perto da morte / Cortesia do Dr. Brenner que me persegue 24 horas por dia.”

Stranger Things: quais serão as músicas de cada personagem na 2ª temporada?

Claro que ela incluiu versos sobre Barb “ter ido para o Mundo Invertido”, sobre o Demogorgon ser destruído “como uma granada” e sobre o amor da Eleven por Eggo Waffles. “Tudo o que eu preciso são meus Eggo Waffles, eu amo eles / O que me sobra quando eu uso meus poderes é um nariz sangrando”, rimou. “Más notícias quando você vê um nariz sangrando / Más notícias quando você vê um nariz sangrando”, concluiu, com uma épica jogada de microfone.

Assista à performance de Millie no The Tonight Show abaixo.

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Mariana Aydar cria obra de arte minimalista no DVD Pedaços duma Asa, que serviu também ajudar a processar uma separação difícil

qua, 01/11/2017 - 11:47

Tudo começou com o convite do produtor Marcio Debellian, que desenvolvia o projeto “Palavras Cruzadas” unindo música e artes plásticas. Ao ser convidada a participar, Mariana Aydar teve a ideia de interpretar músicas compostas pelo também artista plástico Nuno Ramos. Dessa aproximação surgiu o quarto disco da cantora paulistana, Pedaço duma Asa, lançado em 2015, e, agora, de um DVD de mesmo nome, com registros de shows realizados entre 2014 e 2016.

Além do conteúdo do CD, o DVD dirigido por Simone Elias vem enriquecido com mais cinco canções, entre elas “Samba da Brisa” e “Vem na Voz”, parcerias de Mariana e Nuno Ramos, e “A Flor e o Espinho”, esta de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito. Dois clipes em preto e branco de “Samba Triste” e “Saiba Ficar Quieto”, lançados anteriormente e dirigidos por Mihay Vetyeym, completam o material.

Nas faixas ao vivo, chama atenção a excelência da instrumentação mínima, composta somente por contrabaixo, guitarra, cavaquinho e percussões e ao lado da qual a voz de Mariana funciona como a harmonia no conjunto. Entre os músicos participantes estão Duani Martins (percussão, baixo e cavaquinho), Guilherme Held (guitarra), Bruno Marques, Abuhl Junior, Dennys Silva (percussões), Magno Vito (baixo), Marcelo Miranda (percussão e baixo), Mauricio Badé (percussão) e Letieres Leite (flauta).
O conteúdo do DVD, que poderia ser descrito como “uma obra de arte minimalista”, traz ainda bastidores de ensaios, depoimentos de Nuno Ramos e Marcio Debellian e, em tom confessional e altamente emocional, uma conversa entre o multi-instrumentista Duani e Mariana que acaba por revelar o alto grau de doação envolvido no trabalho r mostra momento comovente, em que a cantora vai às lágrimas. Assista abaixo ao teaser de divulgação de Pedaços duma Asa e leia a seguir a entrevista com Mariana Aydar.

O CD Pedaço duma Asa, agora registrado em DVD, parece ser uma inflexão na sua carreira, levando em conta os seus três discos gravados [Kavita, Peixes Pássaros Pessoas e Cavaleiro Selvagem Aqui te Sigo].
Sim, Pedaço Duma Asa foi uma paixão avassaladora que passou longe de qualquer estratégia de carreira, veia comercial ou decisão racional, para ir fundo nesse mergulho profundo e artístico. Sempre fui apaixonada pelas composições do Nuno Ramos, mas por serem muito específicas não conseguia gravá-las nos meus álbuns (apesar de ter gravado algumas). Com o convite do Marcio Debellian para o projeto “Palavras Cruzadas”, vi que era a grande oportunidade que eu tinha de mergulhar nesse universo.

Atualmente você tem focado sua carreira no forró e no samba, bem distinto de Pedaço duma Asa, que tem um clima denso e minimalismo nos arranjos. Como foi o processo para chegar nessa performance?
O samba e o forró sempre estiveram muito presentes na minha vida. Apesar de ser um ponto fora da curva, musicalmente Pedaço duma Asa é bem coerente com o que eu vinha fazendo. Desde Cavaleiro Selvagem eu e Duani buscávamos um som “afro-mântrico”, que tivesse a batida forte dos tambores afro-brasileiros, mas que também tivesse essa profundidade meditativa. O nosso encontro com Letieres Leite nessa época reforçou e concretizou essa vontade, por isso a presença dele agora no documentário. Sinto que, musicalmente, Pedaço duma Asa é a continuação de Cavaleiro..., mas mais minimalista.

Eu também vinha compondo bastante para um próximo disco, mas tudo ficou suspenso por esse chamado, essa paixão que me pegou. As minhas composições já estavam nascendo nordestinas, forrozeiras, então sinto que meu caminho agora é o mesmo no qual eu vinha antes de Pedaço duma Asa. Voltei a mexer nessas composições e nessa alma forrozeira que me acompanha desde criança.

No DVD, chamam atenção os afetos, a extrema sensibilidade nas conversas, as emoções e até as lágrimas, em um momento comovente do registro.
Esse é um disco muito forte para mim. Ele veio depois que virei mãe. Isso me transformou em todos os sentidos. Como cantora, como artista, me deu coragem, garra, aberturas, foi quando realmente nasceu minha veia compositora. Foi quando senti que realmente tinha virado mulher, pois sempre me achei muito menina. Durante o processo desse documentário, eu me separei de Duani, meu parceiro há mais de 10 anos, pai da minha filha, parceiro musical que eu amei e amo muito. Tudo isso está documentado, tanto nas palavras quanto nas emoções, choros, risos, na minha voz, no próprio disco, no meu corpo, solidão, coragem. Foi muito difícil o processo da separação, muito mesmo, mas a arte é tão linda e tão misturada que me ajudou a transformar tudo isso.

Os registros se deram a partir de dois shows específicos. Quais as diferenças entre os dois?
Os dois cenários foram concebidos pelo Nuno e pelo Clima para os primeiros espetáculos do “Palavra Cruzada”. O primeiro cenário foi o do Saci. Nuno não queria nenhuma projeção ou algo do tipo e me disse que o que tinha visto de mais legal de arte ultimamente era uma estátua viva de Saci no centro do Rio. Fomos atrás, e realmente é incrível. Já para São Paulo, no Sesc Vila Mariana, ele quis mudar para o conceito dos 365 girassóis. Essa primeira fase era com uma banda. Depois, quando resolvemos gravar o disco, aparamos muitas arestas musicais e colocamos também alguns elementos, como teclados e baixos synth, dando um tom mais moderno. Voltamos para estrada com outra banda e já com a experiência do primeiro palco e com o disco gravado, o que para mim foi incrível – sempre quis um disco que nascesse no palco para amadurecer no estúdio e voltar para os palcos! Portanto, os shows gravados para o DVD foram o primeiro, no Sesc Vila Mariana, em 2014, e o último, no Sesc Pinheiros, em 2016. Esse registro finaliza um projeto lindo e corajoso na minha carreira. Na verdade, eu já estava compondo minhas canções “pós-brisa-nordestina” e agora estou de novo nessa estrada.

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Ryan Gosling canta, toca piano e dança em asilo nos clipes da banda de rock temática de Halloween dele

ter, 31/10/2017 - 16:57

Por: Redação

Já sabemos algumas coisas sobre Ryan Gosling. Ele é um ator canadense, que começou a carreira como um astro mirim no Clube do Mickey, da Disney. Após trabalhar em uma dezena de filmes, que inclui títulos como Diário de uma Paixão (2004), Drive (2011) e La La Land - Cantando Estações (2016), se transformou no mais novo protagonista de Blade Runner: 2049 (2017), não deixando dúvidas sobre o potencial nas telonas.

Mas há uma informação que permanece nas entrelinhas da história de Gosling, que coincide com a data celebrada mundialmente nesta terça-feira, 31 de outubro: o Halloween. E não é uma paixão por filmes de terror bizarros ou uma vontade de interpretar Freddy Krueger confessada durante uma entrevista perdida. É melhor. É uma banda temática do Dia das Bruxas.

Intitulado Dead Man’s Bones, o grupo formado por Gosling e pelo amigo Zach Shields surgiu em 2008. Eles lançaram apenas um disco na carreira, homônimo. O trabalho é formado por 13 faixas que remetem ao mistério e à melancolia do dia — “Dead Hearts”, “Buried in Water”, “My Body’s a Zombie for You” e “Werewolf Heart” (“Corações Mortos”, “Enterrado na Água”, “Meu Corpo É um Zumbi por Você” e “Coração de Lobisomem”, em tradução livre) são algumas. O LP saiu em 6 de outubro de 2009 pela Anti, e foi gravado em colaboração com o coro infantil do Conservatório de Silverlake, dos Estados Unidos.

A carreira foi curta, mas felizmente a banda se dedicou a um canal no YouTube que conta não só com o LP completo, como também com sete clipes. Nos vídeos, Gosling aparece cantando, tocando piano e até dançando com idosos em um asilo — algo nada assustador, e sim adorável. Abaixo, celebre o Halloween assistindo a alguns dos registros visuais e ouvindo as faixas de Dead Man’s Bones.

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Mark Hamill: Harrison Ford me convenceu a interpretar Luke Skywalker novamente em Star Wars

ter, 31/10/2017 - 16:37

O retorno de Mark Hamill a Star Wars quase não aconteceu, segundo ele mesmo revelou em entrevista ao New York Times. Ele vai reprisar o papel que praticamente definiu a carreira dele, como Luke Skywalker, no próximo filme da franquia, Star Wars: Os Últimos Jedi, com lançamento marcado para 15 de dezembro.

“Eu só estava muito assustado”, Hamill disse que quando ele foi abordado pela primeira vez para retornar, em O Despertar da Força, de 2015. “Pensei: ‘Por que mexer nisso?’ A ideia de acender um sabre duas vezes era ridiculamente remota”. A maior preocupação dele era que o público não iria querer ver ele, Carrie Fisher (Princesa Leia) e Harrison Ford (Han Solo) como versões mais velhas dos personagens famosos.

Star Wars: Os Últimos Jedi: destrinchando o novo trailer

Mas Hamill mudou de ideia quando Ford concordou em retornar. “Dá para imaginar como seria se eu fosse o único a dizer não?”, disse Hamill. “Eu seria a pessoa mais odiada no universo nerd.”

O diretor J.J. Abrams e co-roteirista Lawrence Kasdan criaram uma narrativa adequada para O Despertar da Força – mas, no fim das contas, segundo Abrams disse ao New York Times, eles perceberam que Luke Skywalker não se encaixaria exatamente no filme.

“Deixei [Hamill] saber antes de ele ler o roteiro que o papel dele era mínimo”, disse Abrams. “Acho que ele não sabia do quão pequeno era até ler o roteiro”. No fim, a participação de Hamill no filme de 2015 foi basicamente uma aparição silenciosa bem no fim do filme.

“Se chega ao público como algo forçado ou um truque, se há algum tipo de reclamação, a culpa cai sobre mim, não em J.J.”, disse Hamill.

Assista ao trailer de Os Últimos Jedi abaixo.

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Após anunciar fim de House of Cards, Netflix discute spin-offs sem Kevin Spacey

ter, 31/10/2017 - 12:34

Na última segunda, 30, a Netflix anunciou que a próxima e sexta temporada de House of Cards será a última da série. A plataforma afirmou que a decisão vem sendo discutida há meses, mas o momento do anúncio sugere que o serviço deseja se afastar de Kevin Spacey, que foi acusado de assédio sexual pelo ator Anthony Rapp (Star Trek: Discovery) no último domingo, 29. Agora, veio à tona que a Netflix está explorando a possibilidade de múltiplos spin-offs de House of Cards sem o envolvimento de Spacey.

Acusado de assédio por ator de Star Trek, Kevin Spacey se desculpa e se assume gay

De acordo com o The Hollywood Reporter, várias possíveis séries estão em discussão no serviço. Uma é centrada em Doug Stamper, chefe dos funcionários do presidente Frank Underwood, personagem interpretado por Michael Kelly. Eric Roth, produtor executivo das primeiras quatro temporadas do programa, foi escalado para escrever o show ainda intitulado, segundo a Variety.

Outra poderá envolver intermediários bilionários como Raymond Tusk (Gerald McRaney), cujas influências ditam o cotidiano de Capitol Hill. Uma terceira tem como foco os jornalistas e blogueiros que sonham em expor o criminoso comportamento da administração do presidente Underwood, incluindo Janine Skorsky (Constance Zimmer) e Tom Hammerschmidt (Boris McGiver). É esperado que a Netflix também considere um programa que tenha Claire Underwood, interpretada pela brilhante Robin Wright, como protagonista.

Robin Wright afirma que exigiu o mesmo salário de Kevin Spacey em House of Cards

Os spin-offs ainda estão no estágio inicial de desenvolvimento, e não há confirmações sobre quantos serão realmente desenvolvidos.

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