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Atualizado: 2 horas 47 minutos atrás

Veja Naomi Campbell, Whoopi Goldberg, Diddy e Ru Paul em ensaio inspirado por Alice no País das Maravilhas

sex, 05/01/2018 - 12:39

Em tempos de movimentos como #blackisbeautiful e #BlackLivesMatter, abraçar uma causa é uma tendência entre as marcas que buscam se conectar aos consumidores jovens. E o Calendário Pirelli, que nos últimos anos já caminhava nesta direção, parece ter acelerado essa tendência. Agora, saem as modelos sem roupa e surgem as mensagens políticas e sociais cada vez mais explícitas. Para o Calendário 2018, a empresa italiana escalou um elenco composto exclusivamente por artistas negros para “recriar” a história de Alice no País das Maravilhas.

Durante o evento de lançamento da publicação em Nova York, o britânico Tim Walker, responsável pelos cliques aqui presentes, disse à Rolling Stone Brasil que não buscou uma temática especificamente precisa estar atento ao mundo, ligado ao espírito do tempo. E o que acontece na sociedade consequentemente influencia minhas obras”, afirmou. Segundo Walker, não houve qualquer pedido da Pirelli, criativo ou comercial, para este projeto.

Mas os nomes escolhidos para esta edição mostram que a publicação foi criteriosa ao reunir o elenco para incorporar os famosos personagens. A supermodelo Naomi Campbell, o rapper e megaprodutor Sean “Diddy” Combs, as atrizes ganhadoras do Oscar Whoopi Goldberg e Lupita Nyong’o e duas das modelos do momento, Adwoa Aboah e Duckie Thot, também preenchem as folhinhas. Sem falar da presença de RuPaul, a drag queen mais amada do mundo.

“O fato de o calendário ser composto somente por negros manda uma mensagem poderosa de diversidade e unidade”, diz a modelo Thando Hopa. “Todos merecem ser representados fora dos estereótipos que limitam nossas possibilidades.”

Naomi Campbell, notória pelo temperamento difícil, pareceu irritada quando questionada se o fato de o calendário ter somente negros poderia ser visto como uma manifestação política. “O calendário é uma fantasia. Só o vê como político quem quer vê-lo como político”, disse a veterana. “Estava mais do que na hora de nós, negros, nos vermos representados no calendário mais importante do mundo. Só queríamos recontar uma história por uma outra ótica”.

Para Diddy, a oportunidade de fazer parte do projeto foi uma maneira de garantir que haveria mais representação para a comunidade negra na moda. “Movi montanhas para fazer parte desse projeto”, disse o rapper, observando que o calendário chega em um momento em que ele sente que precisa ser “uma expressão sem piedade de orgulho negro”. “É uma chance de empurrar a consciência social e quebrar barreiras. Por anos, algo assim não teria acontecido no mundo da moda, por isso sinto ser parte da história e estar desempenhando um papel ativo. Quero liderar pelo exemplo.”

Clique na galeria acima para ver as fotos

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Justin Timberlake aborda clima futurista e dançante no primeiro clipe de seu novo álbum; assista

sex, 05/01/2018 - 12:12

Justin Timberlake lançou nesta sexta, 5, o primeiro clipe de seu novo álbum, Man Of The Woods. O vídeo da música “Filthy” foi dirigido por Mark Romanek, que trabalhou com o cantor em “Can’t Stop the Feeling”. Este é o quinto trabalho solo de Justin, ele será lançado em 2 de fevereiro, dois dias antes de Timberlake se apresentar no intervalo do Super Bowl 2018.

"Este álbum é realmente inspirado no meu filho, na minha mulher e na minha família, mas, mais do que qualquer outro álbum que eu tenha feito, é sobre o lugar de onde sou. E é pessoal", conta Justin em vídeo que postou nas redes sociais anunciando o disco (veja abaixo).

No clipe futurista da faixa dançante, ele aparece se apresentando em uma conferência em Kuala Lumpur, na Malásia, no ano de 2028. Assista abaixo.

Além de “Filthy”, o álbum será promovido por mais três clipes que serão lançados semanalmente a partir do dia 18 de janeiro.

“...so real.” ????: @markromanek

Uma publicação compartilhada por Justin Timberlake (@justintimberlake) em 4 de Jan, 2018 às 12:01 PST

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Selton Mello está trabalhando em adaptação de obra de Machado de Assis

qui, 04/01/2018 - 17:22

O ator Selton Mello está desenvolvendo, em parceria com o autor Filipe Miguez (da novela Cheias de Charme, de 2012), uma adaptação para a TV do conto O Alienista, de Machado de Assis. Eles agora aguardam a aprovação dada Globo para levar o projeto adiante. De acordo com a coluna Notícias da TV, do UOL, Mello vai dirigir o projeto (essa será a estreia dele nessa função).

"A conversa já está avançada. Nós desenvolvemos em formato de minissérie, e estou esperando eles darem o sinal verde para realizar o trabalho. Espero poder fazer logo porque Machado é um clássico. Eu tenho muitas ideias na cabeça. No caso de O Alienista, nós adaptamos, mas o roteirista principal é o Filipe Miguez. Eu e o Marcelo Vindicatto estamos colaborando", conta Mello sobre a sinopse que escreveram.

Enquanto isso não acontece, podemos acompanhar o ator na minissérie Treze Dias Longe do Sol, protagonizada por ele. No programa, que estreou no serviço de streaming Globo Play e que será exibido na Globo a partir da próxima segunda, 8, Mello vive Saulo, um engenheiro que fica preso junto a Marion (Carolina Dieckmann) nos escombros de um centro médico que desaba.

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Próximo James Bond pode ser negro ou mulher

qui, 04/01/2018 - 16:50

O histórico personagem James Bond, desde sua estreia nas telonas, é interpretado por galãs do cinema. Na lista de celebridades que já passaram pelo papel temos atores que costumam seguir um mesmo padrão de aparência: Sean Connery, David Niven, George Lazenby, Roger Moore, Timothy Dalton e Pierce Brosnan. Todos seguindo a mesma linha. Aí veio Daniel Craig, quebrando essa linhagem de Bonds de cabelo escuro. O ator britânico, por ser loiro, surpreendeu os fãs da série quando foi escolhido para interpretar o agente no filme 007 - Cassino Royale, de 2006.

Mantendo essa linha de mudanças (e dando ouvidos a uma cobrança que é feita há tempos), a produtora dos filmes da série 007, Barbara Broccoli, declarou que após o último filme com Craig no papel, previsto para 2019, o agente poderá ser interpretado por um ator negro ou por uma atriz, afirmando que “tudo é possível”. Segundo ela, “os filmes da franquia tendem a refletir a época em que são produzidos, então estamos sempre tentando inovar. No momento temos Daniel Craig, e estou muito contente com ele, mas quem sabe o que o futuro pode nos trazer?”.

Enquanto o mistério do novo/a Bond continua sem resposta, as especulações não cessam. A atriz Gillian Anderson (Arquivo X) chegou a publicar uma foto em seu Twitter na qual aparece no centro do clássico poster como Jane Bond. O ator Idris Elba (A Torre Negra) também já passou pelos boatos, mas nada foi confirmado.

Até lá, aguardamos o próximo filme, que contará com Daniel Craig como protagonista, mesmo após o ator dizer em 2015 que preferia “cortar os pulsos a interpretar novamente James Bond”, e que se voltasse para o papel, “seria apenas pelo dinheiro.”

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Game of Thrones ganha coleção de selos oficiais

qui, 04/01/2018 - 13:35

Os fãs da série mais famosa da HBO estão morrendo de saudade dos habitantes de Westeros, que só devem voltar para as telinhas em 2019. O Royal Mail, serviço postal do Reino Unido, sabe bem disso. Ele anunciou o lançamento de uma coleção exclusiva de 15 selos inspirada nos principais personagens da série.

As figuras que vão estampar os envelopes (ou, o que é mais provável, integrar a coleção das pessoas) são as queridinhas do público, como Jon Snow e Arya Stark, além de criaturas como gigantes, lobos e dragões. Os selos serão vendidos em diferentes pacotes, alguns acompanhados de um livro para guardar cuidadosamente os produtos e de medalhas de metal com o logo das principais casas que disputam o trono. Tem até uma opção em que os selos já vêm emoldurados. Os preços dos pacotes variam e podem chegar a 40 libras.

Segundo o Royal Mail, a coleção celebra a “contribuição britânica à série”, já que a maioria das filmagens são feitas em território britânico e grande parte do elenco e da equipe é britânico e irlandês. Apesar de estarem disponíveis apenas a partir do dia 30 de janeiro, a pré-venda dos colecionáveis já está disponível para os fãs mais apressados no site do serviço postal.

Game of Thrones, que completou sete temporadas, já acumula em sua estante 38 prêmios Emmy, sendo assim a maior vencedora da história da premiação.

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Assédio em Hollywood: Rose McGowan fará série documental sobre o tema

qua, 03/01/2018 - 18:08

A campanha #MeToo, parcialmente encabeçada pela atriz Rose McGowan e com o objetivo de evidenciar abusos sexuais em Hollywood, agora tomará novas dimensões. Na terça-feira, 2, o canal E! anunciou que a atriz e ativista será a estrela e a produtora de uma série documental em cinco partes intitulada Citizen Rose (traduzido livremente como "Cidadã Rose").

“Estão todos formalmente convidados a entrar na minha mente e no meu mundo”, ela declarou. “Estou empolgada em trabalhar em parceria com o E! para amplificar minha mensagem de bravura, arte, prazer e sobrevivência. Enquanto preparava meu livro, Brave, percebi que eu queria mostrar como nós podemos nos curar através da arte, mesmo quando rodeada por crueldade. Eu quero ter uma conversa com todos, sobre enxergar as coisas através de diferentes perspectivas e ver beleza em todos os lugares. O grande alcance e a impressionante plataforma do canal E! permite que eu comunique globalmente a importância de viver corajosamente.”

A série vai acompanhar Rose enquanto ela se prepara para o lançamento de sua biografia, Brave, e a contínua batalha que ela enfrenta ao lado de outras atrizes e envolvidas no movimento #MeToo, do qual McGowan é porta-voz desde outubro do ano passado. O movimento incentiva mulheres a contarem suas experiências e histórias.

Recentemente a ativista criticou, em um tuíte já apagado, a decisão de Meryl Streep e outras atrizes de se vestirem de preto na cerimônia do Globo de Ouro, como forma de protesto silencioso, dizendo que “o silêncio é o problema”, e que Meryl sabia dos abusos de Weinstein ao longo dos anos. Ela ainda acrescentou que, em vez de preto, elas deveriam se vestir com roupas da marca Marchesa, cofundada pela designer e atriz Georgina Chapman, esposa de Weinstein até o surgimento das acusações contra o produtor. Desde então, ela foi criticada por esses comentários e pediu desculpa.

Citizen Rose estreia dia 30 de janeiro, nos Estados Unidos.

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Gravadora de The Doors e Neil Young processa Spotify em US$ 1,6 bilhão por violação de direitos autorais

qua, 03/01/2018 - 13:41

Na última semana de 2017, a gravadora Wixen Music Publishing abriu um processo contra a empresa Spotify, alegando violação de direitos autorais. A ação, registrada no Tribunal Federal da Califórnia, acusa o serviço de streaming de reproduzir músicas de artistas como The Doors, Neil Young e Tom Petty, sem a devida licença. A gravadora, que detém os direitos de milhares de músicas, incluindo faixas dos artistas mencionados, pede pelo menos US$1,6 bilhão de indenização.

De acordo com o processo, apresentado ao tribunal dia 29 de dezembro do ano passado, o serviço de streaming mais popular do mundo não fez esforços o suficiente para conseguir licenças de várias músicas, na corrida para ser pioneiro no mercado. Além disso, a gravadora Wixen alega que a empresa sueca transferiu seu serviço de licenciamento e pagamento de royalties para a agência Harry Fox, que não estava preparada para assumir tal responsabilidade e obter todas as licenças mecânicas (direito autoral detido pelos compositores e pela gravadora). Um representante do Spotify não quis se manifestar em relação ao assunto.

Essa ação judicial não pode ser considerada uma entrada com o pé esquerdo no ano que se inicia, uma vez que o serviço já foi alvo de diversos processos ao longo de sua existência envolvendo direitos autorais.

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E o primeiro meme do ano vai para…Mariah Carey!

qua, 03/01/2018 - 12:02

Mariah Carey começou o ano demonstrando seu já conhecido potencial para virar meme. A cantora se apresentou na iluminada Times Square, em Nova York, durante a festa da virada e, apesar de não sofrer com problemas técnicos e desastrosos no playback desta vez (como aconteceu no réveillon passado), manteve a tradição de iniciar o ano proporcionando risadas para todo mundo na internet.

Depois de cantar a música “Visions of Love”, a diva tinha apenas um pedido: “Eu só queria um gole de chá quente, se possível”, nada anormal, já que o frio atingia níveis que não atingia há décadas. Ela continuou dizendo que tinham prometido chá e, vendo que não receberia sua bebida tão cedo, chamou aquilo de “desastre”, finalizando com a reclamação: “Tudo bem então, terei que ser como todo mundo, sem chá quente”, tudo isso com um tom de voz levemente esnobe.

Na própria madrugada do primeiro dia de 2018, poucas horas após o show, a web já estava cheia de piadas sobre o piti de Mariah, e até a própria musa entrou na brincadeira, publicando em seu Twitter uma foto, após a apresentação, com seu almejado chá.

Veja abaixo o fatídico momento em que ela busca o chá, o momento em que ela finalmente encontra a bebida, alguns tuítes sobre o piti e para finalizar, o desastroso show de 2016.

Found my tea! ???? pic.twitter.com/r5EIIbT5Zw

— Mariah Carey (@MariahCarey) January 1, 2018

“Quando 2018 arremessar dificuldades na sua direção, lembre-se: Mariah Carey sobreviveu sem seu chá quente. Você também consegue.”

The first time life throws you a curve in 2018 just remember: Mariah Carey made it through without her hot tea. You can make it through too.

— Jason Pederson (@KATVJason) January 1, 2018

“Os assistentes da Mariah tentando conseguir aquele chá quente.”

Mariah Carey’s assistance’s trying to get her that hot tea pic.twitter.com/hepIPevmZ3

— Nicholas (@N_Russ0) January 1, 2018

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Netflix divulga trailer e data de lançamento da 2ª temporada de Desventuras em Série

ter, 02/01/2018 - 19:06

A Netflix não perdeu tempo e logo no primeiro dia útil do ano já divulgou o trailer da nova temporada de Desventuras em Série. No trailer, o antagonista, Conde Olaf, interpretado por Neil Patrick Harris, quebra a quarta parede e conversa diretamente com os espectadores, deixando claro que a segunda temporada da série continuará com seu tom cômico, mas também trágico e sombrio, já visto na temporada anterior.

A produção acompanha três irmãos órfãos, Violet (Malina Weissman), Klaus (Louis Hynes) e Sunny Baudelaire, que tentam impedir Conde Olaf (Neil Patrick Harris) de roubar a herança deixada pelos pais deles. Patrick Warburton interpreta o narrador e Barry Sonnenfeld (Homens de Preto) é o diretor e produtor executivo da série.

Desventuras em Série havia ganhado uma versão cinematográfica em 2004, estrelada por Jim Carrey como Olaf e com Jude Law na narração, que faturou US$ 209 milhões no mundo todo. A saga tem 13 volumes e vendeu 65 milhões de cópias ao redor do globo. Os oito episódios da primeira temporada de Desventuras em Série está disponível na Netflix desde janeiro do ano passado.

Assista ao trailer da nova temporada


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Ed Sheeran vai participar de Os Simpsons; veja prévia do episódio

ter, 02/01/2018 - 17:14

Depois de interpretar um soldado da família Lannister no primeiro episódio da sétima temporada de Game of Thrones, Ed Sheeran volta para a telinha, mas dessa vez em versão animada. A participação do cantor em Os Simpsons, que é exibido pela Fox, já havia sido anunciada em julho do ano passado, mas finalmente uma prévia do décimo episódio da 29ª temporada foi divulgada. O personagem a quem o ele empresta a voz é um músico Brendan, que acompanha ao piano Lisa e seu saxofone.

O episódio, intitulado “Haw-Haw Land”, vai ao ar no próximo domingo, 7, nos Estados Unidos, e terá diversos números musicais. Ele servirá como uma paródia do quase vencedor do Oscar de Melhor Filme La La Land: Cantando Estações. Além de cantar e tocar, Brendan, se envolverá em um triângulo amoroso composto pelo músico, Lisa e o famoso bully Nelson Muntz, dono da icônica risada que dá título ao episódio.

Anteriormente, Springfield já recebeu convidados ilustres do mundo da música como Red Hot Chili Peppers, White Stripes, Paul McCartney, Sonic Youth e muitos outros.

Veja abaixo a prévia do episódio:

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Assédio em Hollywood: Natalie Portman, Emma Stone, Meryl Streep, Cate Blanchett e outras atrizes criam grupo para lidar com o problema

ter, 02/01/2018 - 14:20

Mais de 300 figuras importantes e poderosas de Hollywood se uniram para criar o grupo Time’s Up (que pode ser traduzido como "o tempo acabou), com o objetivo de combater assédio sexual e má conduta no local de trabalho.

Em uma carta aberto ao público, as organizadoras escreveram: “Queremos que todos aqueles que sobreviveram a abusos sexuais sejam ouvidos, levados a sério e acreditem que é possível responsabilizar os culpados”. Elas ainda acrescentam que “o sofrimento das mulheres para conseguir adentrar, crescer e simplesmente serem ouvidas e reconhecidas em locais de trabalho dominados por homens deve acabar. O tempo desse monopólio impenetrável se esgotou.”

O plano inclui um fundo de defesa legal para auxiliar mulheres que atuam como zeladoras, enfermeiras e que trabalham no ramo agrícola para ajudá-las a se proteger legalmente em casos de assédio sexual. As organizadoras também buscam instaurar uma maior igualdade de gênero em Hollywood, propondo uma “legislação que penalize empresas que toleram abusos recorrentes, além de acabar com o uso de contratos pensados especificamente para silenciar as vítimas.”

As integrantes da Time’s Up disseram que a iniciativa teve como ponto de partida uma carta aberta escrita pela organização Alianza Nacional de Campesinas, grupo formado por trabalhadoras agrícolas. A carta, publicada em novembro do ano passado, traz o apoio dos 700 mil membros aos atores e atrizes denunciando abusos em Hollywood.

A organização foi inicialmente formada por um grupo de mulheres que trabalham como agentes, no começo de outubro de 2017, após o produtor norte-americano Harvey Weinstein ser acusado de abuso sexual por diversas atrizes. Reese Witherspoon (Johnny e June, Legalmente Loira) declarou ao jornal The New York Times que “finalmente estamos nos ouvindo, nos enxergando e nos juntando, por nós mesmas e por todas as mulheres que se sentem ofuscadas, para que finalmente nos ouçam.” Natalie Portman, Emma Stone, Meryl Streep, Cate Blanchett e Eva Longoria são algumas das outras atrizes que fazem parte do grupo.

“Movida por mulheres, a Time’s Up evidencia a desigualdade e injustiça sistemáticas que impedem grupos sub-representados de atuarem com todo seu potencial. Nós trabalhamos com advogadas por igualdade e segurança, para melhorar as leis, contratos de emprego e políticas corporativas. Queremos mudar a aparência das salas de reuniões e tornar nosso sistema jurídico mais acessível a homens e mulheres, para que qualquer um que quebre a lei possa ser acusado e responda por seus atos. Chega de silêncio. Chega de espera. Chega de tolerância para discriminação, assédio e abuso. O tempo acabou.”

Como protesto, o aproveitaram para convidar todas as mulheres que comparecerão à cerimônia do Globo de Ouro, que acontece no próximo domingo, 7, a se vestirem de preto, visando evidenciar os esforços do grupo e também toda a desigualdade de gênero presente no meio do entretenimento.

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De Jack White a Arctic Monkeys: 15 discos muito aguardados para 2018

seg, 01/01/2018 - 19:50

O álbum “bizarro” de Jack White, Jards Macalé trabalhando com Kiko Dinucci, o disco “pós-fama” de Karol Conka, os retornos de Arctic Monkeys e Nação Zumbi… 2018 promete. A seguir, preparamos uma lista de discos os quais esperamos – uns com mais certeza de que vão acontecer do que outros – que se tornem realidade (tem também o caso de Kanye West: o homem é sempre imprevisível, e pode aparecer com material novo a qualquer momento).



Por Lucas Brêda

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Gaten Matarazzo, o Dustin de Stranger Things, canta Foo Fighters e Paramore em festa nos EUA

seg, 01/01/2018 - 14:33

Os jovens de Stranger Things estão sempre aparecendo aqui e acolá. Depois da vastamente noticiada estreia da segunda temporada da série, no último mês de outubro, Gaten Matarazzo, que interpreta o Dustin no enredo, volta às manchetes por outras razões – desta vez, musicais.

Matarazzo tem uma banda, chamada Work in Progress, que se apresenta com alguma frequência nos Estados Unidos (no mês passado, foram divulgados diversos vídeos do grupo mostrando covers de Pearl Jam e Jimmy Eat World, entre outros, Instagram a fora) e, no último sábado, 30, eles voltaram a tomar o palco no país.

Stranger Things foi tema de matéria de capa da Rolling Stone Brasil, leia o texto na íntegra

Desta vez, o Work in Progress tocou em Nova Jérsei, em um lendário clube noturno, chamado The Stone Pony, onde, segundo o site britânico NME, já se apresentaram nomes como Bruce Springsteen e Jon Bon Jovi. Liderado pelo astro de 15 anos, o grupo desta vez mostrou covers de Foo Fighters (“Everlong”), Fall Out Boy (“Sugar, We’re Goin Down”) e Paramore (“Misery Business”), entre outros.

Abaixo, veja alguns registros das performances.

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Humildade Brutal: Cris Cyborg, maior nome do MMA atualmente, tem preocupações maiores do que manter o cinturão

seg, 01/01/2018 - 14:07

Esqueça a implacável máquina de chutes e socos. Ao vivo, à primeira vista, Cris Cyborg pode até impor medo por causa das costas e braços musculosos, mas o que sobressai após alguns minutos de conversa é o jeito calmo de falar, o sotaque forte de Curitiba e o discurso sempre humilde da brasileira, campeã peso-pena do UFC. No último sábado, 30, Cyborg defendeu pela primeira vez o cinturão, em aguardada luta contra a norte-americana Holly Holm, em Las Vegas. E deu a "lógica": a brasileira venceu por decisão unânime e chegou a 19 vitórias contra apenas uma derrota na carreira.

Cristiane Justino, de 32 anos, é hoje o maior nome brasileiro do MMA – há mais de dez anos não perde uma luta nas artes marciais mistas – e é conhecida, com justiça, como a mais temida atleta do esporte. Nenhum lutador poderia carregar com tanta propriedade o codinome Cyborg: quando luta, ela não para até ver a adversária no chão (ou até ser interrompida pelo árbitro). “Sou bem tranquila, embora eu goste das coisas do meu jeito”, afirma, no entanto. “Dentro do octógono, é uma coisa que nem eu sei explicar. Depois da minha primeira luta, fiquei impressionada, porque eu não sabia o que tinha acontecido. Não sabia que tinha toda aquela raiva em mim, aquela explosão.”

Cris Cyborg começou a lutar aos 19 anos, na capital paranaense. Desde cedo, encontrou no esporte um apoio para se manter bem psicologicamente. Filha de pais separados e com o pai em meio a “problemas com álcool”, como ela descreve, passou a jogar handebol aos 12 anos. Ganhou bolsas de estudo em colégios particulares por conta do desempenho nas quadras, e escolheu como caminho a faculdade de educação física.

Logo no início do ensino superior, viu que tinha ainda mais talento com os punhos do que com a bola, mesmo que, naquela época, o MMA fosse visto com uma pesada carga de preconceito. “Minha mãe não gostava de luta, queria que eu fosse dentista. Eu brincava: ‘Mãe, eu até posso tirar dente, mas de outro jeito’”, conta. “Se eu chegava com um olho roxo, dizia que era por causa do handebol. Ela não via a luta como esporte, achava que era coisa de maloqueiro.”

Até entre companheiros de academia havia barreiras, afinal era uma atividade tida como masculina. “Tinha cara que achava que mulher ia treinar para arrumar namorado, deixava a gente no modo ‘café com leite’. Eu ficava ‘braba’. Hoje, não vejo mais esse preconceito. As mulheres estão dominando o MMA, os eventos com lutas femininas têm mais audiência do que os eventos só com homens.”

Quando não está se preparando para lutar, a rotina da brasileira envolve o cuidado com a gata bengal Laila e com o labrador Fedor, com quem vive ao lado do namorado, nos Estados Unidos, onde mora desde 2009. Esportes sempre fazem parte do dia a dia (“Eu não fico sem treinar, é a minha droga. Quando estou feliz, vou correr. Quando estou triste, vou correr”, diz), mas ela já se prepara para o momento em que não puder mais lutar no octógono. Atualmente, comanda um programa de treinos para mulheres “comuns” (em outras palavras, não lutadoras) chamado Pink Belt, além de dar palestras. No início de 2017, também começou a escrever uma biografia com toques de autoajuda.

Dividindo-se entre períodos de treino e dieta intensos, projetos fora do MMA e planos para o futuro, Cris Cyborg deixa em perspectiva os momentos mais difíceis da carreira para se manter centrada – no topo da lista, está o episódio de doping em 2012, no extinto Strikeforce. “Isso me seguiu por muito tempo. Outras atletas também passaram por isso e eu sentia que era a mais crucificada”, relembra. “Naquele momento, eu percebi que cinturão não valia nada; percebi quem eram meus amigos de verdade. Mas não sinto remorso nem me arrependo. Se não tivesse acontecido, talvez eu não fosse a atleta que sou hoje.”

Diante de mais uma disputa emblemática em sua trajetória no esporte, ela tem outras preocupações mais importantes em mente. Pensa em ter um filho no futuro. Fala todos os dias com os pais e apoia, a distância, o irmão mais novo, de 18 anos, e o mais velho, de 34, que também é lutador e com quem mantém uma academia em Curitiba. E, se cair, a campeã não terá receio de começar tudo de novo. “Meu maior medo é a fama subir à minha cabeça. Eu sempre rezo: se um dia isso acontecer, eu quero perder tudo e partir do zero.”

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Ringo Starr é condecorado cavaleiro e Paul McCartney parabeniza: “Melhor baterista”

seg, 01/01/2018 - 13:24

Ringo Starr agora é um “Sir” no Reino Unido. O ex-baterista dos Beatles foi condecorado, ao lado do ator Hugh Laurie (conhecido pela série House) e do ex-integrante do Bee Gees, Barry Gibb, com o título de cavaleiro pela rainha britânica Elizabeth II, em cerimônia que aconteceu em Londres, no último sábado, 30.

Starr, que recebeu o título devido à “contribuição à música”, foi prontamente parabenizado pelo antigo companheiro de banda, Paul McCartney – o outro beatle remanescente –, que se tornou cavaleiro do Reino Unido há mais de 20 anos, em 1997. Sir Paul publicou uma imagem dele ao lado de Starr e escreveu algumas palavras para o amigo.

Ringo Starr fala sobre como ainda se diverte gravando com Paul McCartney: “Somos amigos, mas não vivemos grudados”

“Imensas congratulações ao Sir Ringo!”, escreveu McCartney, em publicação que acompanha uma imagem dos dois abraçados no que parece ser um ambiente de estúdio. “Sir Richard Starkey combina demais [com a honraria]. Melhor baterista, melhor amigo! Beijo, Paul.”

No Reino Unido, duas vezes por ano – no meio e no fim do ano –, são publicadas as listas de personalidades condecoradas como “cavaleiros” pela rainha Elizabeth II. As honrarias são distribuídas por mérito, contribuição ou coragem.

Veja abaixo o tuíte de Paul McCartney.

Huge congrats Sir Ringo! Sir Richard Starkey has a nice ring to it. Best drummer best pal! X Paul pic.twitter.com/ew5PuxhEv1

— Paul McCartney (@PaulMcCartney) December 30, 2017

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Com Kendrick Lamar e U2, Barack Obama escolhe suas músicas favoritas de 2017

seg, 01/01/2018 - 11:29

Barack Obama deu continuidade à tradição anual de listar suas músicas favoritas do ano. Agora, o ex-presidente dos Estados Unidos escolheu faixas de Kendrick Lamar – de quem é fã declarado –, Jay-Z, U2 e Bruce Springsteen, entre muitos outros, para a lista.

“Durante minha presidência, comecei uma tradição de compartilhar minhas listas de leituras e playlists”, Obama escreveu no último domingo, 31, no Facebook. “Foi muito bacana refletir sobre os trabalhos que me influenciaram e dar visibilidade a autores e artistas ao redor do mundo. Agora tempo extra, este ano, quero compartilhar as músicas e livros que mais gostei.”

(Arquivo) Barack Obama homenageou Jay Z em discurso para o Hall da Fama dos Compositores

“HUMBLE.”, de Kendrick Lamar, “Family Feud” (que recentemente ganhou um videoclipe dirigido por Ava DuVernay e com participação de Beyoncé), de Jay-Z, “Ordinary Love (Extraordinary Mix)”, presente na edição de luxo de Songs of Experience, do U2, e até “Chanel”, de Frank Ocean, estão entre as escolhas de Obama.

A bastante diversa lista também inclui algumas surpresas pop (como “Sign of the Times”, de Harry Styles, e “Havana”, de Camila Cabello), mais faixas de hip-hop (“Butterfly Effect”, de Travis Scott, e “First World Problems”, de Chance the Rapper), algumas de indie rock (“The System Only Dreams in Total Darkness”, do The National, e “Feel It Still”, do Portugal. The Man), músicas soul (“Matter of Time”, de Sharon Jones & The Dap-Kings, e “Little Bit”, de Mavis Staples) e até algumas country (“Millionaire”, de Chris Stapleton).

Obama encerrou a lista dele de 2017 acenando à cantora de R&B revelação do ano, SZA – com a música “Broken Clocks” – e até mesmo a versão da Broadway para a clássica “Born in the U.S.A.”, de Bruce Springsteen. “[A versão] Ainda não foi lançada, mas a versão blueseira da apresentação dele na Broadway é muito boa!”.

Veja abaixo a lista completa de faixas favoritas de 2017 de Obama.

Mi Gente por J Balvin & Willy William
Havana por Camila Cabello (feat. Young Thug)
Blessed por Daniel Caesar
The Joke por Brandi Carlile
First World Problems por Chance The Rapper (feat. Daniel Caesar)
Rise Up por Andra Day
Wild Thoughts por DJ Khaled (feat. Rihanna and Bryson Tiller)
Family Feud por Jay-Z (feat. Beyoncé)
Humble por Kendrick Lamar
La Dame et Ses Valises por Les Amazones d’Afrique (feat. Nneka)
Unforgettable por French Montana (feat. Swae Lee)
The System Only Dreams in Total Darkness por The National
Chanel por Frank Ocean
Feel It Still por Portugal. The Man
Butterfly Effect por Travis Scott
Matter of Time por Sharon Jones & the Dap-Kings
Little Bit por Mavis Staples
Millionaire por Chris Stapleton
Sign of the Times por Harry Styles
Broken Clocks por SZA
Ordinary Love (Extraordinary Mix) por U2
*Bonus: Born in the U.S.A. por Bruce Springsteen (ainda não foi lançada, mas a versão blueseira da apresentação dele na Broadway é muito boa!)

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Os melhores episódios de réveillon nas séries

sex, 29/12/2017 - 20:39

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Cor de Rosa Choque: dissecamos a discografia e os incontáveis hits da essencial Rita Lee

sex, 29/12/2017 - 19:57

Nascida em São Paulo no dia 31 de dezembro de 1947, a icônica Rita Lee Jones há alguns anos encontra-se aposentada dos palcos e dos estúdios. Deste então, ela dedica-se a uma nova carreira como escritora, tendo lançado no final de 2016 sua elogiada autobiografia. Há poucos meses, ela veio com o livro infantil Dropz.

A influência de Rita Lee é imensurável. Nos anos 1960, ela era a figura serelepe dos psicodélicos Os Mutantes. Mas na década seguinte, quando a banda passou a se levar demasiadamente a sério, Rita foi dispensada. Ela não deixou por menos e virou uma hitmaker de mão cheia, mostrando que não precisava dos antigos companheiros para absolutamente nada.

Rita lançou uma série de álbuns que foram enormes êxitos comerciais. Estes discos revelavam o lado mais brincalhão e hedonista da música pop brasileira, e neles Rita imprimia um sotaque paulistano inconfundível. Ela também cantou de jeito peculiar e sensível a condição feminina. Na galeria acima, relembre os álbuns lançados pela verdadeira e eterna Rainha do Rock Brasileiro.

Veja a galeria de fotos acima

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